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sábado, 14 de outubro de 2017

O Viéis de Minha escrita

O que move minha escrita, no entanto, não apenas é a busca pelo original, ou por verdades, mas por críticas e engajamentos que fixem a moral verdadeira. Algo que sempre vou martelar enquanto o oposto fizer o mesmo assim como repetir a exaustão mentiras. Minha luta não é contra um homem, mas a hipocrisia, discriminação, desigualdade, covardia, opressão e mentira seja de quem for e onde for, assim como todas as suas ferramentas, sofismas, mecanismos e meios através da mesquinhez do ódio, inveja e ganância.

O combate de pena das letras contra forças demagógicas da mentira, engano e antiética tem que se expressar em todas as áreas de minha vida como filosofia de vida, compartilhando as minhas privações e injustiças sofridas por aqueles que buscam legitimação através da calúnia. Criticar tudo que é maligno, doentio e imoral deve ser o único objetivo para um mundo realmente melhor. Militar uma causa o combate deve ser continuo, por abaixo assinados, divulgação e criticas ininterruptas ante aqueles que anseiam roubar não somente a dignidade humana, mas minha voz. Ficarei nesse viés sempre, independente das calúnias, enquanto a segregação me for um fantasma pois minha vida e historia faz parte de minha expressão literária principalmente se mal me fizerem por ela.

Não me curvo a uns bandos o qual a fonte de poder é a promoção de toda sorte de crimes, de calúnias, fraudes, exploração sexual, estupros, pedófila, homicídios, ameaças e sequestros para achar que pode me dar sermão sobre bandidagem e determinar o que eu sou. Enquanto acharem que meus direitos são discutíveis discutirei os crimes destes, por mais oculto que sejam.

Trecho dos apêndices de 'Herdeiros do Caos'.

quinta-feira, 12 de outubro de 2017

Primeira Capa de 'Herdeiros do Caos'

Divulgo a seguir a primeira capa do projeto literário 'Herdeiros do Caos' de minha autoria. O livro é a sequência definitiva de 'Herdeiros do Destino' e expressa seu diametral oposto, a rival da Ordem dos Ventos, a Ordem do Caos. Clique na imagem para ampliar.


domingo, 1 de outubro de 2017

A Insidiosa Agenda Oculta



Minha maior ambição política é desmontar e desconstruir os sofismas do poder! Seja ele em conluio ou a olhos vistos. Às vezes parece que esquerda e direita fazem movimentos sincronizados como se algo acima deles coordenassem alguns objetivos em comuns, ainda que aparentemente antagônicos. O duplo padrão moral está presente nos dois lados cada qual muito raramente enxergando seus próprios erros e defeitos, apenas uma mente que pense de fora destes seria capaz de vê-los realmente como são. Tenho respaldo. Por exemplo, o bilionário George Soros investindo mares de dinheiro em movimentos e ongs de esquerda faz parte do Bildenberg, o mais elitista e capitalista grupo de poderosos fechado do mundo. Daí deduzo algumas coisas como a técnica liberal para cessar o proletariado: impedir que tenha prole, e nada mais hábil para isto do que destruir a família tradicional.  

Desses indícios de sincronicidade esquerda-direita seria possível contemplar a convergência de um sistema híbrido emergente que usará dessas sincronicidades como prerrogativa de sua emergência gradual com pretensas globais, mas que o mister não consistirá no melhor de dois mundos, mas uma cruel mescla do pior do comunismo com capitalismo elitista e neoliberal.

Um exemplo dessa agenda vejo sobre o movimento gay. Você tem direito de ser gay, você tem direito de ser hetero, o nome disto é lei de liberdade sexual. Mas quando transformam esse direito em dever se torna opressivo e abusivo, ninguém deve ser obrigado a ser gay ou ser hetero. Uma das diferenças mais vivas entre opressão e liberdade é transformar o direito em dever. E eles usam de sutilezas para tais tipos de inversões.

Sobretudo o desejo de impor a vontade de minorias sobre a maioria nada mais é que a elitização do mesmo, pois não é isto que as elites já fazem há séculos? Não se elitiza discriminados, pois assim o problema não é resolvido apenas muda de lado. Cria-se leis que garanta a reserva de seus direitos e oportunidades iguais, não mais do que isto.

