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sexta-feira, 10 de junho de 2022

Melhores Frases de Junho de 2022 - Parte 1

Melhores frases do autor no período de junho de 2020, parte 1. Clique nas imagens para amplia-las.










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quinta-feira, 9 de junho de 2022

O Perigos Antidemocráticos no Brasil

São conjuntos que começam com coros falados e só aos poucos, passando pelas mais esquisitas transições, convertem-se em riquíssima música vocal; coros que, portanto, percorrem toda a gama de matizes, a partir de murmúrios graduados e diálogos antifonais até a cantarola, antes de alcançarem a plenitude do canto polifônico. E tudo isso recebe o acompanhamento de sons que têm seu início em meros ruídos, tais como rufos de tambores negróides, fanáticos, misteriosos, ou atrôos de gongos, mas estendem-se até aos domínios da mais sublime música. Quantas vezes essa obra intimidante por seu afã de revelar através da música as coisas mais arcanas, a besta no homem tanto como suas ambições mais sublimes, quantas vezes, repito, não lhe pespegaram a acusação de espírito barbaramente sanguinário e, ao mesmo tempo, de anêmico intelectualismo!” (Mann, Dr. Fausto)

Toda ditadura tortura, censura, sequestra e mata, de modo que seus sintomas auto-alusivos depõe contra si mesmo ainda que se impondo através disso sobre os que estes acusam sê-lo, de igual modo que os paralelos ao passado de todo erro repetente atesta apenas uma reacionária latente. E ainda que ante o fim oficial desta ditadura no Brasil, bolhas disto persistem em oculto sob as sombras do que a constituição ilumina, poderes paralelos e secretos que tiram o pouco e direitos de vulneráveis para que tenham mais e privilégios licenciosos. Tanto quanto a escravidão sob mascaras e camuflagens em pleno século XXI, como a escravidão por dívida. Isso é promovido deliberamente por uma razão simples, o ódio e medo tal como demagogias e a ignorância promovida ao povo que servem a um claro projeto de poder dos dominantes que usam se possível da democracia e serviços públicos em injustiça para destrui-la. Onde os que chegam a verdades, descobertas e soluções relevantes passam a ser punidos e perseguidos, quando não mortos, ao tornarem seus feitos no problema que sempre se impôs. Como se os que descobrissem a cura para moléstias e males devessem ser mortos a pretexto de criar a doença para que estes explorem a doença afins de vender a cura.

Onde nossos frutos e obras valem mais que nossas vidas e direitos, sabemos disso por uma máquina de informações privilegiadas, tráfico de influência e obstrução da justiça a benefício egoísta e desigual por meio de acobertamentos, silenciamentos e omissos criminosos. Aos que veem nossos direitos como brinquedos atesta apenas a máquina de alta periculosidade que são para sociedade. Porém, impunidade não prova inocência, obstrução da justiça não prova honestidade e crime sem autoria provada não prova que não ocorreu.

Trecho do prefácio do livro 'O Projetos Democrático da República Brasileira'.

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quarta-feira, 8 de junho de 2022

A Hipótese do Autoconhecimento Empático

Caso a ideia do Dr. Daniel Goleman sobre a inteligência emocional seja verdade ao dizer que a empatia é em proporção ao autoconhecimento, isso explica o motivo do narcisista se aproximar da psicopatia ao desprezar o sofrimento alheio e desdenhar do talento e inteligência alheia, pois ele não pode reconhecer alheio caso não reconheça a si mesmo. O narcisismo como um autoconhecimento parcial e exagerado de si pelo ego inchado é um espelho torto do qual a medida que distorce a si mesmo para cima, distorce alheios para baixo. Sobretudo, semelhantes melhor se identificam, e pelo motivo que alguém estúpido não seja capaz de reconhecer o talento e inteligência alheia, um charlatão e criminoso faz o mesmo com a honestidade de terceiros. Similarmente os de baixa autoestima agem ao amar alheios mais do que si mesmos, tornando o amor uma relação obsessiva e doentia. 

