Páginas Sobre

domingo, 1 de dezembro de 2013

Comentários sobre 'As Duas Faces do Espelho'

O melhor de tudo depois de rodar por todos aspectos filosóficos mais íntimos de realidade e consciência é siar mais fortalecido não enlouquecido, mas revigorado na compreensão mantendo o 'certo' e 'errado' com plena distinção objetiva. Sou um raro expoente da filosofia neo-platônica com dos chineses onde não acredito no espaço e num tempo que a tudo transcende e ressoa ou ecoa pela eternidade. Sou a prova viva de tal teoria onde o espaço, e consequentemente o tamanho é irrelevante e o menor pode influenciar o maior ressoando ideias por todo lado. O pensamento comuns transcende de Platão, Fo-Hi, a Carl Jung onde essencialmente divido as dimensões não acessíveis ao consciente comum em mental (universo Ofir), dimensional (universo onix) e temporal (universo diamante) numa metafísica entrelaçada que é o filoversismo. Naturalmente que as teorias por mim criadas são escoradas em fatos, evidências e provas e consequemente aplicável eticamente onde a memória é celebrada a justificar o termo comemoração pois busca a origem quer existente o pré-existente do que é conhecido como verdade acima do visível da realidade naturalmente cruzando com estudos de mitos e até mesmo de kripto.história.
A concepção de bibliotecas secretas como da dimensão uno vem de argumentos como a do cemitério de livros do livro de Carlos Ruiz Zafon que é uma inspiração por minha paixão por livros e seus conhecimentos similarmente o visto em 'O nome da Rosa' de Umberto Eco. Os conceitos do projeto Mirror e suas pás espelhadas apesar de ter algumas semelhanças com 'Linha do Tempo' do autor Michael Chrinton é mais relacionada a concepção das camuflagens do que com este mas com uma fórmula temporal não explícita no mesmo.
Apesar de não ser tão original o filme 'Matrix' é emblemático na discussão de realidade visivelmente apoiado nas filosofias chinesas de I Ching e Fo-Hi mas tendo mais semelhança aos livros de cyberpunk de Gibson como 'Neuromancer' do que qualquer outra coisa e não menos filosóficos.

Trechos de 'Underidion' e 'As Duas Faces do Espelho' de Gerson Machado de Avillez

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Capa oficial de 'As Duas Faces do Espelho'

Durante o advento da descoberta das viagens no tempo, crononautas e cronologos do futuro se apresentam a humanidade vindos do futuro. Enquanto isso numa conspiração para tentar matar o Rei George da Inglaterra parece ser mais do que local e oriunda de contemporâneos a ser o primeiro caso de um grupo antecessor a TEMPUS a investigar as interferências de mundos paralelos mediante um mundo ainda não acostumado ao ser recém aberto para o futuro. Para resolver o enigma procurarão vestígios em livros malditos e misteriosos que podem dar dicas como 'As Mil Palavras' para sob orientação direta do futuro onde eles descobrirem que estão apenas perto de alguns poucos livros da enorme biblioteca do tempo, onde um livro de apenas mil palavras poderá ter a chave para o enigma e impedir que o multiverso seja dominado pelos amorais crononazistas. Para ver a capa em tamanho original clique na imagem, para adquirir a versão beta do livro (não revisado) clique neste ponto.


Poemas de Metamorfoses Dimensionais

Dando continuidade ao livro 'As Duas faces do espelho' o embrião de livro será mais voltado aos poemas, dentre o qual alguns destes que tenho criado e desenvolvido como 'Metamorfose Dimensionais', que são essencialmente uma crítica as injustiças e abismos alimentado pelo mundo material condicionado pelo espaço e seu consequente tamanho sufocante, transcendendo fora do dimensional ante a teoria do tempo o qual sou autor e ao contrário dos fúteis que sempre voltam ao mesmo. Todos os trabalhos do autor que vem sido perseguido pelos Maus e Gananciosos é feito dentro do Direito Legal, registrados na BN, escritório de direitos autorais:

