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terça-feira, 17 de abril de 2018

Comentários de 'Unknow Mainstream'

Um dos contos escritos em meu primeiro livro de ficção, a antologia 'Crônicas do Tempo', completa 10 anos em 2018. Originalmente feito em 2018 sob ideias e conceitos anteriores a isto o conto 'Unknow Mainstream' narra um grupo de rebeldes contra um tirano governo global que escraviza pessoas ante um bizarro evento cósmico que torna o céu em trevas e suga a energia das pessoas a estas trevas expostas. Em parte inspirado num sonho do autor o qual similarmente o céu estrelado sumia numa espécie de trevas devoradoras de vidas o conto que antecede filmes como 'Mistério da Rua 7' de Brad Anderson narra misteriosas trevas e sombras parecem ganhar vida e personalidade nesse conto onde uma civilização pós-apocalíptica parece agora acuado por tais forças nefastas.

Servindo de inspiração para posteriores projetos literários de minha autoria como a épica antologia romanceada 'Sombras dos Tempos', o conto ao lado dos demais da mesma antologia reúne o primeiro livros a executar ideias antigas do autor.
 
Sendo sobretudo uma crítica aos crimes de exploração sexual e tráfico de pessoas o conto narra como o grupo de rebeldes intitulado 'Esperanto' luta contra o corrupto poder constituído ao resgatar uma de suas vítimas que após ser explorado intelectualmente seria descartado e morto pelo tirano governo do mal. Sob o angustiante final o conto passou a compor parte da antologia onde o "multiverso' compartilhado do autor disponha parte de uma variável dimensional negativa. 

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terça-feira, 10 de abril de 2018

Nada Importante Aconteceu Hoje

Abaixo um trecho dos apêndices do projeto literário, a antologia, 'Todos Dias de Um Pesadelo', de Gerson Avillez:

    Consta na história que Rei George III registrou a frase 'Nada Importante Aconteceu Hoje' em seu diário no dia 4 de julho de 1776 sem saber que nesse dia havia sido feita a Declaração da Independência dos Estados Unidos. O equívoco pelo desconhecimento que lhe permanecia na letargia do oculto até a notícia lhe chegar ao conhecimento é emblemático para muitos acontecimentos ocultos que por não chegarem a luz do conhecimento geral é dado como não existente. A frase expressa exatamente a ideia de conluio até eclodir numa parte visível, quando esta notadamente é tardia aos que dela desconheciam. Não se trata da ideia de teoria da conspiração, mas um fato, muito presente na desinformação presente no mundo hoje. Nunca falta argumentos para quem está na verdade e ética.
    A ocultação é permissiva a impunidade e por isto muito dos que dela se favorecem a usam como o cânone da hipocrisia criando uma realidade de dicotomia e em antagonismo ao que é aberto e conhecido. As pressões que destas divergências eclodem são maléficas e no mínimo moralmente duvidosas, quando não crime.
    Há algo insistentemente desacreditado ainda que mediante contradições em volta. Esse influxo de crimes ocultos tem a pretensa de não produzir quaisquer registros históricos contra seus beneficiários, os que em segredo os promovem, criando um substrato de realidade onde o limite é exclusivamente a hipocrisia, e num represamento se beneficiando em antiética de má fé do que pode extrair disto. Fato que estudos científicos demonstram a impossibilidade do ser humano em guardar segredos entre duas pessoas por muito tempo, assim sabemos que informações vazam ainda que desacreditadas
    Ideias conspiratórias não são comuns apenas em grupos conservadores, mas mesmo a esquerda em que a exemplo de Jean Wyllis afirmou em 2014 que Boeing-777, da Malaysia Airlines, teria caído na Ucrânia por uma conspiração que se opunha aos gays e queriam matar especialistas em HIV no voo, assim como muitos alegam que pôr de trás da condenação de Lula há pretensões inerentes a direita. Mas o que tudo indica é que há conspirações em muitos meios e grupos.
    Porém, não existe isso de fazer o mal por bem, não se pinta branco usando preto. Muito menos ser os dois ao mesmo tempo.
    O conluio sobre forma de conspiração ainda que classificado e previsto pela legislação norte-americana é historicamente sempre precursor de golpes e tomadas sorrateiras do poder sejam por oligarquias ou ditaduras de esquerda, mais que isso é proibitivo a democracia, da bíblia a ética de transparência é condenável. Certo que apenas com provas conseguimos comprovar algo, mas sua ausência não prova sua inexistência, principalmente mediante indícios e padrões que muitas vezes são berrantes.  Mas o silêncio? Mais que um dos indicativos disso é do silêncio que opera justamente ditaduras e tais conluios.
    O mesmo poderia se dizer da internet que sendo a última fronteira da liberdade democrática se torna um incômodo para os opressores dominantes. Naturalmente que há muita mentira na rede internacional de computadores, todavia o combate as fake news pode guardar o germe da censura.
    Sobretudo algo o qual sempre vejo com suspeitas seria daquele o qual é aliado de todos por deduzir que essa relação se faz somente ao ceder valores e estabelecer vínculos promíscuos, contraditórios e moralmente duvidosos. Um exemplo comum está expresso nas ideias de sincretismos e ecumênicos, da globalização que favorece o choque de culturas e a Nova Ordem Mundial. Sempre existirão fronteiras enquanto houver definições que por isto são atacadas em seu âmago semântico e prático, pois essas "uniões" como as revoluções nunca ocorrem pacificamente tranquilas senão pela opressão e violências seja conhecida ou ocultadamente. Assim como a diferença entre individualidade e individualismo, há diferença entre moralidade e moralismo. Em todos os tempos a promiscuidade sexual (ou não) e sua corrupção moral é o primeiro passo para promiscuidades e corrupções maiores.
    A corrupção no Brasil é padronizada em escala industrial como uma exigência de experiência necessária ao preparo empírico do corrupto contra a corrupção. A síntese moderna de cão correndo atrás do próprio rabo. Assim quando a corrupção dita o legalismo a desobediência civil se torna precisa antes que passam usar a lei apenas como ferramenta do poder, nunca para defender seus direitos.

