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quinta-feira, 12 de setembro de 2019
Frases do Mês Setembro
Abaixo separo algumas das principais citações e frases feitas pelo autor no período de setembro, nono mês de 2019, clique nas imagens para amplia-las:
Conto 'O Império de Tendor' no CLFC
Publicado o conto 'O Império de Tendor' por Gerson Machado de Avillez, no site do Clube de Leitores de Ficção Científica, bem mais que um mero fan fiction, clique na imagem abaixo para acessar a leitura gratuitamente.
terça-feira, 10 de setembro de 2019
Superdotação em Destaque
Abaixo posto um trecho do segundo volume de minha autobiografia, 'Confissões de Uma Mente Autista' de minha autoria.
A promoção enganosa da inteligência como elitismo parece apenas endossar a promoção de seu oposto, pois a inteligência é indesejada àqueles que desejam enganar e manipular. Porém, muito senso comum é dito sobre a inteligência, especialmente de que sendo inteligente se entende tudo, sabe tudo, quando o raciocínio lógico entende apenas o que tenha sentido e coerência, não atrocidades e maldades que ocorrem no mundo. Obviamente o teste resultou apenas num pedaço de papel que não me define, apenas formaliza o que sou quando em conformidade metódica de minha essência, pois sou o que sou independente de qualquer papel.
Ainda que a inteligência seja desenvolvida ao longo do crescimento e amadurecimento psicológico estou inclinado a crer que seu afloramento se dá pela transição do inconsciente ao consciente que se dá por uma mescla de autoconhecimento e conhecimento do universo e realidade que o cerca de modo que mesmo os sentidos influem explicando o motivo pelo qual autistas demonstram melhores habilidades intelectuais a exemplo da hipersensibilidade.
Sempre se cria expectativas naturais com altos intelectos, mas penso que apenas quem produz pode esperar o mesmo de intelectos ditos superiores, mas que no mínimo este tenha conduta social e moral adequadas a proporção de sua condição mental. Tais mentes normalmente estão declinadas a produção imaterial, sejam nas artes ou ciências, mas a demagogia nunca combinou com uma mente de vigor e fôlego intelectual maiores. Sobretudo Altas Habilidades e Superdotação devem ser fonte de inspiração, não de arrogância do próprio ou inveja alheia.
Todavia por mais inteligente que alguém seja, o ódio, inveja, cobiça e ganância não é razão, mas desejo. O QI pode ser 200, mas agirá como se tivesse um QI 47. Pessoas inteligentes assim não são isentas de cometerem burradas, sem contar as vezes que não querem se dar ao trabalho de pensar, mas apenas sentir, pois há um padrão da bondade emergente proporcional a inteligência. Como diz Ludwig van Beethoven “não existe verdadeira inteligência sem bondade.”
Por isso julgo deduzível que se o cara for tão bom, talentoso e inteligente ele não precisa ser mentiroso e desonesto para conseguir nada. A desonestidade é para quem é incapaz de conseguir algo honestamente, ou seja, inapto não somente ao convívio como a vocação ao conviver.
Sobretudo a inteligência em determinados ambientes e situações é como uma Ferrari num atoleiro, inútil. Apenas idiotas chamam de burro o peixe que não sabe subir em árvore , pois somente ineptocratas desperdiçam neurônios alheios como quem jogasse 'pong' num supercomputador. Quando a burrice é soberana a inteligência e talento são descartáveis. Quem manda não pensa, deseja, assim como é indesejável que os demais pensem, mas obedeça. Por esse motivo assim como ditaduras países atrasados, hostis, em conflito e miseráveis produzem tantos gênios quanto o deserto flores. Por isso promover a paz, progresso e livre desenvolvimento é promover a inteligência. E qual melhor ambiente para isso se não seja o que aceita o questionamento?
