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quarta-feira, 1 de junho de 2022

Conceitos de Inibição a Corrupção

Auditar todos bens patrimoniais particulares se faz preciso por meio de um sistema único de cartórios e dados de propriedades de automóveis do Detran que digitalize ao governo federal todas transações de posse, da anterioridade e aquisição vigente, acessível a polícia federal e receita federal ao cruzar dados automáticos no sistema ao identificar incongruências que não correspondam a renda ou herança a averiguação manual se tornaria possível com fins de identificar enriquecimento ilícito, lavagem de dinheiro e uso de laranjas. Com fins de dificultar tais atos deverá ser estipulado limites para aquisições patrimoniais equivalentes a pessoa física ou jurídica, e mediante estrangeiros ambos, em particular no âmbito de terrenos e territórios. A aproximação do limite deve concentrar os maiores impostos enquanto ao piso a isenção. 

Sobretudo a fiscalização deve abarcar todas jurisdições de CNPJ, de ONGs, centros religiosos a igrejas mesmo mediante isenção tributária, sendo com fins de regulamentar a declaração de ganhos e donativos na certificação de excludente de tais crimes de lavagem de dinheiro como historicamente ficou comprovado ocorrer. Nenhuma instituição não governamental deve ter autonomia de operação sem fiscalização e transparência como garantia de que o braço legal do Estado não é quebrado. Muito menos poder para interferir a seus interesses egoístas no que diz respeito ao domínio público e direitos alheios conflagrando poder paralelo. No aspecto de suas regulamentações internas o respeito jurídico ante a não contradição da constituição deve ser igualmente garantida, sendo doutrinas religiosas e afins.

O excêntrico acúmulo desordenado de enormes patrimônios materiais devem sempre estar na malha fina e cobranças tributárias, de multinacionais em investimentos caridosos proporcionais ao ganho afim de acordar a garantia de seu funcionamento em território nacional, similarmente aos investimentos de empresas internacionais de entretenimento em projetos culturais nacionais que tem se provado um sucesso. Aumentar a garantia de transparência orçamentária dos governos da União ao estados e municípios, do repassado à prestação de contas, tanto quanto a publicação de todos feitos no exercício do cargo em domínio público como garantia da funcionalidade equivalente em serviço no cargo de modo a incentivar metas na condição para oficializar a função pública da política como profissão.

Similarmente orçamentos extravagantes que não tenham justificativas, sendo como salários ou auxílios financeiros aos altos cargos políticos e de autoridades que devem ser devidos, em particular ao não estabelecer alcance de metas propostas ao que compete suas atribuições, como de políticos os quais as plataformas de plano político não cumpram o prometido dentro de um percentual mínimo.

Trecho do livro 'O Projeto Democrático da República Brasileira' de William Fontana (Gerson Machado de Avillez).

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terça-feira, 31 de maio de 2022

Conto "Inversos do Subversor" na Litera Livre

Conto 'Inversos do Subversor', na 33ª edição da Revista LiteraLivre. Um dos 132 selecionados dentre 683 textos inscritos. O conto que integra originalmente a antologia 'Verboversos' pode ser lido gratuitamente baixando seu exemplar digital clicando aqui.



segunda-feira, 30 de maio de 2022

Melhores Frases do Autor em Maio de 2022 - Parte 3

Seleciono a seguir a terceira parte de algumas das melhores frases e pensamentos filosóficos do autor no período de maio de 2022. Clique nas imagens para amplia-las, não aceite imitações, custa caro ao autor.







domingo, 29 de maio de 2022

A Simplicidade da Honestidade e a Gratuidade da Bomdade

Os que usam a hierarquia para subir de vida esquecendo a humildade lá embaixo, melhor descer para pega-la de volta, pois caso use seu salto alto para desdenhar e silenciar alheios arbitrariamente é por não ser apta a este. Não é sua posição, títulos, diplomas ou status que te faz alguém, mas o suas obras fazem sê-lo. Não somos o que nascemos ou nos fazem, porém, a escolha que fazemos. Analfabetos com mais feitos valem mais que doutorados imprestáveis e corruptos.