O psicopata como um vampiro não se enxerga no espelho do autoconhecimento, ante os excessos do ego que suprimem suas falhas graves de caráter sobre suas vítimas. Não podemos identificar em alheios o que não identificamos em nós mesmos, por isso uma pessoa mais inteligente está mais propícia a empatia com terceiros, pois alguém que não sabe desenhar nunca poderá fingir desenhar bem, ao contrário do desenhista hábil poderá rabiscar desenhos ruins. Por esse mesmo motivo alguém inteligente pode ter empatia com alguém que não tenha a mesma inteligência ou conhecimento, ao contrário do narcisista ou psicopata. 

O ego inchado e inflamado do egoísta disso nasce como prevalência da própria vontade a negando para alheios o que deseja pra si, tanto da imposição sobre suas vítimas em injustiça o que não aceita pra si mesmo. Esse ego parasita ao invejar em ganância não admite que a vítima seja, faça ou tenha o que ela acha que apenas ela pode, deve ou merece ter ou ser, pois ela não conhece a si mesma, e muito menos é capaz de entender sobre humanidades, muito menos quando não tem as mesmas habilidades e vocações do invejado. Antes a empatia ao se colocar emocionalmente no lugar de alheio e sentir suas carências e dificuldades. Tal sabe a mesma proporção reconhecer seus próprios erros em si mesmo, tanto quanto os limites de seu conhecimento, ao contrário da vaidade e hipocrisia dos narcisistas em sua mania de grandeza. A megalomania como a síndrome de Deus é um transtorno da desigualdade induzida necessitando da inferioridade da vítima para sua vã glória e exaltação, quando esta extravia aos excessos cruza a linha da mitomania em delírios narcisistas como surtos psicóticos egorrágicos. Tais surtos equidistante da realidade efadonha do próprio ser sempre terá por traço do péssimo autoconhecimento o alto grau de toxicidade e negativismo abusivo e manipulador com a vítima. Essa última instância do autoconhecimento é a oneração do ego na negação dos fatos e suspensão total, ainda que temporária da razão em absoluto desalinhamento informacional da exterioridade objetiva como visto em análogo a insanidade, ainda que esta controlada conscientemente.


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terça-feira, 7 de junho de 2022

A Tolice Hipócrita da Vaidade


O pior tipo de tolo é o que se acha sábio, antes mais sábio o que se acha tolo ou é forçado a sê-lo. Não tenho todos os direitos que quero exercer, não quero fazer todos que a lei diz, porém, tudo que faço são meus direitos. O corrupto em sua tolice como privilégio é o oposto.
Para este sou apenas o que acham que ainda serei e o que nunca tive ou nunca começou o que acabou, pois para estes antônimos são sinônimos e os sinônimos tem diferença entre o tanto faz. Ainda bem que o cérebro não dói, pois a ausência dele apenas dói, faz injustiça e mata.  A prova de que excitação intelectual não é ereção é isso, caso fosse nunca existiria estupro com estes. Mas o idiota acredita na própria mentira pela mesma razão que o burro que crê na sua genialidade.
Se o gênio é o louco que alavanca descobertas e revelações, o psicopata é o louco que apenas se acha inimputável na crueldade. Por esse motivo não tente agradar a todos, mesmo pois nem todos te agradarão, e se um dos dois acontecer é por falsidade sua ou de muitos.
Porém, estes pretéritos imperfeitos que se acham o futuro por acharem que a reacionaria é um presente, não admitem a própria extinção moral e intelectual deletéria aos museus passadinos, antes lustram e ilustram novas roupagens sobre a ressurreição da fênix cadavérica do ignóbil, pelo ad nauseam. A mentira como o sopro do que nunca existiu precisa reafirmar seus votos diariamente por meio de tais falácias. 
Porém, se as artes da luz são as da revelação de verdades e soluções, ao contrário das baixas filosofias que apenas como artes obscuras fazem alquimias de mentiras pela manipulação retóricas, em antagonismo a seus rivais iguais que reprovam em alheios o que eles mesmos são repetentes. A repetência de seus erros é a reprise eterna dos deméritos ainda que travestidos do oposto.
Por isso para descobrir os verdadeiros milagres primeiro temos que limpar a sujeira do charlatanismo, como a honestidade humana que além de ser um espermatozoide vencedor vence o charco do caos sem se corromper. Há aqueles que conseguem o absurdo de se sujarem em lugares limpos e aqueles que saem limpos de lugares imundos, como Andy Dufresne ao rastejar pela fuga através do esgoto. Apenas o último tem valor, o resto tem apenas o ego com ilusão disso!