Porém, a agenda elitista e oculta iniciou-se com o homossexualismo pois era o mais fácil por ser uma tendência assim como da abolição da escravatura, todavia a ambição maior é tornar natural o doentio ao seguir a agenda com a promoção da pedofilia, zoofilia e mesmo canibalismo. O objetivo sem dúvidas é a aniquilação da moralidade humana e seu psicológico natural ao hiperssexualizar crianças e tornar adultos em pansexuais igualando gêneros por baixo, promiscuamente. O objetivo final é a subjugação da liberdade humana desfigurando tudo que nos fazem humanos, a dominação absoluta.
Digo agenda elitista pois basta ver os patrocinadores de eventos e exposições, normalmente bancos e grandes corporações, que seria como se tomado por um ódio ocultista – a religião deles - contra a humanidade estes buscassem transformar a humanidade em outra espécie por não suportar sua natureza livre e sua mente naturalmente moral.

Trechos de 'Confissões de uma Mente Autista' de Gerson Machado de Avillez.

terça-feira, 26 de setembro de 2017

Conto na Revista Litera Livre

Presente em todas as seis edições, conto 'Guardiões do Futuro' de minha autoria na quinta edição da Revista Litera Livre, pág.55. Baixe gratuitamente seu exemplar e leia! Clique aqui para acessar a página.


quarta-feira, 30 de agosto de 2017

Críticas ao 'Manifesto Comunista'

Trecho do livro 'Confissões de uma mente autista'. O livro que compõe uma série de comentários e críticas do autor Gerson Machado de Avillez é uma espécie de segundo volume de sua autobiografia.

O 'Manifesto do Partido Comunista' surgiu como uma resposta ao efeito colateral da revolução industrial, o proletariado e as desigualdades perpetradas pela nova burguesia, uma evolução do que levou a revolução francesa. Naturalmente que assim em tempos atuais as ideias propostas demonstraram-se com uma certa defasagem ainda que tenha tocado problemas ainda hoje presentes. Todavia as propostas soluções aparenta não ter alcançado os objetivos almejados na resolução dos problemas propostos demonstrando-se ineficazes na prática, quando não resultando em outros problemas tão graves quanto, ou até mesmo mais. O resultado visto em ditadoras comunistas é funesto, demonstrando que o problema instaura-se não em sua exacerbação radical, mas crítica. Não se substitui opressão por opressão, o duplo padrão moral que permeia hoje todos os lados é uma viva condição do fracasso socialista.
A diferença entre libertar e conquistar é o que explica o motivo pelo qual nenhum revolução deu certo a longo prazo na história humana, todas elas começam fazendo o primeiro e terminam apenas com o segundo, de modo a configura apenas mais uma luta de classes como o próprio manifesto acusa. Por isto talvez uma das saídas sejam a dissolução do radicalismo fomentando-se como crítica e oposição ao corrupto poder vigente demonstrando resistência aos retrocessos e instaurando gradual social-democracia. Abaixo uma lista de atitudes que a médio e longo prazo poderia surtir efeitos positivos na diminuição das desigualdades:

- Promover a transformação de toda mão de obra barata em automatizada e robotizada e instituir uma lei que obrigue cursar até o ensino médio;
- Elevar o piso salarial da mão de obra técnica e especializada e eliminar privatizações e trabalho terceirizado;
- Cobrar mais das grandes empresas e anistiar alguns casos de dívidas de pequenos empresários;
- Não permitir que os bancos controlem a economia e o capitalismo, forjando, se necessário, a intervenção estatal no mercado de ações e capitalismo;
- Incentivar maior acesso ao ensino superior com maior número de bolsas;

sábado, 29 de julho de 2017

Conto na Quarta Edição da Revista Litera Livre

Sobrevivi para contar! Quarta Edição da Revista Litera Livre, conto Perfeita Utopia de Gerson Machado de Avillez, página 123. Clique aqui para baixar seu exemplar!




