Páginas Sobre

quarta-feira, 21 de outubro de 2020

Pseudointelectualismo: O motivo Pelo Qual Crimes Graves Precisam de Outros Crimes

Assim como a mentira frequentemente serve para proteger e defender o erro, concluímos que um verdadeiro intelectual não pode ser mal pela razão de que não precisa disso, tanto como de sofismas, falácias, inversões e demagogias para afirmar atitudes moralmente duvidosas ou condenáveis. Tais artifícios buscavam atribuir valores enganosos como moedas falsas.

Nem tudo que reluz é ouro, nem tudo que é metálico é prata. Ainda que um latão seja vendido caro como ouro, não há o valor do ouro, mas superfaturamento, assim como algumas demagogias não passam de niilismo inflacionados. O ouro pode parecer sem valor na lama assim como as notas pisadas, mas o valor não muda. Como julgar o livro pela capa ou tirar o valor por uma vírgula equivocada os preceitos ilusórios nascem do engano de percepções artificialmente induzidas pelo engano, como na mágica.

O limite da liberdade, bondade e legítima intelectualidade é o direito alheio, ainda que doutrinas ideológicas preguem argumentos libertinos a imposição e a desproporcionalidade contra o direito alheio não é coerentemente argumentada. Não por menos por isso, ofensas, ameaças, chantagens, injúria, difamação e calúnia são considerados crimes. O mesmo motivo pelo qual o extremismo e radicalismo tanto como as ditaduras necessitam recorrer a tais meios. O impostor impõe a força o além de seu direito, o sábio conquista mentes e corações livremente.

Mas assim há males e "crimes" mesmo indiretos contra alheios mesmo que camuflados como ideologias. Um exemplo está na desigualdade ou radicalização capitalista que meramente ao empobrecer tira direitos constitucionais dos mais pobres como de ter moradia, acesso a educação, alimentação e saúde de qualidade, constituir família. Tais sofismas ideológicos podem assim se camuflar em todas as matizes sob pretextos variados, dos religiosos ou políticos, mas que sem essa roupagem demagógica lustrosa não passam de males pseudo-intelectuais.

Para lerem o artigo completo no site Obvious Mag acesse clicando gratuitamente aqui.

segunda-feira, 19 de outubro de 2020

Página do Autor no Wikipedia

Após anos lentamente publicando em sites, revistas, blog e antologias parece que alguém finalmente escreveu um artigo biográfico meu no Wikipedia, mas mesmo tendo sido aprovado pelos editores e entrando no buscador fora deletado posteriormente. Sei que qualquer zé ruela pode apagar isso lá, mas o fato de aparentemente ter uns dados equivocados não justifica, nem falta de respaldo pois tenho publicações e leitores o bastante para ser um mero anônimo. Sei que hoje o Wikipedia possui muito mais credibilidade do que antes, mas mesmo na história recente sei de casos de "anônimos" entrando e alterando arbitrariamente páginas de desafetos. Convenhamos, tenho bastantes referências e publicações para ser simplesmente 'deletado'. A captura abaixo fora feita no rotor de busca do Google onde ainda constava o resultado do mesmo sob o pseudônimo de William Fontana.

A página fora feita por terceiros após uma solicitação minha na página de pedidos, uma vez que possuia publicação o bastante para o mesmo. Mas mesmo antes da criação da página biográfica no wikipedia, haviam citações e referências minhas a artigos criados no Wikipedia, referências a que normalmente atribuo a livros menores, como as colocadas abaixo.



domingo, 18 de outubro de 2020

Melhores Frases e Reflexões de Outubro

Separo abaixo para publicação uma breve seleção de algumas de minhas principais frases e reflexões do período de outubro de 2020, feitas num smartphone Samsung M10.







 


quarta-feira, 30 de setembro de 2020

Conto 'Assassino do 7' na Revista Litera Livre

Conto Assassino do 7 selecionado para a 23ª edição da Revista LiteraLivre! Foram 842 textos inscritos e 146 selecionados. Para baixar e ler gratuitamente clique aqui.



sexta-feira, 18 de setembro de 2020

Melhores Frases de Setembro de 2020

 Seleciono abaixo algumas de minhas melhores reflexões e frases feitas no mês de setembro de 2020. Clique nas imagens para amplia-las.




