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segunda-feira, 6 de junho de 2022

Trocas de Favores e a Cultura do Estupro e Corrupção

Certa vez ao reclamar meus direitos ante a situação de injustiça que já há uma década atrás sofria, fui ao Ministério Público onde me passaram a um assistente social. Um senhor que me recebeu e após ouvir meu caso falou clara e objetivamente que era necessário favores sexuais por ser uma "cultura brasileira". Não entrarei em detalhes enfadonhos, nomes ou especificações, todavia muito antes das designações da "cultura da corrupção e estupro" para mim ficou claro, como conhecimento de causa suas origens.

A cultura do estupro e corrupção tem raízes nas facilidades das trocas de favores, do "jeitinho brasileiro" de subornos, presentes aos agrados sexuais que desprestigia alheios em benefício próprio, por melhores posições, cargos, promoções. Facilidades, especialmente as impunes tem efeitos entorpecentes de vícios como as drogas ilícitas aqueles se aproveitam disto.

A exemplo de Jeffrey Epstein e tantos similares a cada 9 mulheres que conseguem algum sucesso nas trocas de favores sexuais outras 50  são fracassadas sequeladas.

Disso uma matriz ineptocrata donde as pessoas não são contempladas por suas vocações, formação ou aptidões, mas antes de "cair nas graças" de ciclano ou beltrano sob as alcunhas da meritocracia, utilitarismo ou mesmo necessidades. Sabemos que mesmos termos quando diferentes possuem características, efeitos e causas iguais, nas bocas de alguns não passam de sinônimos.

Este mal é previsível, pois apenas repetem tentativas do que antes tentaram repetidamente e fracassaram em seus objetivos, a não ser na impunidade do próprio ato em si. Nunca houve avanço a não ser dos crimes de tentativa em si, e antes nunca se provaram serem melhores, justos ou gênios ante o fracasso de desacreditar seus alvos, ao invés disso dando cada vez mais razão e moral as prejudicadas por isso ante o povo. Isto pois sua corrupção é o maior enredado de colcha de trapos do mundo que apenas não se enforcam eles mesmos pelo acobertamento. Como diz Einstein: estes ao repetirem as mesmas coisas e esperarem resultados diferentes apenas provam a própria insanidade.

Antes não há progresso na corrupção por esta ser essencialmente a real natureza de todo retrocesso senão no avanço autocrático e despótico e todas vertentes distópicas de poder. O máximo que fazem é estagnar vidas produtivas e economias, no mais apenas a degradação da sociedade. Uma legião inaptos a cargos de administração, política, comércio ou artes mostra que sua ascensão na ausência de talento e inteligência apenas ocorrem por prostituições tais. Pressões sociais e culturais empurram estes ao desespero favorável a se submeter a atos tais.

O poder regenerativo da resiliência popular independente do quanto estes sejam derrubados ou empurrados as aias do abate social atesta que este poder obscuro está cada vez mais acossado e na ausência de credibilidade e legalismo apenas resta apelar ao medo, mentira e ódio.

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domingo, 5 de junho de 2022

Editorial do Mês


Esse mês recebi um número de visitações ainda mais baixo que os anteriores, o mais baixo em diária e mensal em meses após apenas 3 meses de ter o recorde de 8.000 visitações no mês, foram menos de 1500 visitações em maio. Uma vez confirmando antes as adulterações os padrões forçosamente erráticos são auto-alusivos a tentativas de maquiar resultados desfavoráveis  tanto quanto de excluir convites de publicações e entrevistas ao autor, condições aonde perguntado não tenho o direito não apenas a falar de minha produção como de responder refutações e críticas. Isto interessa apenas a censuradores que os mesmos nunca respondem questionamentos não apenas de suas argumentações como de suas atitudes moral duvidosas e legalmente dolosas, antes como igualmente comprovado usurpam prerrogativas e impedem estes mesmo de inquiria-las.