Dicas Para uma Vida Plena

Abaixo separo alguns itens o qual considero imprescritíveis a quem quiser ter uma vida melhor, trecho extraído do segundo volume de minha autobiografia, 'Confissões de Uma Mente Autista'.
 
— Todos os dias são bons, não seus humores: Todo dia tem seu valor, ainda que valores diferentes, sem uma quinta não haveria sexta assim como após o domingo vem a segunda, ou seja, um dia bom não vem sem ter acontecido um aparentemente mal.
— Faça das suas feridas seu valor como a ostra torna a sua em pérola.
— Você apenas é derrotado quando aceita isto desistindo. A impossibilidade é a doutrina do pessimismo negativo.
— Não deixe que digam quem você é, você não é definido pelo que te fazem, por isso faça o que você acha que seja.
— O único sucesso inaceitável é o que destrói alheios para vencer.
— Você apenas é responsável pelo que faz, não pelo que fazem por sua causa.
— Não importa quantas vezes você caia, mas sim quantas vezes é capaz de se levantar.

    O primeiro passo para a felicidade é valorizar-se, a contramão da felicidade é desistir de seus sonhos. Abandonar meus sonhos e talentos significa abandonar o que sou, trair-me, lutar significa nunca aprender a ser um derrotado. De todas as coisas a que nunca serei capaz de aprender. Pesa o que te empurra pra baixo, mas os sonhos e vocações lhe são asas, pois a gravidade que é igual para todos. Se me perguntarem como vou indo, digo que normalmente de bicicleta, algumas vezes de towner, as vezes de ônibus, mas sempre nas estradas da vida tentando chegar ao meu destino, a felicidade.
    Mas quando o mais perto que pobre segregado chega da felicidade é o antidepressivo, o abismo no caminho não permite prosseguir, então, quando seus direitos não são respeitados a cidadania deve ser exercida com agressividade. O melhor ativismo é aquele o qual se usa a própria vida como exemplo de luta.

sexta-feira, 28 de julho de 2017

Os limiares da cultura e do inato

Ainda que uma primeira versão do livro 'A Filosofia e História do Ethos' tenha sido finalizada ao estudar mais fatos sobre o assunto dissertado observei algumas coisas muito interessantes sobre a visão antropológica da cultura, etnocentrismo e seu Ethos pois subentendesse que uma moral é presente em quaisquer grupos ainda que tenham "morais" opostas. A baixo uma breve dissertação sobre o assunto, no tocante aos limites de cultura e instintos, o inato:

"O homem é o resultado do meio cultural em que foi socializado. Ele é um herdeiro de um longo processo acumulativo, que reflete o conhecimento e a experiência adquiridas pelas numerosas gerações que o antecedem. A manipulação adequada e criativa desse patrimônio cultural permite as inovações e as invenções."
Cultura: Um conceito antropológico - Roque de Barros Laraia -  Ed.Zahar. Pág.45

O vital é o biológico (orgânico) e o social (cultural), um representa a força orgânica da biologia, inata, instintiva, e outro a força social. Notável observar apenas o último nos tornou mais evoluídos que os demais animais a uma condição de transcender a natureza biológica se tornando parte da identidade da espécie. Ora, promover assim a força biológica no ser humano é um retrocesso evolucionário. A hiperssexualização da cultura machista é um retrocesso evolucionário, assim como qualquer redução a instintos primários o qual atrofie a cultura e o social.
A exemplo da sobrevivência põe o ser humano aos limites da identidade da espécie ao reduzi-lo a força biológica motriz inata, situações extremas poderiam deformar a identidade humana a longo prazo?
Há uma implícita relação do sexo com a violência ao ser reduzido aos instintos primários como de sobrevivência tornando o ato do coito uma espécie de elo entre a vida e a morte, o que dá vida ante a possibilidade da morte ou escassez como uma eficiente dicotomia que justifica os pobres e sua prole como proletareado. Uma vez compreendendo que o social retrocede parece ser um denominador compreensível de uma cultura baseada no instinto que por isto é antissocial. Assim a cultura tem o papel regulador dos instintos e do inato no que resulta numa moralidade de modo que qualquer cultura que faça o oposto passa a ser um problema para sociedade.

