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quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Trecho de 'Sombras dos Tempos'

Não quisera compreender o quilate daquele precioso império, que era como uma joia vívida em suas entranhas, que parecia-me mais como uma miragem num deserto de abismos e injustiças como uma esperançosa ilusão de um paraíso utópico a aflorar duma perfeita e eterna primaveira. No campo flores cuja evolução única parecia ser destilada do tempo unicamente ante aquela dimensão, os prédios pareciam megalíticos de ouro transparente a cortar os céus imprimindo a tranquilidade onde nenhuma voz era esquecida, mas como imensos cristais refletiam a serenidade translúcida daquele paraíso. Os céus refletiam aquela terra, e a terra aqueles céus, não havia discriminação, mesmo das menores criaturas tinham seu lugar, seu tempo, seu mérito. Poderia ser fantasma aquele lugar caso não fosse habitado por mais que por humanos, mas seres de ímpeto e espírito puro e grato fazendo contempla-los como quase anjos. Temi então trazer comigo as sombras, sombras de dúvidas sobre a veracidade de meus sentidos como entorpecidos por alguma droga milagrosa ante minha viagem anterior pelo inferno, todavia, nem sonho, nem alucinação, pois o ar era ar, e a fé concretizada e não mais precisava sobreviver ao inferno para saber o valor do paraíso, pois era paraíso por si só como um imponente Deus, mas na realidade tributo a Ele.
Numa das paredes mostrava-se projeções daqueles cujos feitos foram marginalizados pela sociedade inferior e deliberadamente imperfeita do passado, nomes e rostos, eles sorriam agora, pois seus feitos ecoavam pelo tempo como memórias da gratidão. In Memoriam, diziam. Talvez então, concluí, tenha falecido, quando alguns dos rostos me sorriu brilhando ante ao dourado céu de perpetua formosura.
Senti-me então o mais abastado dos aventureiros de todos os tempos, do passado ao futuro, das vísceras do firmamento senti e vivi, não era um sonho enfim, pois não havia sacrifício vão e fútil, a duras penas o sacrifício era próprio, o detrimento da busca pela alma humana havia alcançado o inatingível sonho utópicos onde não mais se sabe o que era medo, injustiça, sofrimento e todas as distorções do mal. Onde estava não me importei, mas sim quando, me toquei, pois ao me ir meu consciente fora capturado pela eternidade cujo único lugar são os sentimentos que o fazem viver, pois eles tinham acesso a verve justamente dos sentimentos a trazer conscientes ao retorno no universo.
Poderia parecer etéreo tão conceito, todavia diziam que tudo o quanto viveu e tudo que se realizou permanecia gravado no tempo pelos sentimentos capturados pelo infinito.

- O espírito é essencialmente sentimentos, não paira sobre ele as gélidas memórias como a
da informática. Por isso tal comunicação representa-se sentimental. - disse o rosto amigável com um sorriso triunfante e resplandecente de tranquilidade e afeição -  somente podemos resgatar do imaterium o que se imprimiu no material com sentimentos, mesmo ante os ecos da inveja, ódio e medo. No mais apenas por viagem no tempo podemos revive-lo.

Nunca pudera matar a charada de que o raciocínio mundano era material por mais afiado que fosse, mas antes falavam eles de algo mais elevado, puro, sem distorções dos males, e injustiças - inclusive emocionais - parte de um corpo do qual mesmo a afeição de animais poderia-se sentir eternizados, onde os gélidos homens sem afeição não eram lembrados. Se a dor não ficava nem nas memórias humanas, o sofrimento parecia ser repelito do universo num tipo de peneira similar de socrátes para sentimentos, todavia mesmo aqueles que se comunicavam sentimentalmente não sabia para onde iam a dor, talvez numa outra dimensão inferior similar a mesma masmorra dos tempos medievais.

Trecho de 'Sombras dos Tempos' de Gerson Avillez

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Trecho de Herdeiros do Destino: Pra que serve a maldade?