A simplicidade facilita a honestidade, o oposto apenas a corrupção por merecimento. Tal como a bondade pura e simples não cobra, nem aceita ser cobrada, pois sendo altruísta se escora no espontâneo sendo serviço da afeição e empatia. 

A maldade ao contrário onerosa ao social e financeiro é cheia de pretensões cínicas, mas na intencionalidade e premeditação indica plena consciência e assim responsabilização. Estes, a maldade que não destroem e os justos que não subjugam desacreditam. O primeiro por serem si mesmos os segundos por serem o que estes apenas fingem ser. Estes que se promovem com o direito alheio, ameaçam tirar o que é direito por nunca oferta-lo, mas usa-lo em chantagem. Mesmo sua falsa bondade e esperança é morosa e dolorosa, como se da amargura vendessem sonhos doces. A cobiça gananciosa e avarenta é generosa no favor apenas de tirar de quem tem menos para que estes tenham ainda mais. A caridade de tirar os direitos individuais e naturais da vítima para que este alimente a necessidade de seu vício parasita. Ao discriminado os bons frutos devem ser tirados para que a discriminação se consuma como sua inferiorização neutralizante a pretexto de libertação, senão apenas do valor que este tem para que o niilismo torpe o arraste a insignificância que lhe convém, apenas a quem não vale nem o que tem. Há os que desejam realmente te representar e aqueles que desejam apenas te usar como retrato de Dorian Gray dos próprios deméritos.


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sábado, 28 de maio de 2022

A Falsa Justiça Que Faz Sofrer o Justo Deve Sofrer a Si Mesma


O serviço auxilia a quem precisa, desde que não sofrendo injusto ônus por este feito, similarmente a legítima justiça não deve sofrer a si mesma pois ela penaliza o que comprovadamente lhe é oposto, pois caso penalizasse o que é justo ela não seria justiça. Por quanto a justiça que venha a arrolar alheios em injustiça esta não é seu exercício senão extensão do que deveria combater, e assim sua penalização devida. Devemos apenas reprovar o que nós condena injustamente.

Todavia, o combate ao crime é um remédio que ataca os sintomas, a prevenção é tão precisa quando trabalhar as relações públicas e sociais das corporações policiais ante agentes perniciosos que dificultam o exercício da defesa da lei e sua adequada reputação com abusos que apenas produzem o gelo que enxugam.

Os que alegam ajudar são os que incapacitam para se reputar positivamente pelo próprio mau que induz, os que ajudam os que tem dificuldade de caminhar são os mesmos que lhes quebram as pernas ou lhes colocam grilhões, os que impedem de ter ganho sempre serão os mesmos débeis que não esquecem de cobrar dos que por isso devem por se onerar. A extorsão draconiana advém da autocracia despótica que é morosa e penosa no direito da vida, não para cobrar. Mais fácil um agiota cobrar do que oferecer, as faturas que fraturam o orçamento são pontuais, os direitos a receber jamais! O massacre espúrio que marginaliza assim gera o próprio mal que é e dissimula combater. Um séquito imprestável e parasita que vive apenas dos problemas que estes mesmos geram.

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sexta-feira, 27 de maio de 2022

Relações Informacionais entre o Ausente e Presente

Os códigos binários não partem de dualidades antagônicas, mas o 1 e 0 como a presença ou ausência. A importância do zero como 'nada' é exemplo curioso de como influência alguma coisa, não sendo assim inexistente, tal como as condições quânticas de posição e velocidade (princípio da incerteza) ou de estar ou não estar (gato de schrödinger) são exemplos de como similarmente os números virtuais apesar de aparentemente não existirem (ou serem ausentes) influenciem o resultado do que está presente. Como os percentuais probabilísticos consumados precisam do excedente não ocorrido para conjectura duma previsão possível, o zero assim não implicaria necessariamente a inexistência, mas uma ausência dentro da realidade como das possibilidades não ocorridas, sendo ausentes de serem consumadas, e ao ser este consumado presente assim depender indiretamente de sua relação. O fato de algo ser desconhecido não implica inexistência quando este interage ao ter relações com o conhecido, dessa maneira, ainda que fora do horizonte de realidade conhecido podemos intuir o rascunho duma existência por estas relações, donde fenômenos emergem sem explicação plena.