"Dissocial que invade e impõe a tortura se dizendo ternura mas apenas o fulgor do mal!
Sempre ei de pagar o preço pelo luxo do mal, pois sua graça é minha desgraça.
Invisível, mas carnal, possessivo como um demônio de possessão vejo-o anunciar a destruíção,
como as bestas-feras do passado no presente a suplantar a fé no futuro.
Não aceita que o livre-arbitrio me possua e eu a ele, pois o casório com a liberdade vos atormenta,
assim como a verdade com a justiça e a justiça de verdade, pois a injustiça é ilusão.
Cerrado estou nas cadeias da mentira e ilusão, para que quando dito seja loucura e em vão!
o mesmo vão do abismo a me tragar como o fumo que depois expele.
Só carne se passando por espiritual: cobiça, ganância e todo mal, qual afeição há?
Medo de ser ninguém, e ser tragado pela lama do lugar,
onde eles colhem o que não plantaram do terreno de minha mente.
Sabemos que o mal tem lugar, mas a fé é do tempo, somos peregrinos entre os dois."
Metamorfoses Dimensionais - Gerson Machado de Avillez

"O que consume nunca assume, oh devorador que vomita letras e come verdades inteiras,
Ostenta provérbios para deles tripudiar, pois apenas extrai a contradição
ladrão de meus pensamentos como dos sonhos, e sentimentos soprados por ventos do coração,
Pai de todos enganos e ilusões, nada se prova ou comprova a não ser o engano, é tudo em vão!
Cerrado está no espaço com toda matéria, seu tamanho é um desvairo de tal ilusão,
mas eu livre pelo tempo que mede a eternidade, pela fé estou empunhando o relógio de kairos
E quem pode tirar o que não é matéria? Quem cerra o tempo nas mãos?
Quem conquista não liberta, mas apenas matéria terás e com ela toda ilusão à mentes e corações,
pois a medida que se aproxima no espaço entre matérias afasta o que mais importa, a sensação."
Metamorfoses Dimensionais - Gerson Machado de Avillez

"Antes do espaço, antes da matéria, antes da luz, lá esteve e certamente lá estará após estes,
Enigmático imensurável como Deus, ser que faz do fim começo e do começo fim, 
cria a si mesmo a alcançar a eternidade com nada a lhe tocar, quem pode lhe deter?
Braços de Deus, sopro do vento, onda nas águas, tudo lhe é permissão, e nele estou a vibrar
suplanta lugar, faz ele vagar, suplanta o abismo mas nada lhe suplantará!
Os tolos copiam mas nunca saem do lugar, pois tempo sem verdade é apenas um vão a tudo tomar."
Metamorfoses Dimensionais - Gerson Machado de Avillez

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

A verdadeira ideológia superior é a moral

Quando alguns tentam provar sua superioridade inferiorizando alguém provam que o são apenas a medida de sua idiotice.  Ao invés disso não perco tempo provando na verdade ter inveja, mas que sou superior a isso com resultados que estes não são capazes de oferecem, não me é de interesse provar a inferioridade alheia, mas a superioridade do meu pensar. Busco uma lógica superior ao ego, sobre o materialismo e o linear, mas substancial a um sentido e porque do qual os resultados são tangíveis e amplos numa compreensão filosófica.

Ser autor significa muito mais do que apertar teclas, mas a prática em feedback da leitura em conceitualizar conhecimentos e o fato do pensamento ser materializado em palavras que no caso do plágio limita-se a copiar. Convém ao tolo dizer que escrever é apenas apertar teclas quando ele apenas usa 'control + V'. Não sendo capaz de fazer melhor ou provar seu ponto de vista, tão pouco é depreciando que provará ser melhor, senão mais idiota, é pensar com ideias alheias quem o faz.