Não discordar não é entender, similarmente discordar não é essencialmente burrice, pelo contrário a natureza questionadora é o cerne intelectual do pensamento crítico. Há um aparente preceito evolucionário na mente humana a qual a mente dos que dominam por não necessitarem de mais nada estagnam, o contrário ocorre com a oposição. Da derrota, necessidade e dúvida que a inteligência emerge. Quem não questiona não pensa, pois apenas se questionando se aprende, se decide, chega a verdades de modo que quem não deseja que questionemos não querem que aprendamos, saibamos a verdade e decidamos por si mesmos, por isso a inteligência é nada preterida pois o acrítico é subserviente. Tudo é estudo para a mente que busca a verdade no aprendizado, da observação direta ou dedução a valia é acréscimo ao intelecto legítimo.
Enxergo no questionamento de minhas hipóteses, crenças e ideias um teste de veracidade, do qual ou destituo-as ou fortaleço-as, apenas pessoas de ideias e crenças frágeis não aceitam o mesmo, compensando a fragilidade ideológica com a força bruta de apelos a agressão, chantagem e medo. O questionamento, afinal, em todos os tempos fora a mola da ciência e do verdadeiro intelecto. Disto o pensamento original não é necessariamente heterodoxo a moral comum, pois ampliar a visão não significa necessariamente contradizer o visto anteriormente. Porém, a quantidade de gotas de uma chuva como crítica ao mal e problemas continuam não ultrapassar a quantidade de idiotas como grãos de areia da praia.
Julgo de suma importância estimular o intelecto e genialidade, historicamente os gênios são altamente benéficos a humanidade, estes são molas propulsoras da sociedade no pensamento, ciências e tecnologia, mas condições como descritas no parágrafo anterior definha o pensamento quando não os tornam desajustados. Se torna preciso dar melhores condições para que estes se desenvolvam e tenham oportunidades e não se tornem adultos problemáticos e vítimas de bullying. Dar utilidade a inteligência numa sociedade carente de soluções aos inúmeros problemas e males que a assolam.
Similarmente é fato histórico que países evoluídos produzem legítimos intelectuais e gênios ao estimular produção intelectual e científica ao contrário de países atrasados que impõe obstáculos e perseguição a exemplo da Alemanha nazista. Certa vez alegaram que se Einstein, que era alemão judeu, voltasse a Alemanha seria arrastado pelos cabelos nas ruas o levando a fugir para outro país - ainda bem que raspo a cabeça!
sábado, 7 de setembro de 2019
Filhos dos Demônios!
Discorro abaixo de um trecho de minha autobiografia onde trato de assuntos a cerca de discriminações:
Discriminação é tudo o quanto promove diferença e desigualdade por meio de argumento sofístico que leve ao ódio, e nada mais enraizado nisso dos que procuram o mal onde não há por meio de crendices e lendas populares. Quem inventa o próprio mal pra combater senão o próprio mal ou a relés ignorância de néscios? Um exemplo disso pode ser visto nas ideias de nefelins. Ainda que no contexto bíblico afirmado apenas em apócrifos bíblicos, vide o apócrifo atribuído a Enoque, postula um tempo o qual anjos andavam entre nós e que teria tido parte com as mulheres dos filhos dos homens gerando uma raça diferente e conhecida pela perversidade nos tempos antigos a justificar em parte o dilúvio. Essa lenda até hoje se espelha por meio de crenças especialmente católicas dos sucubus e incubus, demônios os quais se materializariam afim de ter relações sexuais com seres humanos. Sendo ou não verdade o fato é que isto levou muitas pessoas as fogueiras da inquisição católica em tempos remotos.
Ainda que particularmente acredite nisso em tempos antigos o fato é que se isso fosse verdade nos dias atuais exames de DNA levariam a descobertas aterradoras de genes não humanos o que nunca aconteceu com pessoas vivas. Por todas as linhagens como poderemos afirmar se não houve em alguma parte um membro familiar gerado em circunstâncias infames de rituais pagãos? Isso é bastante provável especialmente por pessoas membros de seitas e sociedades secretas de modo que segundo esse critério comprometeria muitas linhagens em algum ponto. Mesmo de minha parte isso seria verdade caso testes de DNA não revelassem miscigenações como as citadas, pois ciente que mesmo da parte do Avillez todos membros do Brasil são frutos bastardos da árvore genealógica, isto é, de filhos não assumidos.