"Por muitos anos estive perplexo procurando compreender numa só definição o que é o mau e seus derivados enlatados, das maldições, maldades e outras mazelas do lugar comum provenientes do mesmo tronco, refleti, tentei juntar convicções e conjecturas, sendo estas na verdade algumas características comuns relacionadas como fim a emoções mais antiquadas e primitivas, do sadismo, discriminação a inveja, pois uma coisa que o mau nunca será é igualitário pois a maldade comumente sofre de complexo de superioridade.
Porém, a maldade, que como uma doença não vive sem uma vítima por apenas trazer sofrimento. Em seu íntimo é confusa, não se consegui definir de modo claro, não segue uma linearidade clara de causalidade, é cheia de desculpas impraticáveis, incomprováveis e agressivas ao livre-arbítrio alheio, nuances, mentiras e sucessões inconstantes de modo que manifesta então a ausência de 'porque' e torna-se íntima da loucura ao atingir seu auge e pico de modo que como um demônio a maldade torna-se autossuficiente como se ela pensasse por si só. Ecoa no vazio do peito de seus portadores, se repete na mesma coisa e atos por anos pois é em vão, não há objetivo, pois não é objetiva, apenas vaga a envenenar vítimas e almas por seu caminho normalmente de modo fatal, é a única doença que faz mais mal a quem está próximo - de algum modo - a anulando que ao portador de tal deficiência moral que torna-os com uma incapacidade de ver suas vítimas de modo claro mas apenas de acordo com os desígnios de um coração malévolo e obscurecido. Como fulminar da amoralidade numa profusão ensandecida de acusações e perseguições baseadas na exclusiva discriminação pode se camuflar indefinidamente, mas suas mascaras sempre precisam ser trocadas periodicamente como a fralda dos nenês. Do fascismo, nazismo, apartheids, das ditaduras, a única definição possível de seus frutos é que leva sempre ao mesmo fim, o sofrimento e morte de inocentes de modo epidêmico em maior ou menor escala pois é um devorador boçal da fé e da vontade de se ater ao melhor, pois o mais poderoso filho da maldade com o vazio é o medo. E talvez a mais precisa definição de maldade seja justamente isso, uma merda, pois como toda merda precisa de uma privada, e estas são as vítimas da maldade.
Na realidade o tempo, efêmero ser mesmo de justiça lenta mas perfeita, sem acepção de nenhum tipo, carrega para longe a maldade pois a ela sempre alcança, mas dele a maldade se torna parasita ecoando junto a ele ante a face do abismo de onde veio. A verdade é que por melhor que seja o eufemismo falha pois em sua origem, o mau, é o vazio, é o nada tentando ser tudo, e nada se define apenas como nada a tentar anular o que vive ou procura apenas ter um sentido para viver, não a definhar pateticamente a agradar seus condutos mortos-vivos pois a maldade é faminta e insaciável e irreconciliável, pois não se pode ser amigo da adversidade, da própria inimizade.
Ao menos conforta o fato de que não somente é o universo que paira flutuando sobre o abismo que tanto temeu Nietzsche, pois talvez seja justamente o medo de Deus em seu isolamento perpetuo levando-o a construir esse palácio do universo como ponte a um sentido para si mesmo viver, universo este o qual o mal tenta se esconder saindo de sua casa de origem, o abismo. Como sombra nos assombra por séculos, invasores e ingratos com suas embaixadas na física astronômica pelos buracos negros da existência, em que não se a troca ou tem retorno proporcional, pois a maldade representa o acabar do sentido, da fé, o cessar a única volta que almeja, o da inexistência."
Herdeiros do Destino - Gerson Machado de Avillez