"Não vejo o futuro, eu o crio, não sou o que você quer fazer comigo, mas o que eu faço com o que faz comigo! Não se trata de ego, mas sou o que faço e faço o que sou, pois a criatura espelha o criador assim como o homem a um Deus, mas convém ao diabo a mentira do oposto. Mas somente a quem compreender que nossas três limitadas dimensões são apenas uma agulha no palheiro do infinito, que a realidade é uma ilusão e sua verdade nunca é plena. Mas lançar lama sobre a verdade pode ofuscar seu brilho, mas nunca apaga-la, apenas distorce-la, mas águas puras as limparão. Destruir-te-ei o que destrói, aniquilarei a lógica linear, e suplantarei o materialismo espacial, na verdade apenas tirarei esta capa o qual se esconde a verdade transcendental! Moverei os egos de suas orbitas, seguirão tais ideias com maldição, pois não poderão resistir a elas como Lúcifer a gravidade a que foste jogado. Dirão então tragar tais ideias, mas por elas serão tragados. A este o qual pensa com minhas ideias como o abismo minhas palavras ecoar, e o resultando é o mesmo: anular. Com desprezo pela memória terá como castigo a eternidade dela!"
Gerson Machado de Avillez - Underderion

A Ilusão de realidade e a Kripto.história

Lidamos com carrascos da história que se quer são capazes de amarrar as pontas soltas da história oficial sendo pior que um deus ex-machina do pior dos piores roteiristas mesmo, conceber que após o 9/11 o governo americano chamou roteiristas de Hollwywood como Steve de Souza ('Duro de Matar') para tentar prever algum quadro futuro. O que sucede-se, na melhor das hipóteses, são clichês inverossímeis onde que apenas aguçam o medo e as dúvidas como num insustentável filme de terror mesmo onde interrupções súbitas se travestem de falsos sermões na verdade falaciosos e demagógicos por uma evidente inabilidade de conduzir pessoas como descartáveis personagens que na verdade dominam contra sua liberdade como se ele as tivesse criado, assim vemos inversões de papéis como uma Al Qaeda que de heróis contra o comunismo liderado por Rambo em pessoa aos vilões do 9/11, esquisito? Lembro-me como ontem de um documentário sensacional sobre um viajante que topou por acaso com ninguém menos que Osama Bin Ladden. Recebido com cordialidade o sujeito nos momentos antecedentes ao 9/11 demonstrou-se duma educação ímpar que contrariava por completo aquela visão ocidentalizada de um monstro do terror. Não digo que ele fosse santo, mas que também uma mística fora criada a seu entorno culminando na 'Hora mais escura' quer seja verdade ou não.

A concepção disso em todas suas discrepâncias está exposto no livro 'Crônicas Atemporais' sob forma confessa de ficção e onde ninguém pode ser si próprio e contra toda vocação fazer apenas o que não nasceram de fato pra fazer numa cidade qualquer. Não há verdade, sinceridade ou espontaneidade, tudo é uma encenação de ilusão vazia de qualquer moralidade, mas apenas moralismo. Assim caminha a humanidade quando cortinas de bambu ou de ferro se abrem para o teatro das politicas internacionais. Kripto.história onde a conspiração é sinônimo de tetricidade como peças num Taboleiro de xadrez.
Os Estados Unidos são os donos da encenação. Não por menos possuem a maior indústria cultural de entretenimento do mundo, Hollywood o qual tem apenas a 'Bollywood' indiana para rivalizar. Os fatos são inegáveis de modo que se tirássemos o véu da história oficial perceberíamos que ao menos, no mínimo, 50% de toda história americana no século XX até a atualidade são engôdos, ilusão. São super-heróis, tanques de guerra infláveis utilizados na II Grande Guerra

Mundial para aparentarem ter um arsenal de mentira. São mestres em truques mágicos da história que desviam a atenção com muitos fogos de artifício mais poucos atos realmente dignos de uma moral que se digam ter. Respeito os efeitos especiais americanos, são os melhores, quando olhamos para a tela somos hipnotizados pelas cores que ganham profundidade em 3D que mesclados a atuação impecáveis de seus atores parece por vezes melhor que a "realidade" por que será? O segredo do sucesso icônico de 'Matrix' reside nisto: algo que incomoda na realidade que não parece REAL, são as veias da história oficial numa história por de trás história, por onde corre a kripto.história.

sábado, 23 de novembro de 2013

A Maldição de Aquário

Não é a "vitória" que determina o certo ou a verdade, assim o fosse a história não seria mais ficção que minha ficção como história, e sou prova disso. Não é só porque fui excluído da história que não tenha história, ou seja esquecível. O que o discriminador nunca vai entender é que a diferença não faz a inferioridade, mas sim a acepção e as atitudes! A beleza não está no ocultar, mas sim no revelar, ou existe pergunta mais bela que a resposta? Nunca vi um só invisível feio ou bonito!