O que se conjectura como invocação do demônio por seitas infames seriam atos pecaminosos a exemplo de relações sexuais fora do casamento os quais pecados de fornicação e adultério tem pares de patronos com arquidemônios do pecado como a luxuria como Báco, Dionísio e Baphomet de modo que se assim o fosse todos os que praticam tais atos fora do casamento os estaria servido, motivo pelo qual a levianidade e promiscuidade é tão promovida nos dias de hoje. Ora, se assim for muitas pessoas são filhas do demônio por serem fruto de relações sexuais pecaminosas pois bruxos perversos como Aleister Crowley acreditavam que todo pecaminosa do desejo era magia. Mas mesmo quando a bíblia diz que a própria carne é corrupção, e que todo homem é gerado pelo pecado pois todos pecam (Romanos 5.9) assim todos não seriam filhos do demônio, especialmente os gerados fora do casamento?
A bíblia é bastante clara quanto a isso, que nascer de novo para ser nova criatura e que isso seria o fim de toda maldição ainda que possa sofrer perseguição e injustiças pelos maus.
Evidente que alguns se utilizam da promoção da discriminação e do ódio a fim de criar um mal pra combater em seu ócio néscio como modo de se superiorizar e deter privilégios em desigualdade ante esses. Sei disso na condição de vítima do mesmo ainda que esse poder seja fortalecido em oculto por justamente ser algo execrável inerente a ratos que transmitem a doença e ranço da discriminação maldita na vida alheia. Hoje vivo isolado e sob constante coação ante esse mal esdrúxulo que se alimenta da ignorância e ódio como forma de impor a servidão a vida alheia sem nenhuma justificativa moral e legal.
Evidente que alguns se utilizam da promoção da discriminação e do ódio a fim de criar um mal pra combater em seu ócio néscio como modo de se superiorizar e deter privilégios em desigualdade ante esses. Sei disso na condição de vítima do mesmo ainda que esse poder seja fortalecido em oculto por justamente ser algo execrável inerente a ratos que transmitem a doença e ranço da discriminação maldita na vida alheia. Hoje vivo isolado e sob constante coação ante esse mal esdrúxulo que se alimenta da ignorância e ódio como forma de impor a servidão a vida alheia sem nenhuma justificativa moral e legal.
segunda-feira, 2 de setembro de 2019
Algumas Dicas Para Literatura
Venho não de hoje reunindo uma série de dicas ou regras para a escrita literária, compilando-as, sejam as minhas próprias regras a de autores diversos ou profissionais do ramo venho abaixo compartilhar algumas destas nesta postagem de utilidade pública a quem anseia aspirar para a literatura.
10 Dicas de construção de textos:
1 - Evitar de escrever parágrafos muito longos ou curtos (períodos).
2 - Evitar de desviar muito do foco temático central sempre sendo objetivo o quanto pode.
3 - Evitar expressões de dúvida como "eu acho" se não em conversas.
4 - O Tema proposto deve ser debatido de forma imparcial buscando fatos, informações e opiniões citadas de diversos pontos de vista de pessoas entendidas no assunto, mas nunca sob influência emocional mas sim racional, evitando a ambiguidade tirando-se uma conclusão ao fim do debate.
5 - Buscar sempre escrever de forma impessoal como citar-se na primeira pessoa do singular. Melhorar as descrições dos personagens (aparência).
6 - Evite repetições de palavras e cacófagos, assim como gírias e palavrões fora de contexto.
7 - Desenvolver o texto intercalando a revelação dos argumentos de modo gradual e relacionado seguindo relações de tese, antítese até o desfecho onde todos amarram-se na síntese, quer seja na funcionalidade interligada deste argumentos ou meramente das proposições de conflitos e divergências por vezes sendo contrário ao próprio argumento aparentemente.
8 - Pistas ao longo do livro que indiquem o rumo e conclusão do mesmo podendo ser visto sobre várias pespectivas quer subjetiva ou objetivamente como liberdade poética a revelar maior complexidade de adequação dando margem a interpretação e conclusão do leitor.
9 - Pesquisas aprofundadas sobre todos os temas abordados de modo imparcial assim como obras de ficção destes temas derivados. Credibilidade e erudição mínimas são requisitos para se apresentar quaisquer tipos de argumentos de modo convincente.