segunda-feira, 22 de julho de 2013

Teoria Geral do Multiverso

Teoria do universo holográfico comprova a irrelevância do espaço assim como os multiversos como variações da mesma informação em probabilística a explicar o caos no universo. Concebendo a inexistência do espaço o tamanho é irrelevante levando assim a concepção de que o menor pode influir no maior conforme propõe a teoria do caos e seu efeito borboleta, ou seja, quando essa reatividade ocorre é uma prova essencial da interação do tempo no universo como mais potente força ainda que imensurável diretamente pois excede medidas pelo fato de ser essencialmente singular como a própria concepção do multiverso, infinito, como se colocar espelhos diante de espelhos a replicar variáveis de uma mesma informação reconstruída em graus diferentes de realidade holográfica. Isso supõe que assim essas variáveis são laterais no tempo, e conforme alguns propõe com o big bang que teria ido não somente a frente no tempo, mas antes de si mesmo, o mesmo ocorrer a outras direções temporais. Isso ocorrer pois esta informação vibra a criar dimensões extras como uma " "corda" que esticada cria projeções variáveis de si mesma para tantos outros lados paralelos em reflexões construtivas da informação paralelamente a comprovar que assim é esse tempo quem se comporta como ondas.
Isso não contraria as teorias existentes como a da relatividade, antes supõe que o mesmo efeito explica a gravidade como algo a circundar um roda moinho na água. Os universos paralelos quer menos reais que o nosso ou não, ocorrem como bolhas devido a um tipo de agitação no tempo como a água ao ser agitada cria bolhas e isso não se pode mensurar a não ser suas resultantes porque  porque num campo de singularidade as medidas não tem tanta importância. O Vídeo abaixo do autor fala um pouco sobre essa teoria do filoversismo:


quinta-feira, 18 de julho de 2013

Capa alternativa de 'Síndrome Celestial'

"Assim brilhe também a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus."
Mateus 5.16


Com discussões filosóficas sobre a capacidade corruptora do poder, o livro mais que uma discussão sobre o transhumanismo em contraponto da evolução natural (ou sobrenatural) do homem é colocada em paralelo a ética numa discussão sobre a discriminação onde traça paralelos entre duas raças inimigas como o nazismo e os judeus num tipo de tecnocracia subversiva. Após o fim da Terra a raça humana se dividiu em duas espécies, uma dos quais adquiriram habilidades (sobre)naturais e outra extremamente evoluída tecnologicamente prestes a romper a barreira limite do infinito, as singularidades. A proposta com o argumento original das singularidades filoversistas é nos perguntar qual os limites éticos e morais de nossa tecnologia e seu uso a nos potencializar? O que levaria o homem em sua busca em ser Deus? Poderia o homem subverter as leis e a ordem natural do universo?

A Sinopse do argumento original do livro inspirado na teoria do autor do Filoversismo está disponível na imagem da capa (clique para ampliar).

Dia 22 de agosto pela editora MultiFoco

quinta-feira, 11 de julho de 2013

A Lógica, a ilógica, e o Sentido Perdido

por gerson avillez

numa desertação filosófica o autor discute os conceitos bases entre lógica e ilógica pertinente a um sentido e moral que nos leva a uma concepção de sobrelógica determinada ao impossível e até mesmo ao conceito de milagres e infinito.