Justamente deste conceito surgem a ideia de realidades divergentes e contrárias a si próprias na demonstração em similaridade a de um  aquário ante um ambiente oposto a ele, compõe as ideias inerente a concepção de engenharia de realidades e no  livro demonstrada como 'A Maldição de aquários'.

Memória oculta, ou esquecimento conhecido? Esquecimento é morte, lembrar é manter vivo dentro de si, assim o conceito de conhecimento encima abraça uma centelha de realidade ainda que estritamente emocional. A própria crença em Deus parte da fé que é mais sentimento do que racionalização afinal não há provas cognitivas bastantes para atesta-lo, de modo que um conhecimento de psicosofia torna-se necessário, e essencialmente metafísico assim como deste modo a fé interpreta-se como o sendo, pois Deus como uma figura metafísica que apesar de não controlar tudo é personificado como Legislador sendo concernente a ele intervenções eventuais.

Os conceitos dos sonhos coletivos que duram séculos a suceder a cada mente humana é uma concepção original  por mim criada em sucessão ao livro original 'Adormecidos' como modo de relacionar a espiritualidade  consequente do qual a manifesta em estados alterados de consciência não somente adormecido do qual a  concepção de anjos ou demônios podem cruzar mediante a conduta do mesmo ou por patologias mentais  especificas. A relação destes pode exceder o tempo linear por haver o estado onírico um tempo próprio que  alinhado a realidade provoca alterações ou até mesmo anulações como a realidade de Ofir que se vê detido em  tal estado de existência onírica. O tempo onírico porém, não vai ao futuro, mas apenas ao passado por  memórias igualmente emocionalmente compartilhadas no estado inconsciente tornando possível alguns raros casos  de encontros com mortos que a seu tempo dormiam embebido no mesmo sonho coletivo comum e atemporal.

Naturalmente que a realidade no livro é composta por camadas determinadas pela percepção inerente ao nível de  consciência onde a crença na mentira é uma destas a exemplo da conspiração que sucede na realidade de Aline  Foster como cortina de fumaça em contraponto a realidade onírica onde a história de Ofir procura emergir a  demonstrar a verdadeira natureza de todas estas realidades e levando Ofir a falar: desperte para a verdade!  Assim o livro é uma metáfora para a criação de 'ilusões' e 'realidades' conforme o conceito de Engenharia de  Realidades que se crer ser os Imperionautas ('Adormecidos: O Despertar de Hipnos' e 'O Império do Tempo') que  neste caso é quando ideias ao se tornarem meme ganham vida própria no coletivo e pode se tornar real, algo  vivenciado por mim.

A compreensão de meta-realidades inerente ao pensamento como precursores comuns a realidade levam a concepção de delitos cognitivos assim como no livro 'Adormecidos' e pressentido similarmente por George Orwell (Eric Blair) em 1949 com conceitos como 'crimes do pensamento', 'policia do pensamento', "think duplo" e "orwelliano" ainda que sem a aplicação precisa como demonstrada neste livro.

Os conceitos estipulados por mim conjecturam com igual antecedência o rumo cientifico de uma ciência da mente que leve a compreensão de realidades consideradas espirituais e transcendentes a existência neste mundo. Em 2013 o cientista biocentrista Robert Lanza, professor adjunto do Instituto Regenerativo de Medicina da Universidade de Wake Forest, tem a crença similar - coincidente ou não - a proposta no livro 'Neuroversus' e demonstrado similarmente em 'As Duas Faces do Espelho' onde propõe o paradigma filosófico de que o universo existe produto da consciência, e não o contrário. Mesclando conceitos igualmente similares a de Carl Jung propõe que muitas das coisas surgem por uma crença coletiva inconsciente em algo assim como a morte, pois a existência da "vida é uma ventura que transcende nossa forma linear ordinária de pensar. Quando morremos, não o fazemos em uma ‘matriz randômica de bola de bilhar ‘, mas em uma ‘matriz inescapável de vida’". Ainda que discorde dele no ponto de vista extramente oposto de que o ambiente é que nos molda, creio que o coletivo pode alterar a realidade não a cria-la como do "nada" pois levaria a conceitualizações contraditórias sobre a verdade transcendentes ao conhecimento de sua existência ou não assim como de realidades para nós não conhecidas. Robert Lanza afirma corretamente porém que “se tratarmos o tempo e o espaço como coisas físicas, a ciência escolhe um ponto de início errado  para a compreensão do mundo“. Isso porque o surgimento da realidade transcende o conhecido e mensurável pela ciência e o método científico por advir de realidades para nós não acessíveis.