10 - Palavras aprender a utilizar: engendrar, deletéria, perfilou, envoltura, arquejo, alarido, burburinho, exultante, exasperado, Vociferou, ojeriza, inócuo, Absorto, Traz (trás), a ver (haver), porque (por que), Exasperado, desvelar, esquálido, execrável, Falseável, Insidioso, esfacelou e exímio, copiosamente, Sucinto, urge, perfilou;
7 Maiores erros do gênero fantástico na literatura por Roberto Pedretti.
1 - O abandono de arcos narrativos e personagens.
2 - Não prestar atenção a cronologia de sua historia.
3 - Respeita a coesão e regras do universo criado.
4 - Uso de pseudociência (impostura científica).
5 - Não ser leitor do gênero o qual escreve.
6 - O excesso de descrição.
7 - Inserir referências da realidade no seu mundo fantástico.
7 Regras para uma ótima ficção científica:
1 - Reúna elementos de filosofia e mitológicos como inspiração e base;
2 - Seja um universo rico principalmente em detalhes, dos personagens, as histórias desse mundo;
3 - Estes detalhes devem se cruzar completando-se como um mosaico a fim de dar profundidade e realismo a este;
4 - O nome de batismo de seus personagens que sejam referências a personagens reais e(ou) com significado de nomes de acordo com suas personalidades;
5 - As hipóteses científicas levantadas partem de princípios científicos reais e vão a um 'e se' filosófico;
6 - Quando num universo real, o nosso, a história preenche lacunas sem respostas da História;
7 - Que busque postular conjecturas e hipóteses sobre grandes mistérios do universo e da humanidade;
Veja seis regras de George Orwell para escrever bem, abaixo:
1 - Nunca use uma palavra longa quando uma curta resolver;
2 - Se for possível cortar uma palavra de um texto, corte;
3 - Nunca use a voz passiva quando puder usar a voz ativa;
4 - Nunca use metáforas ou comparações que já forem “lugar-comum” (e que, portanto, você já estiver visto inúmeras vezes);
5 - Nunca use um termo em inglês ou em jargão científico quando conseguir substituir por algo mais corriqueiro, simples de ser entendido;
6 - Se necessário, quebre qualquer uma dessas regras para evitar dizer algo que soe tosco;
Dicas valiosas de uma ganhadora do Pulitzer
A escritora americana Jennifer Egan ganhou o premio Pulitzer na categoria ficção em 2011 pelo livro "A Visita Cruel do Tempo". Ela esta na lista de autores entrevistados por Meredith Maran, que inclui ainda outros grandes nomes como Isabel Allende, Mary Karr e Walter Mosley, entre outros, para o excelente livro Why We Write e nos brinda com algumas sugestões para autores iniciantes. Entre elas:
- Leia ao nível que deseja escrever. A leitura é a nutrição que alimenta o tipo de escrita que você deseja criar. Se você gosta muito de Y, provavelmente sera difícil escrever sobre X.
- Fazer exercícios é uma boa analogia para a escrita. Se você não esta acostumado a exercitar-se, você sempre da um jeito de evitar. Se esta acostumado, lhe parece estanho e desconfortável quando não se exercita. Não importa onde você esta em sua carreira, o mesmo vale para a escrita. Mesmo quinze minutos por dia o manterão no habito.
- Você só poderá escrever regularmente se estiver disposto a escrever mal. Não é possível escrever regularmente bem. Você deve aceitar a escrita ruim como um aquecimento que o tornara apto a escrever bem.
Em resumo, escreva sempre que puder, pelo tempo que puder. Com o habito, vamos nos tornando melhores.
10 Dicas de construção de textos:
1 - Evitar de escrever parágrafos muito longos ou curtos (períodos).
2 - Evitar de desviar muito do foco temático central sempre sendo objetivo o quanto pode.
3 - Evitar expressões de dúvida como "eu acho" se não em conversas.
4 - O Tema proposto deve ser debatido de forma imparcial buscando fatos, informações e opiniões citadas de diversos pontos de vista de pessoas entendidas no assunto, mas nunca sob influência emocional mas sim racional, evitando a ambiguidade tirando-se uma conclusão ao fim do debate.
