O único equivalente atual de um objeto que vare conceitualmente
nossas dimensões conhecidas é o hiper-cubo, sendo um tipo de poliedro
donde sua forma sugere a quarta dimensão acima da altura, comprimento e
profundidade, subtraindo-se a dimensão temporal. Mesmo que o "objeto"
impossível mais primordial a geometria comum seja o ponto, por não ser
possível se medir, apenas definindo uma posição no espaço, o hipercubo é
o único atual que apresenta medidas aparentemente dimensionais (veja o
exemplo ao lado), porém, excedendo quando um cubo se desloca à
trajetórias anteriores sem que tais direções existam num espaço
tridimensional conhecido, o limite que a geometria atual conseguiu. Aqui
ocorre um esboço que exemplifica filosoficamente o objeto impossível do
livro Antrovates (cuja postagem está neste blog) faz como se não
obstante sugerisse uma equivalência apenas presentes as partículas mais
elementares do universo e previsto similarmente pela incerteza de
Heinsenberg, não sendo possível se definir ponto ou velocidade expondo
finalmente o que aparenta ser uma singularidade conceitual presente em
pontos opostos do universo, do micro (tais partículas) ao macro (de
certa forma num buraco negro). Sobretudo isto sugere outra dimensão ou
dimensões desconhecidas que podem servir de atalhos espaciais ou não,
mas que sobretudo podem perfeitamente amarrar as teorias da relatividade
geral a mecânica quântica, justamente o que sugere o livro Antrovates. A
compreensão da teoria do tudo somente é possível com a compreensão
igualmente de dimensões extras cujas fronteiras são as singularidades
(normalmente seguidas de paradoxos), mesmo que apenas teórico há de ter
plena funcionalidade dado os exemplos naturais citados.
Porém, muito antes as artes das pinturas pareciam já tentar tocar tais
dimensões a exemplo de alguns casos surgidos do movimento surrealista e
neo-cubista. E justamente pelas artes que exemplifico mais alguns casos
de objetos impossíveis, basta ter a mente aberta e um pouco de
imaginação.
Claro que nestes casos podem ser exemplificados como ilusão de ótica,
porém, tal objeto "ilusório" somente é possível teoricamente, aqui,
neste caso, no papel, por literalmente enrolar a profundidade tal como
as demais dimensões.
Fontes: www.ilusaodeotica.com.br
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