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sexta-feira, 5 de outubro de 2018

Contos no Maldohorror

Acompanhem os contos de Gerson Avillez publicados no site de escritores fantásticos Maldhorror. Esse mês com o conto 'Filhos do Destino', clique aqui ou na imagem para ler gratuitamente.

http://maldohorror.com.br/gerson-machado-de-avillez/filhos-do-destino/



quarta-feira, 3 de outubro de 2018

Aos Que Realmente Me Inspiram a Vida e Obra

Hoje há poucos nomes o qual a personalidade e vulto inspiram-me a crescer e perseverar numa sociedade doente, criam em mim um espírito que me torne melhor. Verdadeiras autoridades em suas áreas o qual a vida e obra me fazem debruçar-me sobre o ombro desses que são verdadeiros gigantes em grandeza de inteligência e virtude como Bruce Lee ou Marques de Maricá. Seja pela coragem, intelecto ou poder criativo como Carl Jung, da ciência as artes personalidades como Albert Einstein, Alan Turing, Leonardo DaVinci, Galileu, Niels Bohlr, Werner Heinsenberg, Nikola Tesla, Carl Sagan (Astrônomo), Stephen Hanwking ou das artes personalidades como Goya (pintor), Edward Much (editor), Henri Cartier-Bresson (fotografo), Orson Wells, Charlez Schutz assim como os das letras J.R.R.Tolkien, Philip K.Dick, Dalton Trumbo, Umberto Eco, Arthur Conan Doyle ou pela coragem, integridade e isenção Mark Felt, Rondonn e Michael Moore. Lógico que faltam muitos nomes (tal como de mulheres) assim como aqueles inveterados o qual não tiveram justo reconhecimento ante forças antagônicas a isto, mas os quais os feitos relevantes levam o mundo a frente. A estes sim dedico minha gratidão por existirem ou terem existido, muito do que sou e faço dedico a estes por sua perseverança tão norteadora significativa me compele ante o vazio da niilidade devoradora da coerência.

sábado, 29 de setembro de 2018

A Arte da Escrita e a Genealogia das Ideias

Falar mesmo o analfabeto é capaz, mas apenas o hábito da leitura e escrita do alfabetizado torna possível melhor aprimorar a própria fala, tal como o conhecimento. O pensamento humano normalmente é construído sobre uma linguagem de modo que mesmo a escrita reproduz parte do pensar desse modo. A medida com que a linguagem do indivíduo evolui ganhando novos vocábulos pela leitura assim, como percebendo as inúmeras combinações de palavras, o feedback pelo aprimoramento do hábito de leitura e escrita retorna de modo gradual sendo refletido em todo conjunto, inclusive a oralidade. Poderia definir a escrita como uma fala aprimorada e polida nos signos do alfabeto, uma forma de registrar o que em som é levado pelo vento e no abismo perdido em ecos, porém, nas letras ganham contornos da sexta arte. Outra vantagem da escrita em detrimento da oralidade seria a eliminação das 'muletas vocais' que preenchem a fala enquanto se pensa o restante, a escrita melhor destila o pensamento condensado. De certo os primitivos já falavam, mas apenas com a escrita a humanidade entrou para a história saindo da pré-história, o grande diferencial que tornou possível não somente se compilar histórias de antepassados, mas o próprio conhecimento adquirido da natureza pelo homem. A escrita se tornou parte vital da humanidade e mesmo os antigos judeus acreditavam que somente na escrita algo seria determinado, a exemplo da lei. O livro então se tornou o legado da humanidade a sua posterioridade tirando do ostracismo as memórias passadinas de antepassados numa aspiração a imortalidade, uma forma para perpetuar as memórias como arte que atingiu seu ápice nos poemas épicos de Romero a Dante ao tornar um ato não somente de contar o existente, mas de criação do inexistente pela ficção. A declamação em oralidade dos textos escritos que outrora eram decorados reunia multidões de analfabetos ante os raros detentores do saber da alfabetização que transmitiam histórias e conhecimentos elevando o imaginário popular de modo a registrar dos mitos aos fatos coisas do passado pelo qual sem hoje jamais saberíamos. As letras não matam, imortalizam, são sementes eternas de um autor que busca ser lembrado por ideias e feitos através da arte que sem o qual a humanidade não seria muita coisa hoje, o que torna a diferença entre falar e escrever gigantesca.

    O termo ‘autor’ tem origem no latim auctor que por sua vez vem de augere o qual o significado seria ‘fazer crescer’ conferindo a ideia de que a habilidade criadora desenvolve algo. Não por menos essa raiz semântica está presente igualmente no termo ‘autoridade’ definido no latim como ‘auctoritas’ pois estas no povo favorecem o crescimento da sociedade ao contrário do que muitas vezes se vê hoje.