Artigo: O Poder da Informação Na Transformação da Realidade

Com vocês meu artigo de conclusão da pós-graduação em metodologia do ensino de filosofia, tudo bem referenciado numa pesquisa bibliográfica assim como de meua livros não menos registrados, e formatado de acordo com as regras da ABNT. Clique aqui para acessar e baixar gratuitamente no recanto das letras.

domingo, 13 de setembro de 2020

Hierarquia de Direitos

Num pressuposto teológico das diversas formas de governo e seu direito, as diferenças entre uma teocracia e uma democracia tangem a uma implicita hieraquia de direito como supomos abaixo. São quatro os direitos hierárquicos:

1 - Os direitos divinos são os da criação e sobrenaturalidade;

2 - O direito físico são as das leis físicas universais, sendo submetidos ao primeiro.

3 - Os direitos naturais são os de ordem biológica e instintiva como respirar, beber, comer e etc.

4 - Os direitos sociais os de procedência comportalmental que regula especialmente o anterior.

O direito divino do qual adveria todos os demais em linearidade causal, sobre todas, no entanto, pode ser sobrenatural, mas sobretudo por esta aprensentar a coesão de proporcinalidade das demais, onde a exemplo da lei da semeadura apresenta-se como protolegis anterior a Moisés a de que simetricamente cada qual deve colher o que planta. As leis são as responsáveis por definições padronizadas de reatividade e delimitações harmonizadoras essencialmente duais, em todos seus graus, negativos (crime), positivo (justiça).

Quando uma sociedade natural demonstra-se cristã todas estas encontram-se harmonizadas. Quando não estas se contradizem entre si. Ainda que possam haver sociedades evoluídas que contradigam a lei divina esta tem aplicação da lei social integral a exemplo de uma verdadeira democracia plena.

Os direitos naturais podem contradizer os sociais quando a exemplo da ganância esse rouba de outrem, ou mesmo divina quando esse tem inveja, mas que contradiz apenas a social quando se consuma em roubo. No entanto se alguém faminto rouba comida contradiz a lei social mas não a natural, ao contrário do estupro que contradiz ambas. Os que, no entanto, respeitam a ordem divina sempre há de respeitar as demais, quando o contrário nem sempre é verdadeiro onde alguém pode fornicar sendo contra a lei divina, não social quando este é consensual.

quinta-feira, 10 de setembro de 2020

Um Breve Editorial

Há pessoas que salvaram minha vida livremente e eu nem tomei ciência, sofreram injustamente ainda que de modo espontâneo ou até mesmo morreram, esses sabendo quem são ou não tenho deveres de honra-los e por isso não usei meu dinheiro indo embora do Brasil, pois sei disso.

Há pessoas que salvaram minha vida livremente e eu nem tomei ciência, sofreram injustamente ainda que de modo espontâneo ou até mesmo morreram, esses sabendo quem são ou não tenho deveres de honra-los e por isso não usei meu dinheiro indo embora do Brasil, pois sei disso.

Ainda que não me sinta culpado, mas grato e perturbado por isso e por não achar justo ninguém se sacrificar por ninguém quando temos um Jesus que fez isso por nós. Mas a realidade insanamente hostil de modo gradualmente animosa torna tudo cinza, relativo e confuso. Especialmente quando uns anulam 

Somente sou responsável pelo que só corresponde diretamente as minhas atitudes, mas ainda que não me sinta culpado, mas grato e perturbado por isso e por não achar justo ninguém se sacrificar por ninguém quando temos um Jesus que fez isso por nós. Mas a realidade insanamente hostil de modo gradualmente animosa torna tudo cinza, relativo e confuso. Especialmente quando uns anulam a própria bondade e sacrifício anterior em males proporcionais, justificando em si mesma a valia do sofrido anteriormente. Mas heróis são lastimáveis anticorpos de uma sociedade doente, mas quando inocentes se sacrificam por inocentes só não é pior que se sacrificar pelos culpados, mas meio passo pra isso. Porém quandos os culpados diretos pelos erros e crimes não pagam por suas próprias atitudes a tendência será sempre os bons pagarem por sua irresponsabilidade a romper a tênue linha da inversão moral. Mas aqui está meu o rememorar as vítimas enquanto vítimas!

Sei que também ajudei e me sacrifiquei em danos morais e psicológicos por causa de alheios, da consciente empatia dos que sofreram, assim coml alguns que tiveram sucesso, lucros e muitos deleites as custas desse sacrifício involuntário mesmo qur por vezes por influência e boa fé neles, mas não cobro a não ser respeito e igual gratidão o que nem sempre é fato.

A dor e de todos esses e apenas cada qual sabe dessas, de seus pesares, angústias e traumas de modo que não cabe a minha pessoa medi-los ou compara-los pois dor é dor e que isso sirva para nós unir, não separar.