A exemplo de sistemas quânticos temos os códigos ternários que parecem curiosamente sobrepor estas possibilidades simultâneas como dobras dimensionais de possibilidades em si, conjecturando um fenômeno quântico de estar presente e ao mesmo tempo ausente como uma alteração sobreposta de ambos. Concluímos assim que o 'nada' em termos físicos e filosóficos é uma impossibilidade pois existir nada na semântica é contraditório a não ser supor sua ausência ou o desconhecido. Porém, uma vez que mesmo o ausente (o número 0) interage com o presente (1) binário supomos que algo fora do horizonte de realidade ou mesmo fora da realidade pode interagir e influenciar de modo relacional o conhecido e presente na existência de nossa realidade. Uma coisa que não existe não pode interagir com algo que existe, sendo requisito físico e filosófico este ainda que ausente direto. A influência dessa ausência é a informação que fenomenologicamente estabelece relações com o presente uma vez que a perda da informação para a física é contravenção, não sua ausência. Sabemos assim que substancialmente as relações se perfazem por fenômenos da informação assim como sua ruptura gerando em si efeitos análogos nocivos a exemplo de isolamentos prolongados.


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quinta-feira, 26 de maio de 2022

A Loucura é o Novo Normal

Como digo nos livros de minha autoria a ilógica é a lógica que combate a lógica comum. Similarmente muitos axiomas postulados por mim observo o reforço cotidiano ante absurdos que ousem aspirar a normatização do intolerável. A ideia estática e imutável de que as coisas do mundo são como são em si mesmas, são negligências relacionais como suas rupturas de isolacionismo, na destituição de relações  casuísticas e simbióticas. Algo na sociedade ser apenas o que é por sê-lo, negando relações diretas e indiretas ou seu livre-arbítrio, de modo que mesmo seu antecedente assim é um eco reprodutivo e acrítico da repetição desse vazio ao vindouro, como postulado demagógico de ciclos viciosos. 

Isso atesta a insanidade de que o louco é louco por simplesmente ser, e as vítimas são frutos do amor fati. Similarmente ao não provar a relação entre crimes comprovados (que não invalida os crimes sofridos e suas provas em si), antes os que deveriam se atribuir a competência de apura-los ao nada fazer recai a dúvida de negligência negacionista no agravante de espionagens clandestinas donde se privilegia de informações como prova das próprias relações em si, como se antes a prova das alegadas suposições da vítima pudesse ser usada como prova contra si. O esdrúxulo da alegação de "acabar" a quem primeiramente denunciou na negação das provas reivindica o mais absurdo ignóbil ainda, de que no ideal da suspensão destes fatos e leis a vítima deverá cooperar com o crime que sofrer como um bovino deva se apresentar a churrascaria espontaneamente. 

Todo egoísta é avarento e ganancioso e sua inveja não consumada se transforma em ódio, este acredita que a vítima deve viver na escassez de privações de seus direitos constitucionais para os privilégios licenciosos de seus excessos, contra o direito  destes. Como digo o racionalismo é substituído pelo racionamento como razão da desigualdade.

A geração de problemas tais são antipragmáticos sendo apenas idealismos da adversidade sem função significalista para com o justo empenho ou verdade ao normatizar males sociais e doenças psicológicas promovendo vícios excessivos e desordenados como necessidades, ainda que travestidos em eufemismos falsamente polidos. Tais aberrações contra todo tipo de direito conflagra senão um delírio que por meramente ser constituído por espúrios poderes secretos dominantes julga-se são e aprazível como uma lógica invertida que convém apenas as embaixadas do inferno. Insanidade instalada esta que acredita ser capaz de alterar efeitos sem mudar as causas, ou esperar consequências iguais de ações diferentes. Aonde cabe ao acusado o ônus de provar a inocência por ser culpado até que se prove o contrário ao contrário daquele o qual provou-se os crime sendo inocente ainda que provando oposto. A vítima então deverá pagar pelo desconforto proporcionado ao algoz draconiano autocrata, pois ela será eterna suspeita no fascismo eterno, a menos que ela tenha fim para que tal fascismo nunca tenha. A loucura é o novo normal e não aceitar isso é loucura