    Mas quais as origens das ideias? Compreendemos que apenas com o advento da linguagem as coisas do mundo passaram a ser melhores compreendidas ao serem nomeadas dando lugar as primeiras sentenças de modo a favorecer melhor o pensamento humano tornando-o possível desenvolver-se a medida com que essa língua passou a ganhar precisão a melhor expressar as ideias sejam concretas ou abstratas, dos objetos exteriores do mundo aos próprios sentimentos. Podemos concluir isto ao acompanhar uma pessoa surda o qual não teve aprendizado de libras de maneira que seu desenvolvimento intelectual é severamente restringido por mais que se tenha condições de vida saudáveis e o mais perto possível de plena mesmo que compreendemos que a restrição na comunicação afeta duramente os relacionamentos sociais.

    Dessa maneira sabemos que apenas com as palavras se tornam possível construir ideias assim como expressa-las de modo mais preciso e vivo o possível. Todavia apenas com o advento da escrita tais ideias passaram a se tornar cumulativas conforme citado anteriormente de modo a favorecer um melhor aprofundamento do pensamento ganhando complexidade. Quando na ciência se diz ‘sob o ombro de gigantes’ que vem do latim nanos gigantum humeris insidentes que significa descobrir a verdade sobre verdades anteriores, refere-se justamente a este fato, de que a partir de um conhecimento alheio anterior se constrói ideias posteriores como se esse conhecimento fosse um grande prédio que ganha novos andares. Ainda que as combinações de algoritmos e letras sejam limitadas a formação de sentenças são infinitas tal como os números vão de 0 a 10 mas pode-se chegar ao infinito, e justamente em razão de esse infinito que surge o novo e o original ainda que sob bases do existente. Ou seja, nenhum conhecimento novo é integralmente original, mas combina em graus diferentes ideias que a partir desse raciocínio prévio deriva-se, das invenções e ciências apenas tendo respaldo em conhecimentos anteriores somos capazes de construir nosso próprio conhecimento, algo que Piaget postulava como construtivismo. O mesmo ocorre na ficção em seus diversos gêneros que se multiplicaram a medida com que as ideias se expandiram criando ramificações ao mesclar gêneros. Hoje mesmo em filmes observamos que há filmes de gênero ficção científica com aspectos de romance ou comédia assim como a própria ficção científica na literatura (de onde surgiram tais filmes) se ramificou numa série de novos subgêneros. Tudo surgido de um único gênero fundado por autores como Júlio Verne, Mary Shelley e H.G.Wells no século XIX dando lugar ao hard sci fi, soft sci fi, social sci fi sendo estes distopias, space opera, dying earth, eetrofuturismo, super heróis, afrofuturista, ficção fantástica, ucronia, horror cósmico e cyberpunk que por sua vez deu origem ao biopunk, steampunk, dieselpunk, pós-cyberpunk. Muitos desses gêneros mesmo eu já mesclei em incursões variadas ao longo de meus livros escritos desde 2008. O que mais poderá surgir dessa combinação?

    Como observamos minha prática solitária teve inicialmente inspiração em filmes como ‘Matrix’ ou as séries de ‘Star Trek’, mas a medida com que adquiria novas leituras a bagagem cultural me permitiu pela linguagem criar novas ideias a partir do conhecimento prévio, mediante a reflexão e crítica em processos comuns da mente. Disto deriva-se a criatividade humana que apesar de dissociada ao sexo é a única prática ao lado da concepção sexual da vida capaz de criar aproximando-nos de Deus, diria ser um ato de dar vida sem o ato sexual, mas estritamente com o poder da centelha da imaginação humana.

Apêndices de 'Apogeu Pós-moderno'.

sexta-feira, 28 de setembro de 2018

Uma Reflexão Pra Hoje

Não tenho direito de impor nada a não ser meu direito, apenas quem se acha dono da verdade se impõe contra isto. Daí as aberrações antidemocráticas, inconstitucionais e antiéticas que vemos hoje num mundo onde ninguém respeita ninguém. Não, democracia não é o que a maioria diz para a minoria, nem o coletivo ao indivíduo o nome disso é seita, democracia é o direito de fazer tudo que a lei me permite, não contra o direito alheio. Mas para extremista a única ditadura ruim é a do opositor, especialmente se essa impor o próprio direito.

Uma coisa é dizer que um afrodescendente é mal por ser negro, outra é por ter cometido um crime atroz, o primeiro é preconceito, o segundo não, pois se aparência determinasse o mal, o diabo sempre apareceria com chifres e tridente, mas não, ele pode se manifestar como anjo de luz, pois nem tudo que reluz é ouro. Estes, no entanto, a energia negativa que os envolvem é sentida, o silêncio que os precedem qualifica apenas como a própria essência do mal ainda que ocultas sob égide do moralismo, os frutos podem ser visíveis. Determinadas maldades necessitam de "justificativas" como o louco da música para dançar, mas uma moral superior não tem acepção, mente ou se contradiz, muito menos é arbitrária, mas é bom para quem é bom sem exceção. Não existe certo ou errado ao ímpeto guiado exclusivamente pelo ódio, inveja ou ganância, porém, nenhum desses são mais aptos do que eu a nada, muito menos para salvar ou tornar o mundo melhor, pois pode um louco curar o outro ou um cego guiar outro cego?