5 - Buscar sempre escrever de forma impessoal como citar-se na primeira pessoa do singular. Melhorar as descrições dos personagens (aparência).
6 - Evite repetições de palavras e cacófagos, assim como gírias e palavrões fora de contexto.
7 - Desenvolver o texto intercalando a revelação dos argumentos de modo gradual e relacionado seguindo relações de tese, antítese até o desfecho onde todos amarram-se na síntese, quer seja na funcionalidade interligada deste argumentos ou meramente das proposições de conflitos e divergências por vezes sendo contrário ao próprio argumento aparentemente.
8 - Pistas ao longo do livro que indiquem o rumo e conclusão do mesmo podendo ser visto sobre várias pespectivas quer subjetiva ou objetivamente como liberdade poética a revelar maior complexidade de adequação dando margem a interpretação e conclusão do leitor.
9 - Pesquisas aprofundadas sobre todos os temas abordados de modo imparcial assim como obras de ficção destes temas derivados. Credibilidade e erudição mínimas são requisitos para se apresentar quaisquer tipos de argumentos de modo convincente.
10 - Palavras aprender a utilizar: engendrar, deletéria, perfilou, envoltura, arquejo, alarido, burburinho, exultante, exasperado, Vociferou, ojeriza, inócuo, Absorto, Traz (trás), a ver (haver), porque (por que), Exasperado, desvelar, esquálido, execrável, Falseável, Insidioso, esfacelou e exímio, copiosamente, Sucinto, urge, perfilou;
7 Maiores erros do gênero fantástico na literatura por Roberto Pedretti.
1 - O abandono de arcos narrativos e personagens.
2 - Não prestar atenção a cronologia de sua historia.
3 - Respeita a coesão e regras do universo criado.
4 - Uso de pseudociência (impostura científica).
5 - Não ser leitor do gênero o qual escreve.
6 - O excesso de descrição.
7 - Inserir referências da realidade no seu mundo fantástico.
7 Regras para uma ótima ficção científica:
1 - Reúna elementos de filosofia e mitológicos como inspiração e base;
2 - Seja um universo rico principalmente em detalhes, dos personagens, as histórias desse mundo;
3 - Estes detalhes devem se cruzar completando-se como um mosaico a fim de dar profundidade e realismo a este;
4 - O nome de batismo de seus personagens que sejam referências a personagens reais e(ou) com significado de nomes de acordo com suas personalidades;
5 - As hipóteses científicas levantadas partem de princípios científicos reais e vão a um 'e se' filosófico;
6 - Quando num universo real, o nosso, a história preenche lacunas sem respostas da História;
7 - Que busque postular conjecturas e hipóteses sobre grandes mistérios do universo e da humanidade;
Veja seis regras de George Orwell para escrever bem, abaixo:
1 - Nunca use uma palavra longa quando uma curta resolver;
2 - Se for possível cortar uma palavra de um texto, corte;
3 - Nunca use a voz passiva quando puder usar a voz ativa;
4 - Nunca use metáforas ou comparações que já forem “lugar-comum” (e que, portanto, você já estiver visto inúmeras vezes);
5 - Nunca use um termo em inglês ou em jargão científico quando conseguir substituir por algo mais corriqueiro, simples de ser entendido;
6 - Se necessário, quebre qualquer uma dessas regras para evitar dizer algo que soe tosco;
Dicas valiosas de uma ganhadora do Pulitzer
A escritora americana Jennifer Egan ganhou o premio Pulitzer na categoria ficção em 2011 pelo livro "A Visita Cruel do Tempo". Ela esta na lista de autores entrevistados por Meredith Maran, que inclui ainda outros grandes nomes como Isabel Allende, Mary Karr e Walter Mosley, entre outros, para o excelente livro Why We Write e nos brinda com algumas sugestões para autores iniciantes. Entre elas:
- Leia ao nível que deseja escrever. A leitura é a nutrição que alimenta o tipo de escrita que você deseja criar. Se você gosta muito de Y, provavelmente sera difícil escrever sobre X.
- Fazer exercícios é uma boa analogia para a escrita. Se você não esta acostumado a exercitar-se, você sempre da um jeito de evitar. Se esta acostumado, lhe parece estanho e desconfortável quando não se exercita. Não importa onde você esta em sua carreira, o mesmo vale para a escrita. Mesmo quinze minutos por dia o manterão no habito.