Visitações do mês de maio.

Pessoas que normalmente não refutam, circundam, atacam em falácias, pedantismo gramatical, sofismas e sendo as mesmas que não aceitam oposição e crítica mesmo na negação dos direitos da vítima, invertem e te acusam do mesmo. Poucas pessoas conseguem dissuadir em retórica embasada alegados erros apontados nos meus textos. Estas demais sendo tolas presunçosas, quando não partem para o desdenhar velado de indiretas, literalmente ofendem, sendo as mesmas que depois copiam. Falam mal em intrigas e fofocas pelas costas e elogiam falsamente na frente ou te atacam do que elas mesmas fazem em agravo.

O mesmo comportamento autocrático de seitas que silenciam, sabotam e excluem e pelo qual desafiadas a provar seus insinuados crimes apenas se esgueiram para quando reivindicar seus direitos negam e sonegam fatos e a lei partindo para ameaças e injúrias. Para estes o qual o mero 'necessitar' ou pois 'posso', e adjacências análogas em sinônimos são determinações de argumentações que ausentes de porquê não se pode revogar. Muitas poucas vezes fui refutado factualmente de modo demonstrado a não ser desdenhado em tais circundantes. Observações postas abaixo "comentem" raramente são correspondidas tanto quanto o dizer "aceito críticas desde que embasadas" por pessoas que se limitam ao no máximo argumentar que não gosta pelo mesmo motivo que o azul ou amarelo não acham bom, as mesmas que te acusam caluniosamente o que elas mesmas fazem pior. 

Desmando é toda ordem antagônica a lei e ao direito alheio que subtrai tanto o direito a expressão e palavra quando de questionar ou ter respondido seu questionamento a exemplo de indiretas covardes. A alegada “voz de deus" que como narrativa não aceite réplicas ou tréplicas, o mesmo que diz que “manda quem pode, obedece quem tem juízo”,  pois estes são os que ditam que “façamos o que dizem, não façam o que fazemos". Estes preferem nos  calar rebaixando em numeros desumanos, pois números não tem direitos ou personalidade próprias.

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sábado, 4 de junho de 2022

Conto 'Fobogonia'

Esse conto é sobre alguém que leu um conto o qual acreditar nas palavras pelo medo torna-lo-ás reais. Como um espúrio e profano grimório donde uma fobosofia evoca tornar os pensamentos sensíveis em demônios criados por nossa própria mente. O medo ardoroso como crédulo no sombrio da lugar a uma profana fobogonia dos quais os versos necessitam do nocebo de nossa psiquê agora parasitadas pela sugestão a encarnar na fenomenologia da psicossomática, um universo de verboversos donde a ideia germinada ganha vida própria na nossa consciência a se tornar uma persona em si. 

Como psicóloga estudei com acuidade um paciente possuído por tais ideias alimentadas no incendiário fogo do medo e ódio. Usava meu jaleco e crachá de pesquisadora sobre a natureza e origem das desordens da insanidade humana que sobrepujava em sua mente toda verdade e justiça dos fatos e lei. Ajeitei meus cachos dourados ruborizada ao sentir o medo daquele sujeito quando por meu nome fui solicitada, Katia Alvarez.

O paciente que alegava ter fugido dum lugar chamado 'Buraco da Cruz' constei não existir em quaisquer mapas e suas deletérias vítimas cujas vidas esquecidas eram inversamente convertidas em meros versos donde habitava a bizarra biblioteca de seu anfitrião, Ozak Fortuna. Alessandro Mendeiros Jr. tinha todos os sintomas de estresse pós-traumático, porém, após exames observei um agudo desenvolvimento moral retardado entre a atrofia das articulações sociais ante reações de obtuso afastamento semântico da objetividade linguística. A loucura é uma possessão de ideias desordenadas ou a possessão é uma insanidade desalinhada aos fatos e lei? Ao indagar isto a ele este com olhos vidrados em ódio fixou em mim e falou.