quarta-feira, 25 de maio de 2022

Relações Ontológicas entre o Ente e o Ser

Ante a ontologia entendida podemos dizer que nada existe por si mesmo o que implicaria a Deus, porém, existe por sua relação a realidade e ambiente tanto como por antecedentes e antecessores. Assim sendo pode ser este um ente integral ainda que não absoluto como a suposição de Deus. Pelo mesmo motivo que a condição da suposta maldade como degradação da integridade ao declinar as desordens relacionais e informacionais relativas. O fator do equilíbrio e harmonia opera não por uma ordem qualquer, a não ser pela ordem da proporcionalidade e simetrias donde advém as espontâneas relações de causalidade como o consensual. Disso a incidência dos acidentes e coincidentes crescentes surgem dessa desordem relacional e informacionais ainda que a intencionalidade, sendo porém este um desvio ao finalismo como os males. Os males estes que tais relacionais atacam o ente, sendo estes males físicos, mentais tanto quanto sociais e morais.

Isto pois o ente está nas relações e o ser em si mesmo, porém, ainda que este ser sendo inacabado não significa sermos infinitos. Assim a maldade ainda que mediante tipos (conforme mencionaremos abaixo) ou características nascem das relações mediante o poder estabelecido no rompimento de tais proporcionalidades e harmonias, ainda que sob um escrutínio de ordem, sendo pela operação da desordem autocrática e arbitrária, tanto como os que apregoam a ordem do caos. 


A maldade para o catolicismo é:

- Metafisicamente o mal é não ser;

- ontologicamente é privação do bem devido ao ente;

- Gnosiologicamente o mal é ignorância;

- Moralmente e fazer o que não se deve

- Espiritualmente o mal é o pecado;

- Organicamente é a doença;

- Politicamente é o malogro do bem comum;


Conjecturar uma ciência do tudo, como cosmologia ou ontologia ao holístico que contradiz em subjugação o ente, é deformado e incongruente em si mesmo. Sendo nada mais que numa pannomia panpatica.

Um sincretismo rocambolesco é como uma fachada do que não é, ao distante. Pelo geral aparenta formosura saudável, mas de perto as ranhuras como  precedente do âmago contrário. O holístico como ontológico ou cosmológico não sincretiza em acúmulo de organização estética a não ser epistemológica e ética. Assim como o ensino silábico a composição das frases não constituem uma sobreposição anulativa, o letramento pós-graduado não contradiz a alfabetização. Pela mesma razão que a epistemologia não se sustenta nas nuvens de apofanias vulgares.

Antes a exemplo de uma doutrina do qual apregoa em sua prática a necessidade de culpar o alheio sem culpa comprovada, implica esta doutrina ser culpada em si mesma e assim condena a si própria, ainda que através de alheios. Réplicas moralmente fracas de Cristo que apenas comemoram os crimes e pecados.

Por isso o conhecimento legítimo em sua coesão é integral em si mesmo na sua aplicação isenta que por isso não sofre a si mesma, enquanto em sua vez a instrumentação destitui o finalismo de determinada filosofia ou técnica, tanto quanto seu adornamento quando camufla seu oposto, como advoga falsamente a hipocrisia e moralismo, como chamar a adulteração de integridade. 

Um ente íntegro é um práxis ontológico ao não implicar que ele faça uma só coisa, mas todas as coisas que façam sejam com integridade. Implica que independente do setor, área ou momento este tenha a mesma honestidade independente da circunstância deste, a salvo o ato que em si mesmo sendo injusto ou desonesto implique a ruptura, como a exemplo da hipocrisia ou moralismo do duplo padrão moral tanto como apresentar-se-á como dupla identidade. Não podemos cometer um erro de modo certo tanto quanto um acerto pelo erro ainda que favoreça moralmente em legitimidade  a vítima disto. O contraditório sendo sua máxima é ruptura e corruptora nisso ao apresentar interrupções relacionais anteriormente estabelecidas sendo esta em uma quebra de simetria ainda que proporcional. Tal sincretismo deforma e subjuga na busca por uniformização do ente como veremos a seguir.

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