a ilógica ao "senso" comum é oposição a lógica, ou seja uma lógica invertida, refletida em espelho a replicando a mesma, não necessariamente a desconstruindo. ou melhor, o conceito de logo denota a sucessão reativa e linear de determinada causa ou ato, de modo que a ilógica sucedendo a ao lógico demonstra-se não menos lógica mesmo que estritamente opositora. a ilógica assim segue uma lógica marginal a lógica de modo que ao se tornar vigente torna-se como uma própria lógica. deste modo para se desconstruir esse aspecto, tanto da lógica quando da ilógica, devemos desmontar ambas juntas.
a concepção é de que ao se seguir nem a lógica ou a ilógica traga a conotação de sentido, pois tudo que há de transitar vem de algum ponto a algum ponto, um sentido. aqui é que entra o conceito de sobrelógica que é a de sentido, a lógica (tanto quando a ilógica) pode ser amoral, pois pode levar tanto a algo bom como mal, pois não tem valores morais propriamente ditos. assim a conotação da racionalidade pertinente ao pensamento lógico que etimologicamente se refere justamente a conclusão (lógica) sem experiência é limitada em si mesma pois mede probabilidades e assim jamais poderá tocar o impossível, infinito ou o incompreensível assim como o próprio conceito de milagre, por estes exceder a tais.
Aqui é o sentido que quantifica a conceitual destes sendo assim sobrelógico. Tendo o mesmo radical do termo 'sentimento' trás a conotação de direção, percepção e assim consequentemente compreensão, num sentido, literalmente mais amplo o qual os anteriores se submete involuntariamente. Assim sendo o sentido é essencialmente 'porque', ou seja, pergunta, pois sem perguntas (como de onde viemos e para onde vamos) não há respostas sem em sua natureza essencialmente existencialista. Não se trata assim necessariamente de lógica ou ilógica, mas de onde viemos e para onde vamos pois o por que é essencialmente a pergunta e resposta. A lógica nem a ilógica são incapazes de contemplar o sentido da vida, sentido a muito perdido.

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Notas sobre o Filoversismo

O Filoversismo é mais que um modo de pensar, mas de sentir e consequentemente de viver, é muito diferente de aproveitadores antiéticos cuja relação é parasitoide, assim como de muitos conceitos, o fato de ser um tipo de metafísica não nega os fatos, antes são precursores do mesmo. Não é mensurável por medidas e por isso não é padronizado como modelo de experiência, pois é mais sentido que racionalizado. Acho que para algumas crenças evidentemente obsoletas do lugar comum por não ser condizentes a teoria em si não funcionam corretamente, tanto em prática quanto em teoria adequa-se melhor ao modelo tanto ético quando filosófico em suas diversas áreas, pois mesmo na antropologia e psicologia vê na mente a concausa de nosso livre-arbítrio assim como o universo em sua metafísica uma mente de singularidade incalculável, pois é do verbo que trás ao existir e o sentimento em harmonizar-se.
Não se propõe dono de nada, apenas segue a verdade desde sua origem e linearidade na ausência de fato mor, do qual o autor, é autor, descobridor é descobridor e dono é apenas uma figura transitória na posse de algo que denota mero materialismo contraditório ao conceito abstrato e imaterial do Filoversismo. Assim antes não aceita a competitividade a não ser consigo próprio onde reside a única vitória, não vendo o maior em relação ao menor (fonte de todos abismos e desigualdades), mas o pioneirismo ante o inédito, pois não se mede ou se compara, se sente pois é o infinito.
Naturalmente que este conceito cujos frutos factuais nos servem para tanto compreender o universo numa cosmovisão interessa aqueles que são incapazes de ver a teoria em sua plenitude e totalidade inclusive prática, a honestidade e verdade inerente a sinceridade das ideias que mais do que letras e palavras são representações harmônicas dos bons sentimentos, sentimentos estes que alguns são incapazes de ter, afeição, amor, respeito, e gratidão fonte de toda ética e moral, pois a moeda de troca comum em tais assim como no universo são justamente as trocas que positivas buscam a harmonização e equilíbrio, não anulação. Lamento àqueles orientados exclusivamente por sentimentos discriminatórios, mentiras, ganancia, inveja pois a carapuça do Filoversismo nos vos serve a não ser como exemplo do que não deve ser, naturalmente que distorções provenientes do mesmo sobre virão, mas por isto o autor escreve este texto antes que tal seja desfigurada em sua essência.