– Pela fogonia vi nascer todas as possibilidades variáveis de distopias que libertará a humanidade dessa mediocridade social, onde você deixará de existir senão como uma relés obra de ficção e a ficção distópica se tornará realidade!

A vitima que permaneceu encasulada sob abusos permanentes parecia estar se metaforizando no próprio mal que ostensivamente sofreu ansiando saciar seus traumas sobre alheios na reprodução viciada do que sofreu. Parecia outra paciente, a Tatiana Silveira que após sofrer abusos por anos agora espumava a boca desejando sofrimento e a destruição de pessoas sem culpa.

–  O senhor sabe bem que tais atos cruéis e vilanescos são mal vistos por maior parte da população e atos tais de injustiça geram revolta e repulsa do povo? Por qual motivo nega a realidade dos fatos e da lei?

–  Pois é preciso! É necessário para alimentar Osak, o mais forte dos maiores, e apenas assim nossa realidade emergir. O medo como punhais penetraram minha mente por tais ideias para ser capaz de entender o que nunca será capaz, sua burra! Apenas o batismo do medo e sangue fará emergir nossa realidade. – Terminou ele de falar em ódio compenetrado contra mim. 

Ele desejava que eu fosse cancelada, apagada e silenciada para me tornar relés verbos fictícios esquecidos para que os verbos do medo encarnassem. Antes o verbo divino em sua encarnação do que a do medo e ódio daquele vício entorpecente.

A ignorância resiliente que independente de toda instrução e fatos parecia ganhar força do ego interior o qual os sintomas narcisistas sempre serão negligentes aos direitos alheios em qualquer empatia e afeição. Sendo estes em surtos psicóticos egorrágicos que se aproxima da psicopatia como uma insanidade autoconsciente.

Como ele ao ler aquele conto sobre ideias que ganham vida independente dentro da mente dele este passou a ter sintomas análogos pela sugestão ou verdade? Era esquisito como o medo e ódio impregnavam aquele lugar de modo que parecia afetar a realidade randômica, não apenas através do comportamento daqueles expostos aquelas volições que irradiava aflições, e buscava suplantar ao todo que há de bom.

O medo e o ódio parecia ganhar vida psíquica independente por se aglutinar em padrões randômicos a partir de densidades emocionais. Em alguns casos surgiram da mente destes e se tornaram independentes, minando na dupla personalidade por rupturas informacionais entre as diferentes densidades da psiquê que busca elimina-la. Como os processos mentais da amnésia que tenta desligar traumas, alguns dizem abrir as portas das percepções e consciência à mentes flutuantes de camadas espirituais dos demônios, outros dizem ser um demônio criado pela própria mente, como a lenda de Asmofobos. Enquanto as portas de todas coisas aprazíveis eram fechadas para aumentar as tensões, apenas ansiavam abrir as portas do inferno. Similarmente algumas ideias ao se instalarem na mente humana. Temos que ter a mente forte ao não se deixar dominar pelos verbos vernais do inferno e expô-los para definhar antes que drenem a vitalidade do hospedeiro. Apenas espero que eu não me torne palavras num texto, quando apenas tais males deveriam nunca sair do acetato e tomar a realidade. Porém, naquele momento alguém me ligou identificando ser de uma instituição chamada "Escola dos Mistérios da Loucura" dizendo ter agora jurisdição sobre meu paciente.


Conto da antologia 'Verboversos' de William Fontana (Gerson Machado de Avillez). 

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sexta-feira, 3 de junho de 2022

Os Motores da Democracia

Foto: Tony Winston/Agência Brasília/Divulgação 

Os três poderes são independentes nas atribuições de suas funções abertamente conhecidas, sendo porém relacionadas não mediante uma hierarquia, porém sua segmentação  as demais. O executivo cabe a execução do que fora julgado em isenção de fatos e lei pelo judiciário que fora legislado, por sua vez pelo legislativo. Assim mediante a falha de julgamento acarretando numa execução equívoca atenua-se a mesma, mediante o desconhecimento do equívoco, tal como mediante este julgamento por uma equivocada legislação (ou sua interpretação), a menos que o judiciário julgue em si a validade constitucional de determinada lei, ainda que caiba ao executivo como executar algo ante a legislação. 