- Você só poderá escrever regularmente se estiver disposto a escrever mal. Não é possível escrever regularmente bem. Você deve aceitar a escrita ruim como um aquecimento que o tornara apto a escrever bem.
Em resumo, escreva sempre que puder, pelo tempo que puder. Com o habito, vamos nos tornando melhores.
domingo, 1 de setembro de 2019
Conto 'Delírios do Desejo' na Conexão Literatura
Conto 'Delírios do Desejo' na edição 51 da revista Conexão Literatura, página 12. Clique aqui ou na imagem abaixo para baixar seu exemplar gratuitamente.
sexta-feira, 30 de agosto de 2019
Citações do Volume II da Autobiografia
O projeto ainda em construção e desenvolvimento de minha autoria compila não somente experiências e vivências, mas o modo de pensar e inspirações do autor que movem suas demais criações, o segundo volume da autobiografia 'Confissões de Uma Mente Autista' perfaz em seu ativismo pacifista a busca por respostas e soluções aos males do mundo o qual acomete mesmo o autor sob um viés filosófico. Abaixo algumas citações:
Confissões de Uma Mente Autista - Volume 2 - Gerson Avillez
"Sonhar é o nome poético da fé, por isso amo os que me fazem sonhar, não ter medo."
Confissões de Uma Mente Autista - Volume 2 - Gerson Avillez
"Os que são grandes o bastante para serem covardes com os menores, não são grandes o suficiente para bastarem a si mesmos (...). O tolo se gloria sobre outrem, o sábio sobre si mesmo."
Confissões de Uma Mente Autista - Volume 2 - Gerson Avillez
"Apenas quem está na luz tem sombras, mas apenas se a luz vier do alto as sombras estarão sob seus pés."
Confissões de Uma Mente Autista - Volume 2 - Gerson Avillez
"Adaptar-se é o nome bonito do conformismo, e os que costumam quererem nosso conformismo não querem nos confortar."
Confissões de Uma Mente Autista - Volume 2 - Gerson Avillez
"O problema hoje é a paz vendida a preço de servidão e a realidade a preço de tirania."
Confissões de Uma Mente Autista - Volume 2 - Gerson Avillez
"Se o conhecimento não é capaz de curar a ignorância, nada o fará. A ignorância de alguns é um resiliente vício mantido pela droga da mentira. Ignorar a verdade é escolher a ignorância. A burrice também pode se aprender."
Confissões de Uma Mente Autista - Volume 2 - Gerson Avillez
"A vingança não equilibra o que te fizeram, justifica o que você sofreu."
Confissões de Uma Mente Autista - Volume 2 - Gerson Avillez
"Se há um motivo verdadeiramente legítimo nada é maldade."
Confissões de Uma Mente Autista - Volume 2 - Gerson Avillez
"O niilismo é uma segregação da significância."
Confissões de Uma Mente Autista - Volume 2 - Gerson Avillez
"A individualidade nasce da diferença que conjectura a identidade. (...) Por isso a menor minoria sempre será o indivíduo."
Confissões de Uma Mente Autista - Volume 2 - Gerson Avillez
"O materialismo se expressa com rótulos de finitude. Todavia a finitude de tudo que acaba sempre será menor que o infinito que não cabe em rótulos de medida."
Confissões de Uma Mente Autista - Volume 2 - Gerson Avillez
domingo, 25 de agosto de 2019
Como criar uma linguagem?
Dentre as minhas ambições intelectuais estaria a de criar uma linguagem própria afim de melhor expressar determinado universo fictício tal como Tolkien com a Terra Média o qual me inspirou. Mas por onde começar a criar uma linguagem? Uma linguagem somente é assim definida pela complexidade de combinação por meio de sinais simples apresentando estrutura própria, verbos, sintaxe tal como outros aspectos intrínsecos ao mesmo. Mas há diferenças e limitações a exemplo das linguagens de sinais as quais a exemplo da Libras, não apresenta concordância ou melhor articulação verbal que a linguagem portuguesa por exemplo. Outro aspecto pode ser demonstrado em características própria como o fato do português ter uma gama muito mais de variações de gênero especifico como 'limpo/limpa' enquanto no inglês essa diferença não existe sendo definido basicamente como 'clean'.