domingo, 1 de abril de 2018

É o Fim!

Por meio desse blog anuncio o fim de suas atividades mediante a gravidade da descoberta que fiz que doravante pensava permear apenas o panteão de deuses mitológicos romanos ou lendas celtas de elfos e gnomos em florestas encantadas. É uma força avassaladora e irresistível o qual tenho de render minha vida, direitos e sonhos, tenho que vender minha alma e dar tudo que é meu para eles! Por este motivo estes seres superiores me obrigam a abandonar meus dons, talentos e sonhos, sejam com fotografia, literatura ou design. 

Sou qualquer um, um resto ao contrário de seres superiores e iluminados. Quando sangram emana luz, quando defecam saem pétalas de rosas, quando morrem um brilho ardente é liberado matando todos que veem, eles são inimputáveis, invulneráveis, intocáveis e tem o superpoder misterioso e privilegiado de curvar a luz, as leis físicas, as profecias bíblicas, a verdade e a lei humana a sua volta em seu favor! Eles podem qualquer coisa comigo pois eles tem esse direito acima de qualquer direito que ache ter! É um direito divino que rivaliza com o próprio Deus! Não se podem contrariar, negar, ou desobedecer ainda que contra qualquer moral, ética ou lei conhecida o qual são maiores e estão acima, resta a humanidade apenas se submeter e rastejar clamando misericórdia em adoração pois eles são deus, amém! 

Abandonem sua esperança em Deus, apenas eles são salvadores, apenas eles tem a centelha divina da esperança!

quinta-feira, 29 de março de 2018

Conto 'Necroína' na revista Liltera Livre

Conto de Gerson Avillez na oitava edição da revista Litera Livre, Necroína, página 89. Download gratuito, baixe seu exemplar clicando aqui!


terça-feira, 27 de fevereiro de 2018

Capa da antoogia 'Todos os Dias de Um Pesadelo'

Abaixo divulgo a capa do novo projeto literário, a antologia fantástica e de horror 'Todos os Dias de Um Pesadelo', de Gerson Avillez. A capa fora feita por Carlos Hallan em cortesia ao amigo de autismo. Clique na imagem para amplia-la.

Citações da antologia 'Cronomancer' e 'Herdeiros do caos'

Abaixo alguns citações proverbiais extraídas dos contos da antologia, 'Cronomancer' e 'Herdeiros do Caos', de Gerson Avillez.