Sou cristão, homem e hétero, pedagogo e teólogo, autista, autor e fotógrafo e nenhum egoísmo tirano vai determinar o que sou como se fosse a verdade absoluta e inegável deles, não me dobro a servidão de ser menos do que sou, de ser o que fazem a esmo em suas arbitrariedades de exceção. Não sou dono da verdade, mas sou dono dos meus direitos!

Sei de meus direitos e não aceito uma vida de tóxico abusivo, de sadismo traidor e psicopatas aproveitadores, não me rendo ao terrorismo psicológico e espero que minhas atitudes e palavras inspirem o mesmo, que seja exemplo para todos que passem por mesma situação, pois o que prego pra todos, prego pra mim pois não aceito pregar o que não vivo, o resto é fariseu. Aceito respeitar apenas quem me respeita.

quinta-feira, 27 de setembro de 2018

Conto 'Guardiões do Hades' na revista Litera Livre

Conto 'Guardiões do Hades', pág.79 na Revista LiteraLivre 11ª edição, baixe seu exemplar e leia gratuitamente, clique aqui (ou na imagem abaixo) para baixar seu exemplar sem qualquer custo!
A edição dessa vez publica também um de minhas fotos e o link para a exposição que planejo com meus melhores enquadramentos.

http://cultissimo.wixsite.com/revistaliteralivre/2018


quinta-feira, 20 de setembro de 2018

Com Quem Tenho Compromisso

Os livros de minha autoria, sejam os de ficção ou não ficção configuram um trabalho autoral independente sem vínculos com quaisquer instituições de modo a demonstrar a visão e opiniões do autor sobre as mais diversas áreas ainda que se propondo fiel a moral cristã sob a condição de obras seculares tirando um livro que discute assuntos teológicos e bíblicos. Por não ter qualquer apoio a salvo um único investimento em 2012 a fins de abatimento fiscal pelo patrono o qual era amigo de adolescência os trabalhos tem a única pretensa de compromisso de seguir a ética vigente assim como a moral comum cristã anteriormente proposta, não a de fundar qualquer outro preceito espiritual ou doutrinário próprio mas estritamente filosófico.

O fato de alguns parentes aderirem a movimentos, seitas ou sociedades secretas iniciáticas antagônica aos meus princípios cristãos não determina minha posição ou que sou sendo apenas uma escolha dos mesmos sem qualquer concordância de minha parte. Digo não ter qualquer relação, diálogo ou membros de tais instituições assim como amizade ou sociedade com os mesmos sendo no máximo esporádicos contatos, muito menos trato, acordo, juramento, contrato e qualquer coisa similar. Sobretudo lembrando que a família é originalmente cristã antes de qualquer coisa, meu compromisso espiritual é unicamente com Yeshua. Minhas únicas obrigações são para com a lei e aos princípios cristãos o qual o fundamento se encontra na bíblia em não discordância com a lei.

Meu compromisso literário seria de desvelar, nortear, discernir, cortar qualquer véu místico ou de ambiguidade ao me ater a sincera objetividade como exercício de minha liberdade e resistência a tudo que se oponha a tais preceitos.

quarta-feira, 19 de setembro de 2018

Literatura: Tudo Pelo Qual Luto

Meus livros não são para os que amam o condicionamento acrítico, nem os que valorizam mais a dúvida que a resposta, o ocultamento do que a revelação, dos amantes das niilidades simplórias e normopatas, mas dos que questionam e buscam respostas que acalentem os anseios e não aceitem o vago, ambíguo e a antiética. Justamente a estes dedico tais propostas pois escrever considero meu inconformismo com a ilusão, mentira e opressão. As vezes o ato de liberdade é resistir a isto de modo que não escrevo para ficar rico, mas para ser livre, livre de dentro pra fora enquanto a opressão segue o caminho oposto. Meu ato de rebeldia aos rebeldes a lei, a ética. Tais livros assim incomodam apenas o mal, sua moralidade incomoda aos imorais, sua ética aos antiéticos, suas críticas o acrítico.

Meus livros tentam suprir tudo que não tive na vida, suprimir todo mal que passei, preencher todo vazio abissal que me impuseram, dar propósito ante toda insignificância aberrativa e contraditória, dar valor ante o desvalor, resumidamente escrevo para sobreviver ante a fatalidade homeopática da solidão, depressão e medo ante aqueles que são movidos unicamente pela raiva, ganância, luxúria doentia e inveja. Minha criação são as batidas de meu coração, sem ela já estou morto. Que as niilidades, futilidades, o vulgar, o torpe e o simplório ataque e ataque tentando tornar a mentira em verdade pois nada supera meus medicamentos existencialistas ante a dependência do vazio.