Sabe-se que o pensamento somente é estruturado pela linguagem de modo a fornecer uma organização de termos que conotam ideias materiais ou abstratas, o que em grande parte diferencia a inteligência humana a dos animais. Surdos que não receberam a libras ou alfabetização, por exemplo, não somente não conseguem se expressar como melhor ser capaz de interpretar dados e informações na ausência da capacidade de melhor definir conceitos e ideias. A linguagem assim se torna melhor a medida de precisão o qual é capaz de definir conceitos e ideias fugindo ao dubil e vago. A medida com que a aquisição de conhecimento é adquirido por essa forma de comunicação de dados mais vasto o repertório com o qual o conhecimento trabalha favorece a inteligência e criatividade. O abstrato por exemplo não representa correspondência concreta sendo mais no campo subjetivo e assim pessoal do que de efetividade a exemplo das emoções e sentimentos.
Manipular a linguagem assim é uma forma de controlar o pensamento alheio algo que fora claramente demonstrado no livro '1984' de George Orwell ao trabalhar na novilíngua de modo a tentar alterar o significado dos termos e assim do pensamento daqueles que utilizavam a linguagem, logo seu comportamento. Certamente por este fato um conhecimento semanticamente aprofundado da linguagem não é de interesse de alguns tal como de conhecimento geral. A ignorância e a burrice favorecem o erro, basta ter conhecimentos legais, éticos e filosóficos o bastante para saber quem realmente está errado.
Mesmo o comportamento instintivo transmitem informações pela linguagem corporal expressa pelo subconsciente e percebido de modo normalmente também inconsciente. Tal linguagem pode ser observada mesmo em animais ao postularem padrões que transmitam estado de humor, por exemplo.
Aprendi muito conhecendo a origem de muitos termos e seus significados precisamente corretos do qual me forneceu a possibilidade de postular muitos pensamentos assim como criações. De modo similar se aplica a criar palavras novas que exprimam novos conceitos e ideias, algo que estou acostumado. Similarmente é fato científico que pessoas bilíngues ou poliglotas melhor são capazes de ser criativas pelo simples fato que pensar numa linguagem diferente fará você ter perspectivas diferentes de uma mesma coisa, muitas vezes.
A linguagem estrutura não somente melhor formação de conceitos e pensamentos, mas também de práticas. Um exemplo pode ser visto no conceito de criação de programas de computadores que utilizam-se de uma linguagem própria capaz de criar ações ainda que no campo virtual por meio da combinação de comandos específicos gráficos, sons, ferramentas. Por esse motivo um comparativo do mundo virtual com o real parece ser uma alusão verdadeira uma vez que do DNA humano a possivelmente outros conceitos da matérias poderiam não somente gerar informação como dela ser gerada o que justifica o meu pensamento de que tudo é informação e ondas em frequências e combinações diferentes. Ainda que códigos tenham diferença de uma linguagem ambos apresentam a transmissão de conceitos por meio de padrões em determinado grau de complexidade, não seria justamente esse aspecto que se busca na aparente randômica do caos, um código que denote padrões que fomentem melhor previsibilidade? Disto que parte o principio de discussão de meu livro 'O Código do Caos' pois de certo a linguagem humana surgiu em parte da busca por padrões que organizasse não somente o pensamento mas o mundo em que vive. Similarmente a ideia de ilusão deriva-se do controle comedido de informações sejam falsas ou verdadeiras afim de trazer uma aparência não verdadeira de uma realidade.
Sendo assim a criação de uma linguagem deve ter por começo a definição de conceitos simples até que agreguem gradualmente conceitos de complexidade. Muitas linguagens surgem de troncos linguísticos próprios demonstrando terem a origem numa linguagem anterior de onde evoluiu, assim a criação de uma linguagem inteiramente nova seria por uma sonorização específica sem aparente relação original mas a fomentar crescentes padrões estruturados algo que nem Tolkien aparenta ter conseguido por utilizou-se de outras línguas para a base de suas linguagens.
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