"Vocês são como moscas na teia do caos cuja aranha somos nós."
Círculo Quebrado - Gerson Avillez

"...Não podemos tornar a verdade em mentira ou a mentira em verdade, ainda que a mentira nesse mundo possa ser verdade noutro."
Um Amor Transcendental - Gerson Avillez

"...o único retorno no abismo é da própria voz, o eco é o estorno de suas súplicas!"
Ecos do Abismo - Gerson Avillez

"...se me matar me sepultará como? Cobrindo-me de razão!"
Ecos do Abismo - Gerson Avillez

"A depressão está no passado, a ansiedade e medo o futuro, mas a mente vazia é o presente."
Ecos do Abismo - Gerson Avillez

"O Silêncio era as trevas do som."
Onde Habita o Silêncio - Gerson Avillez

"Na religião dos abismos a desigualdade é sagrada."
Onde Habita o Silêncio - Gerson Avillez



"Somente questionando o inquestionável se chegará às respostas mais importantes."
Os Esquecidos - Gerson Avillez

"Somente quem enxerga além do presente é capaz de compreender o que é destino."
Adimensional - Gerson Avillez

"A fronteira da curiosidade é a mesma do medo, o desconhecido."
Adimensional - Gerson Avillez

"Sou o primeiro de muitos, mais o último de poucos."
Guardiões do Futuro - Gerson Avillez

"Como sempre meu destino era a solidão, pois sou raro, não multidão."
Sem Origem - Gerson Avillez

"Os que proíbem amor vendem ódio a preço de discriminação."
Além do Inferno - Gerson Avillez

"Na encruzilhada dos poderes humanos se expõe a verdadeira face de sua natureza corrupta e prostituída."
Assim Acabou o Mundo - Gerson Avillez

"Num mundo de ciclos de maldade sem fim, temo olhar para frente e encontrar o mesmo que ficou para trás."Assim Acabou o Mundo - Gerson Avillez

"Substituir virtude por tamanho é esquecer que grandeza é apenas o primeiro."
Assim Acabou o Mundo - Gerson Avillez





"Quem ama o poder não ama o amor"
Herdeiros do Caos - Gerson Avillez

"A ilusão é um labirinto o qual a saída é a verdade."
Herdeiros do Caos - Gerson Avillez

"O que é ficção nesse mundo é realidade noutro."
Herdeiros do Caos - Gerson Avillez

"Os Problemas do mundo nunca irão se resolver enquanto as soluções não saírem do prostíbulo."
Herdeiros do Caos - Gerson Avillez


sexta-feira, 26 de janeiro de 2018

Processo Criativo do Autor

Fico observando esses sites literários para autores que anseiam se projetar no mercado quase sempre com ideias superficiais de escrever obras primas sem o menor conhecimento dos clássicos do gênero que ambiciona. Daí usam a pontualidade do rigor das regras ortográficas/gramaticais para criar obras "engomadinhas" que sempre passam na peneira senso comum da técnica, mas não da originalidade e escrita. São no máximo competentes, mas longe da criatividade que beira a genialidade de obras realmente inspiradas de quem tem conhecimento mínimo do gênero. Sinceramente peco na gramática mas sei que se passar por uma revisão profissional não tenho pra ninguém, sem falsas modéstias. Não se trata de apenas dominar a narrativa mas manipular as palavras para transmitir mais que ideias, mas sensações de modo que não foge necessariamente dos clichês que conhece, mas os dominando os usa quando necessário a algo mais original. Dai esses sites possuem em sua maioria autores mornos numa criatividade rasa a salvo poucos que se destacam. Não escrevo nada sem ter algo novo a produzir ao contrário dessa maioria.