A Verdade assim poderia ser a verdadeira fonte de toda realidade ainda que pode ser por nós desconhecida ou não, uma realidade absoluta ao contrário da física que por este aspecto é símile relativo de uma realidade ulterior a vivenciada por nosso consciente e que o inconsciente coletivo apenas se aproxima, o que justamente sintetiza o Filoversismo como a exemplo dos seguintes níveis de realidade abaixo:

Níveis de realidade
Verdade: compreensão da verdade primeira, original e concausual que sendo absoluta todas variações e(ou) distorções de realidade advém, por isso relativas. Não todo conhecimento é verdade, mas toda verdade é um conhecimento ainda que não conhecido, pois a ilusão do saber é ignorância porque a ignorância é o não conhecer a verdade.

Ilusão: Compreensão de algo que acredita-se ser verdade mas sendo diametralmente oposta a esta, podendo ser perceptível ou meramente conhecido, destas concepções surgem discriminações, e os mesmos preconceitos comuns a uma compreensão incompleta ou enganosa da verdade, pois é a ilusão do saber, e ela pode ser até considerada História.

Simulação: Um símile consciente de uma outra realidade o qual fora baseada.

Pré-existência: Estágio de uma verdade a tornar-se existente num campo temporal latente lateral ou frontal ante a realidade por nós cognitivo.

Realidade: Resultante de uma verdade absoluta com variações ou distorções que mediante sua intensidade pode se tornar uma ilusão, esta pode ser fruto parcial ou total da consciência coletiva.

Simulacro ou hiper-realidade: realidade de compreensão superior ao entendimento comum por uma consciência elevada similarmente a compreensão de uma verdade base e absoluta a toda ela, esta realidade pode assim apresentar diversos tipos de dimensões fora das três conhecidas a realidade comum.

A concepções propostas deste modo são uma relação de feedback do consciência versus realidade moldando e sendo moldado ao contrário de visões diametralmente opostas a exemplo de Robert Lanza e doutro lado a crença de Gaia, uma vez confirmado que não existe em absoluto quaisquer dados que confirmem a ideia de que o mundo material possua algum tipo de inteligência, mas a indicar que seja resultante de uma inteligência.

"A rejeição de uma metafísica resulta em uma idolatria muito lógica do ser humano e uma exaltação do indivíduo humano como a medida final e o medidor de todas as coisas."
Wolf Wolfensberger - The New Genocide of Handicapped And Afflicted People

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

10 Perguntas da Filosofia

Ontem, dia 21, fora o dia da filosofia e da memória, por isso sigo ao básico da disciplina como busca da reflexão consciente de perguntas elementares da existências, o que naturalmente alguns parecem se encaminhar diametralmente ao sentido oposto. As perguntas foram originalmente postadas no blog Dúvida Metódica e para ver clique aqui. As respostas partem de minha visão particular mediante minha síntese do Filoversimo.

1. Quando é que uma ação é moralmente correta?
Quando é aplicável também a quem aplica de modo imparcial.

2. Como distinguir a ciência da pseudociência?
O método e alvo da disciplina, a ciência vigente o que é existente, a metafísica o que a resulta.

3. Haverá ou não boas razões para obedecer às leis do estado?
Quando aplicadas com imparcialidade, pois onde a lei é exceção e exceção lei, a justiça é ilusão.

4. O que é o conhecimento?
Toda forma de ciência ainda por vias diversas e sensoriais não necessariamente comprovada e podendo ser falsa.