Problemas do Pensamento

    A mistura é o nascimento das impurezas, no discurso é uma maneira de falar tudo sem dizer nada. O puro é delimitado com clareza e somente compreendido através do discernimento enquanto a impureza apenas produz poluição. Afirmar o oposto é o mesmo que dizer que a confusão soluciona o problema quando semanticamente é o contrário. 

    O relativismo provoca o mesmo efeito no pensamento ao tentar arruinar a imparcialidade. É um dos 'ismos' menos lúcidos e mais criadores de problemas na sociedade ao exemplo do dualismo. Na verdade, ambos podem ser contidos pois a exemplo do duplo padrão moral manifesta-se como um dualismo por relativizações morais.

    A própria afirmação que 'toda verdade é relativa', questiono se esta afirmação é uma verdade absoluta pois se a for, ela não pode ser ao mesmo tempo relativa em sua proposição, e se for relativa a afirmação em si estará incorreta, ou seja, a sentença em si contém por si só um contrassenso filosófico.

    A realidade e verdade, estas podem ter leituras subjetivas e pessoais que são interpretações muitas vezes relativas ainda que a verdade em sua raiz seja absoluta, concreta e objetiva, mas não sua percepção. Já as verdades universais são inegavelmente absolutas, são elas que me interessam.
 
    Porém, a relatividade apenas expõe em seus adeptos a parcialidade de alguns demonstra que não há intenção de defender o que é certo ou condenar o errado, mas sim defender apenas o próprio interesse. Nada mais deflagra isto que as conspirações que usam seletivamente e arbitrariamente das leis e a verdade como mero instrumento de poder, pois similarmente em classes a exclusão sistemática serve para que poucos tenham exclusividade. De modo análogo peca o coletivismo, negar um não permite com que se fale de todos, a exceção é o contrassenso do coletivo total. Ora, todos somos cada um de modo que o coletivo não é a exclusão do indivíduo, mas a inclusão do mesmo.
 
    O problema é que o relativismo não leva a conclusão alguma, mas sim muitas vezes a infindas dialéticas não respondendo ou provando nada, sem definir situações ou melhorando vidas, mas apenas defendendo o interesse egoísta de pessoas parciais como dito anteriormente. A verdade é uma, mas a partir dela concebe-se visões diferentes, os conhecimentos dessa verdade social da realidade que quando não divergentes que pela perspectiva, e não plenitude, podem rivalizar-se ou opor-se. Concebe assim o estimulo da curiosidade crítica fomentar a compreensão total pelo questionamento do que falta, o conhecimento reproduzido pelo liberalismo tradicional é um quebra-cabeças cujas peças da crítica e totalidade sempre faltarão. O progressismo fora o que mais perto chegou dos verdadeiros problemas da sociedade, seu rigor se atualiza e respalda-se no acadêmico ao contrário de seu oposto. Mas nenhum conhecimento é pleno sem a liberdade crítica que pelo enfrentamento do conhecimento imparcial de todas posições e visões confronta-se no que concerne ao mais coerente e correto. A liberdade do liberalismo tradicional da educação demonstra-se a mostrar apenas as opções aceitáveis pelos dominantes, não toda gama de caminhos pelo conhecimento imparcial e total. A liberdade plena assim é que o docente sendo um guia revele todos caminhos e posições fomentando a libertação do discente das amarras da parcialidade que serve ao relativismo opressor quando não incentive até mesmo se criar seu próprio caminho na ausência de um.
 
    O conhecimento ainda que não absoluto por impossibilidade, mas pleno em sua completude, é o libertador capaz de transformar a realidade pela criticidade iniciada pela conscientização dos discentes ao contrário da apatia do pensar gerada pelo tom acrítico e bancário da educação tradicional.
 
    Sobre certo ângulo assim a ciência não é absoluta pois filosoficamente corresponde a um conhecimento parcial do universo, não o universo em si, ou seja, afirmações como o mapa não é o lugar se aplicam, pois igualmente creio que a ciência limita-se apenas a um reducionismo o qual exacerba em meros recortes da filosofia, mãe de todas ciências. Creio que uma compreensão cosmológica do universo depende intrinsecamente de algo holístico e essencialmente filosófico. A teoria do tudo terá de ser essencialmente de funcionamento holístico tanto como reducionista.
 