Muitas vezes ideias para algumas obras surgem ao quase acaso, quando menos se espera. Seja ao assistir um filme, ler um livro, numa conversa ou mesmo quando estou a refletir sobre algo. A verdade porém é que de acordo com o potencial dessa ideia a ser desenvolvida a transformo num diálogo, conto ou novela a medida que outras ideias se aglutinam a sua volta. Mas sempre tendo fontes inspirativas no meu dia a dia, vida, predileções e gostos, de modo que se diz com certeza que compreender a complexidade das ideias de um livro faz-se necessário compreender a vida de seu autor e sua visão de mundo. Por vezes uso até mesmo a ficção afim de compreender coisas da vida e do mundo numa tentativa de racionalizar principalmente o que de mal ocorre, o que leva a muitos de seus aspectos morais tanto como de crítica social, normalmente comuns a bíblia.
Como possuo a vantagem mentalmente visual do autismo muitas vezes chego a construir todo um texto em minha mente, quando não a trama construída visualizada, como se contemplasse algumas vezes um livro inteiro em minha mente. Porém, obviamente que com o desenrolar da escrita após pesquisa e reunião de arquivos que fomentem um roteiro do que será escrito muito se modifica, em parte pelo fato da trama ao ganhar vida com seus personagens seguir rumos inesperados, algumas vezes ficando abaixo da qualidade por mim desejada e outras vezes melhor do que planejei. O fato é que por mais rápido que escreva meus pensamentos excede a velocidade que os traduz em palavras num texto de modo que algo pode ser perdido ou vindo a ganhar com as intempéries do desenvolvimento textual, mas sempre deixando alguns erros, especialmente de concordância ou gramática, porém, normalmente apresentando um grau de fluência e eloquência nada distante dos grandes autores, algo alegadamente por profissionais e estudiosos literários como professores, mestrados e mesmo editoras.

Maior parte desse processo discorri na minha autobiografia 'Confissões de Uma Mente Autista', mas que a velocidade do pensamento curiosamente não é o mesmo tratando-se da leitura - que é feita normalmente na velocidade com que falo assim como a escrita, mas raramente o pensamento.
Outro aspecto vantajoso do autismo são os 'hiperfocos' nos assuntos de interesse o qual discorro, considero uma forma de canalizar o pensamento de modo amplificado podendo se tornar em alguns casos uma alta habilidade, mas no mínimo favorecendo uma contemplação de algo como uma lente de aumento aos assuntos que lhe apraz trazendo uma clareza e detalhes que muitas vezes escapam aos NTs, isto fomenta uma visão única de algo que por vezes pode ser comum.

Se tratando da criação de ideias os parâmetros exclusivamente pretéritos não levam a originalidade, pois somente o original sendo o novo, é o futuro. As raízes das ideias podem se ater no passado do existente, mas não consiste repeti-lo, mas transforma-lo. A medida de seu alcance da previsão determina seu grau visionário. A originalidade é o passo a frente que leva e eleva ao novo. Sua originalidade passa a ser medida então por sua singularidade.

Editorial da Semana

Tenho ideias progressistas defendidas por ativismo, mas não o suficiente para ser liberal, pois busco conservar a moral e os bons costumes o que faz de mim por um lado observador. Religiosamente digo e reafirmo que meu hobby literário não tem a pretensão de substituir Jesus como único salvador ou ser uma nova bíblia, mas alguns me culpam pela generalização mística a alheia, os mesmos que dizem ao atacar a raiz do problema ao expor a verdade de que somos bêbados. De nada adianta circundar o problema atacando apenas seus efeitos, é uma luta inútil. Não me culpo por isto nem pelo que fazem de meus textos.

O problema de determinados misticismos é misturar o mundano e secular num sincretismo que torna o banal (quando não vulgar) "sagrado". Mas o cristianismo de Jesus não se trata de sua "carpintaria sagrada", ou como se um hobby e gostos pessoais meus definissem uma doutrina.
 
Não sou anticristão, mas da maneira como alguns intrometidos gostam de determinar o que alheios são, se me pegarem não garanto mais nada a julgar pela maneira como controlam alguns.  O senso comum e o raso permeia essas prerrogativas sempre apelativas a sofismas e falácias, quando não ofensas e ameaças. Mas não eu, defendo que a verdade seja dita ainda que proibida na invisível ditadura da ilusão. Mas eu apenas assumo pelo que digo e faço, não por terceiros que acham fazer por mim e de mim, já que não tenho feito nada de imoral, antiético ou criminoso nenhuma culpa no mesmo pode recair sobre mim a não ser pelo vil acusador, mas que por ser pai da mentira apenas incorre a calúnia.

Gerson Machado de Avillez