quinta-feira, 4 de julho de 2013

Genealogia da Moral

A moralidade é um objeto de estudo filosófico, não somente bíblico e social. Mesmo o genial Nietzsche realizava uma detalhada engenharia reversa de seus conceitos a fim de compreende-lo ainda que com isso fosse de encontro a eles os desconstruindo - Vide "A Genealogia da moral'. Defino a moralidade como o porque das atitudes humanas inerente a causalidade do livre-arbítrio lhes atribuindo valores, não sendo somente o campo ético e de como se portar (afinal existe o imoral) mas assim pertinente a discussão de características boas ou más. Conceitos maquiavélicos aqui soam como maquiagem moralista pois no hábito comum humano (tirando a dos psicopatas) os fins não justificam os meios, pelo contrário, os meios denunciam moralmente os fins, afinal quantos assaltos e furtos vemos diariamente para alimentar criancinhas ou simplesmente cuidar de um parente com leucemia? Ocorrem eventuais casos, porém, estes são raridades mundiais e alvo de estudo antropológico onde o maquiavelismo se faz valer como exceção. A Maioria esmagadora dos casos são para sustentar vícios ou simplesmente ter uma vida esbanjadora, ou seja, por egocentrismo. Os fins não justificam os meios pois nega-se colher o que plantou.
Mas porque normalmente fins bons associam-se a meios corretos? Porque esse não se contradiz e como se sabe mesmo na criminologia o ato de se contradizer é entregar os pontos de dado delito, e(ou) maldade. Aqui entra uma questão de refutação filosoficamente bíblica: o pai da mentira (e sucetivamente do contradizer) no livro sagrado todos sabem quem é, de modo que o ato de contradizer demonstra essencialmente ao menos uma mentira, e como se sabe pode servir para demonstrar um mal pois demonstra algo a esconder (que deduz-se ser mau, por isso esconde-se) e o de aparentar ser algo que não é, afinal a hipocrisia é o ato de pregar o que não se vive nos levando novamente ao moralista.
Na realidade o ato de se contradizer nada tem de ilógico, mas antes segue ou por uma falha ou lógica egocêntrica que tirando-se elementos de um paradoxos completivo, a exemplo do paradoxo da perspectiva, sempre está a se anular a uma das afirmações, pois não existem verdades contrárias, mas sim visões, perspectivas.
Naturalmente que a simples definição da maldade é aquilo que faz o mal, ainda que a definição de mal muitas vezes soe ambígua para alguns. Porém defino como a relação de moralidade ou sua ausência, ou seja, o porque daquilo, afinal não se pode dizer que uma pessoa está fadada a ser condenada para depois lhe atribuir sermões moralistas. Ora, o B a Bá da filosofia propõe que a ausência de livre-arbítrio lhe isenta da moralidade (e culpabilidade consequentemente) de seus atos, assim condenar arbitrariamente alguém a esmo é consentir que no mínimo cometa um ato que lhe justifique.
Aqui entra a discussão do filme 'Minority Report', como alguém poderia ser preso sem ter consumado o ato do delito? Mesmo que demonstre a intenção de comete-lo o ato não consumado não caracteriza como delito. Talvez novamente aqui tenha uma relação bíblica: enquanto na lei de Moisés a ideia de delito era o ato consumado, na graça é tido como a simples intenção. Será isso que quiseram dizer? A discussão aqui entra em campo metafísico e por isso essencialmente filosófico pois é inerente a natureza humana e seu livre-arbítrio e de importância moral irrecusável, afinal condenar alguém por pensar seria moral? Naturalmente que prever algo mau ou mesmo intenciona-lo indiretamente como "acidente" demonstra culpabilidade ao nada ser feito para tentar impedir. Esse é o filoversismo moral.

terça-feira, 2 de julho de 2013

Sinopse e capa de 'Sombras dos Tempos'


O misterioso manuscrito de um escritor chamado Olímpio Milles é encontrado revelando contos e crônicas supostamente sobre pontos obscuros de nossa história, onde um artefato misterioso parece influir através dos tempos em várias sociedades e civilizações alterando o rumo da história. Misturando realidade e fantasia, a sequência de histórias interligadas podem levar a descoberta de algo importante. Seguindo o estilo teórico e filosófico estipulado pelo Filoversismo uma teia de histórias que se interligam temporalmente é construída recontando parte da história humana.


Em Breve