O judiciário ante o mesmo, na atribuição de todos três, que sempre devem atender de modo intercalado o operativo na isenção ao rigor constitucional e dos fatos mediante a transparência como devida satisfação ao que unicamente se submete, a constituição democrática como serviço ao povo mediante sua pluralidade, independente de crença, ideologia ou posição política, sendo estes prestados ao escrutínio público mediante a igual condição de autoridade constitucional em sua delimitação dentro de seu ônus e bônus proporcional a responsabilidade delegada ao que convém o cargo. 

Ainda que um fruto influente do positivismo a validade prática apenas é deteriorada mediante a falha e parcialidade tanto no exercício, quanto nas condições para estes, sendo por isso uma amplitude de avaliação contextualizada não apenas mediante os três poderes, porém exercida em suas atribuições. Sabendo que a lei é garantia constitucional não apenas nos deveres como os direitos de todos, estas garantias porém atingem apenas onde a lei se faz presente, ao contrário de forças obscuras e poderes paralelos tanto quanto práxis corruptos e parciais. 

Estes assim são ferramentas as quais não devem a nada se submeter como um instrumento a interesses parciais de grupos privilegiados. Por isso mesmo classes diferentes possuem interesses distintos (p.183), de modo que os conflitos políticos de seus interesses devem ser moderados por estes ao interesse da garantia do bem comum e constitucionalidade que torne a democracia plena e funcional, ao contrário dos despotismos draconiano e oligarquias que excluam, silenciem e censurem quaisquer fora dos ditames jurídicos julgados em sua constitucionalidade, como os ausentes do agravante da intencionalidade, hediondos, vulnerabilidade e excesso.

Por este fato a ponderação de tais poderes há de desagradar em determinado momento alguns destes grupos sendo a busca por equidade um modo de fazer valer as garantias de direitos inalienáveis e básicos, como pilares da democracia e não apenas do exercício cidadão como eleitorado ante a necessidade circulatória da rotatividade de poder contra a estagnação incapacitante a ajustes mediante o povo. Antes sendo está as garantias das condições do exercício dos direitos cidadãos que garantam o impedimento de seu declínio a marginalidade, pois o crime primeiro numa democracia advém do culposo ato negligente de ser falto em seu cumprimento constitucional básico. Por esse motivo os direitos constitucionais são os primeiros legais atos de serviço ao cidadão em sua oferta gratuita ao atribuir a posteriori os deveres mediante o respeito ao direito alheio e ante a renda, ganho e lucro disto proveniente tanto quanto a penalização em agravo mediante o exercício criminoso além direitos, mediante o fato deles já terem sido supridos. O antagônico mediante o atenuante ante as privações e provações como da escassez ou discriminações permanentes ou insistentes.

Ante tais males os três poderes não são três patetas, porém ante atrozes situações de risco a democracia podem ser três porquinhos perseguidos pelo lobo mau da tirania.

Nisso mesmo julgamos os atos condenatórios ao atestar a falência moral e intelectual de determinadas políticas e doutrinas ante seu correspondente práxis, ao contrário daquelas doutrinas os quais apenas se tornam por estes mesmos problemas impraticáveis em sua plenitude.

O serviço auxilia a quem precisa, desde que não sofrendo injusto ônus por este feito, similarmente a legítima justiça não deve sofrer a si mesma pois ela penaliza o que comprovadamente lhe é oposto, pois caso penalizasse o que é justo ela não seria justiça. Por quanto a justiça que venha a arrolar alheios em injustiça esta não é seu exercício senão extensão do que deveria combater, e assim sua penalização devida. Devemos apenas reprovar o que nós condena injustamente.

Todavia, o combate ao crime é um remédio que ataca os sintomas, a prevenção é tão precisa quando trabalhar as relações públicas e sociais das corporações policiais ante agentes perniciosos que dificultam o exercício da defesa da lei e sua adequada reputação com abusos que apenas produzem o gelo que enxugam.


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