5. Como deve uma sociedade organizar-se para que exista justiça social?
Abolindo abismos e defasagem de direitos e impedindo a exclusão social.

6. Devemos respeitar todas as tradições de sociedades com uma cultura diferente da nossa?
Não quando elas provocam danos aos direitos e liberdades individuais seguindo o padrão da primeira
pergunta.

7. Deus existe ou não?
Afirmação de cunho estrito ao conhecimento pela fé tanto quanto da crença do não existir, ainda que atribuí-se inúmeras vezes as suas criações ou milagres.

8. Existe "a verdade" ou cada um tem a sua verdade?
Concebendo que a verdade é uma definição não pode haver duas verdades divergentes, ou uma é falsa ou as duas! Sobretudo sua composição ainda que encoberta é legítima pois o desconhecimento de verdades não implica que inexista.

9. Se afinal vamos morrer, que sentido faz viver?
Para ser lembrado e ter seus atos a ter a diferença de obras diferentes ao comum, o eterno é um fato quando o passado existe.

10. O que é a realidade?
Resultantes da interpretações de ideias ou verdades concebidas como tal mediante o visível.

Fontes: Dúvida Metódica, por Sara Raposo.

Matemática das emoções

A Matemática é um sistema de pensamento relacionado a concepção de compreensão do mundo visível e real que mediante o Filoversismo são as resultantes de causas iniciais, pré-existentes ou metafísicas inatingíveis pelo mesmo por ser essencialmente de singularidades. Assim compreendo que a matemática segue um curso apenas de entendimento a resultante destas verdades insondáveis entra o conceito que rompem medidas pois a matemática essencialmente o é. A exemplo do cálculo de singularidades no livro 'Síndrome Celestial' assim como de números e tempos imaginários tangem próximos a uma ciência que poderia compreender resultantes em sua fonte original e consequentemente uma compreensão sobre a caótica e até mesmo o destino a exemplo da teoria da 'Ancora do Tempo' que demonstra que para isso essencialmente é necessário romper a realidade comum a dimensões temporais e espaciais fora da nossa. Isso se daria evidentemente com um pensamento não somente não linear como a compreender um universo em múltiplas dimensões. Nosso cérebro acostumado as três limitadas dimensões espaciais e uma temporal linear teria de lidar com uma expansão de consciência que necessitaria essencialmente "sentir" esse multiverso invisível para nós (concepção do Sentido Perdido) por meio de paradoxos num conhecimento mais aproximado a dos sonhos que da cognição desperta e assim uma psicosofia ('Adormecidos: Réquiem dos deuses'). Para isso uma "matemática" procuraria interpretar dos emoções e suas combinações consequentes assim como as que levam a maldade como os exemplos abaixo:

Cinismo (Diferença + acepção = discriminação) + exclusão = marginalização

Discriminação + cinismo (Ganância + amoralidade = furto) x obstinação = maldade e injustiça

Verdade + Mentira = contrariedade

Conhecimento + Imaginação consciente (reflexão) = Criatividade

Razão + Sentimento (empatia x reflexão) = Consciência

Egoismo + razão = Psicopatia

Ideias + atitudes + normas = realidade

Informação + percepção = memorizar +  sentir = compreensão

Diferença  + Respeito = Individualidade

Obviamente que os conceitos de lógica e ilógica são suprimidos por uma concepção prática de sentido substancial pois subentende-se que assim como a lógica e o egoismo levam a psicopatia, e consequentemente ao mau, essas são más.
Nota-se que alguns pensamentos sempre apenas rodearam uma verdade inatingível plenamente pela compreensão que é resultado do conhecimento sentido, ou seja, a ganância, por exemplo, leva apenas a uma visão egoísta de seus objetivos distorcendo a verdade do alvo. Evidentemente que creio que assim como no livro 'Neuroversus' existam muitos outros sentimentos e emoções nunca registrados, entre eles o sentido perdido que daria a compreensão do infinito e de múltiplas dimensões. Nota-se igualmente que a soma de emoções combinadas sempre resultam em compreensões errôneas ou corretas e consequentemente equivalentes atitudes a exemplo do que o autor passa pelos maus.

Gerson Machado de Avillez - 2012