    Por sua vez a exemplo das ideias dualistas, predominantes, que advém das elites, vide sexismo, dos pobres e dos ricos, fomentam estereótipos e favorecem a desigualdade e discriminação que por polarização e dicotomias exaltam e ressaltam o elitismo da classe dominante em autoafirmações de seu status quo, pensamentos de paralelos que marginalizam, conforme discutirei mais adiante. Delas partem muitas diferenças fomentadoras da discriminação. Quanto aos bons, não é discriminar, mas apenas discernir o que presta do lixo, pois a discriminação é o louvor covarde a desigualdade, apenas ataca a diferença nunca a semelhança. 

    Mas o incomum quando em poucos é doença e loucura, quando por muitos a loucura mainstream chama-se cultura. Porém o que estes chamam de uniformização chamo de normopatia vulgar resultando numa sociedade cheia misoginia, racismo e outros aspectos preconceituosos. O não preconceito faz da diferença diversidade, não inferioridade e acepção. Compreendo por qual motivo a inversão é o argumento mais usado desses, pois somente assim acham que estão certos.

Trecho de 'Confissões de Uma Mente Autista' de Gerson Machado de Avillez

terça-feira, 11 de julho de 2017

Nosce te ipsum: Autoconhecimento na Educação




O que mais tornou-me interessado na pedagogia fora o fato dela ser um amálgama da prática da psicologia e filosofia, duas áreas que sempre me interessei e que por isso me levou a escolher a psicopedagogia como especialização. Mas sobretudo um incômodo conhecimento de causa que orientou ante experiências pessoais a formar ideias sobre o que passei como um desajustado e problemático que me tornei. A latência de um autoconhecimento tardio me proporcionou problemas sobretudo ante um meio opressor. Por de trás dos desajustados há um brilho intenso encoberto por uma ignorância de si mesmo.
 
Os desajustados, rebeldes e muitas vezes marginais surgem do descontento, a sensação de inadequação a um papel social, do imobilismo, impotência ocasionando depressões, frustrações, baixa estima, ansiedade e insatisfação ante um meio opressor que deforma a essência do que o indivíduo de fato é. Essas opressões geram pressões do externo ao interior, e seus meios que instintivamente buscam turvar o autoconhecimento à ignorância self para que, por fim, o meio, externo a si próprio imponha o que ele é de modo nada harmônico. Assim o conhecimento externo não pode sobrepor o conhecimento self ocasionando pressões de modo que a verdadeira educação o alinha adequadamente favorecendo o desenvolvimento pleno do indivíduo e assim o adequando ao coletivo, mas para isso representações transformadoras devem acontecer em feeback da relação do indivíduo ao meio.
 
O assédio velado, as indiretas venenosas e a violência simbólica são ruídos que como interferência atrapalham o autoconhecimento de sua essência, como se uma força diabólica buscasse puxar para baixo e me definir pelo meio. Assim o autoconhecimento igualmente se torna uma ferramenta de resistência ante o externo que deseja dizer quem você é.
 
Não haverá perfeita inclusão ao coletivo e um papel a desempenhar na sociedade em harmonia tendo esses atritos do externo e self que eclipsam o autoconhecimento ocasionando deficiências em si próprio e consequentemente na sociedade, o coletivo. A exemplo da depressão e baixa estima são escamas aos olhos do autoconhecimento turvando à uma ignorância de si mesmo em suas potencialidades muitas vezes tornando o indivíduo seu próprio inimigo e consequentemente inimigo de todo mais.
 
Assim o verdadeiro autoconhecimento odeia a comparação e outras distorções, pois a individualidade é sua identidade customizada do conhecimento de si próprio como do mundo externo, em última instância o autoconhecimento é a definição da identidade individual que possibilita todo o mais, tal como reconhecer seu lugar na sociedade externa. Somente se pode saber seu verdadeiro lugar na sociedade a partir do perfeito autoconhecimento.
 
Quando o autoconhecimento atesta-se no indivíduo em sua plenitude as pressões externas apenas o transformará em diamante capaz de cortar todo o mais.