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terça-feira, 2 de agosto de 2022

Conto 'Submersores das emoções' na 34ª edição da Revista Litera Livre

Conto 'Submersores das emoções' selecionado dentre 634 textos inscritos e 122 selecionados para a 34ª edição da Revista LiteraLivre. Clique aqui para acessar gratuitamente seu exemplar.

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domingo, 31 de julho de 2022

Relatório de Visitações de Julho de 2022

Pasmem, meus plagiadores negacionistas me acusam de copiar e colar o que eu mesmo escrevo, sim promotores negacionistas históricos de plágios e acobertamentos de minhas obras e crimes que sofro, os mesmos que usam como cola de seu poder fluídos sexuais dos malfeitos do machismo molestador. Devoradores ingratos arrotam em ingratidão, como bovinos o que devoram em ilicitude, porém, seu veneno eu vomito por nada servir a não ser a morte, física, intelectual ou moral. O que temos a apreender com o ódio e medo dos que ensinam apenas por crimes, mentiras e roubos? Só sofrer e sermos mortos? Estes por sua vez  aprendem a praticar o oposto do que plagiam como prova do crime e hipocrisia. Sim, enquanto escrevo tais textos num celular precário o escárnio de psicopatas que punem meu talento e reclamam da sujeira de sua própria punição criminosa ao ser denunciada. Os inimigos da história, dos fatos, da lei em sua isenta aplicação constitucional e transparente sempre serão inimigos da humanidade!

Em julho, mês do dia do escritor, um salto de visitações aumentou de um dia para outro, em 10 vezes, ao que antes estava estagnado depois de um estancamento igualmente súbito. Como o video acima alude, fica provado a escancarada adulteração das visualizações chegando esta retroceder. Antes tendo no máximo 60 visitas diárias o salto para 600 visitações é inconsistente a um padrão orgânico e natural de fluxo. Após meses ficando entre 1500 visualizações mensais agora fomos para mais de 18 mil o que antes suspeitava, podendo ser ainda mais.

Tal denota uma visível adulteração do número de visitações, uma vez sendo impossível controlar diretamente quem visite, ou não, o blog. Mesmo mediante potenciais nichos ou viralizações do conteúdo, ainda que o fluxo destas visitações tenham mudado dos Estados Unidos a França. A diversidade dos acessos em diversos navegadores e sistemas operacionais, tanto quanto tipos de dispositivos, corroboram a fluidez espontânea das visitações, a menos que haja meios de igual adulteração nesse aspecto do analytics do Google. Ainda que a comunidade brasileira, ou de língua portuguesa, na França não seja tão grande quanto nos EUA fica claro que elementos de tradução automática disponíveis no próprio blog favoreça sua internacionalização facilitada pela forte divulgação de textos meus no exterior, como na Obvious Lounge.



Estes elementos, ainda que possam ser potencialmente acobertados por maquiagens numéricas e estatísticas comprovam o reconhecimento internacional de meus textos, ainda que a fonte de acesso primária na internet não seja especificada. Porém, sendo de diversos dispositivos. De modo que fica inconclusivo determinar o grau de tal possível adulteração, uma vez ficando inegável a impossibilidade deste salto súbito no número de visitações, tanto quando de sua repentina estagnação como observada meses atrás.

Sendo muito mais fácil e plausível obstruir dados parcialmente e encobri-los do que simplesmente inventa-los, uma vez que a adulteração sendo observado por mim em inexplicáveis e impossíveis retrocessos no número de visitações. De sobremodo mesmo estes dados de alta em visitações não possam ser totalmente confiáveis,  ainda que possivelmente arredondados pra baixo. Acredito que o número de visitações ao longo de meses tenham ultrapassado as dezenas de milhares numa estimativa imprecisa.

O fluxo de visitações é consistente aos fatos, uma vez que seguem a intensidade na madrugada sinalizando claramente ser procedente de outro fuso horário, logo do exterior. Ainda que esta mudança de fluxo possa ter dito um estopim viral desconhecido, podendo ser de algum texto em específico. Ainda que o aumento das postagens individuais tenham triplicado a fonte das visitações continuam sendo a base do blog o que põe em dúvida ser algum texto em particular ter sido a fonte do viral.

A salvo eventuais comentários contra a adesão das ideias e teorias de minha autoria são atestadas por estes fatores, dado o grau de pioneirismo e originalidade adaptada a realidade atual.

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sábado, 30 de julho de 2022

Sob a luz da Miséria

Pratos cheios são mistérios como
da Operação prato.

33 milhões de famintos no Brasil. É o que acontece quando percebem que numa cultura sexista que diz que mulher "gostosa" que se "come" não alimenta, é prato vazio de comida, mas não de alienação novelística, pois na televisão não falta. Pobres iluminados da miséria!

A televisão é mais servida do que comidas em pratos, a ilusão da miséria dos prantos. Antes os omissos "senhores do Brasil" pensam apenas que eu funcione, pois 33 milhões de cabeças de gado não dá. Disso os ingredientes da pandemia e guerras, sempre serão a receita de distopias na realidade, e apocalipses da ficção. Acrescente bombas atômicas do egoísmo de autocratas obscuros, e daqueles que estão mais interessados em expulsar-me para churrascos orgiásticos do rodízio de mulheres e fazer fortuna de livros alheios. São 33 milhões de sacos vazios, e ainda paro de pé. Não basta o jejum constitucional, agora ao literal, porém, muito menos espiritual.

Dizem que Jesus Cristo morreu aos 33 anos em sua iluminação, será que 33 milhões irão remir os pecados dos "senhores do Brasil"? Quando a presença de alguns oneram o ar e a vitalidade impõe a morte como desconto.

Porém, ainda discutem quem pode ter determinado direito constitucional ou não. Minha morte seria a mágica salvação pela bala mágica. A miséria que antes era cultura moral da corrupção e estupro, tem agora resultados através dos pobres de espírito, e de dinheiro, e de bens. Comamos capim como em Barbacena, o hospício é oficinal, o Estado é maniconial!

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sexta-feira, 29 de julho de 2022

Conto: Museu dos Deméritos Humanos

Sabemos de grandes feitos e descobertas humanas, da filosofia, artes e ciência. Todavia, havia um museu o qual o rememorar era exclusivo a tudo que lhe era oposto, uma viagem no tempo dos erros, não acertos. Uma alusão a ilusão de humanidade que alguns eram.

Para eles o presente era feito de eventos de dados viciados. Repetiam o passado até que algo disso repetido pudesse ser repetido novamente, indefinidamente, ad nauseam, pois os erros era um moto perpétuo ao reacionário. O presente (e futuro) era uma colagem plagiada do passado, em artificialidades que apenas batia o recorde na revolução da mesmice. Era o pretérito como muletas do velho que incapaz de atingir o futuro arrasta o passado consigo. Por mais que estivessem no presente o passado não saiam dele, pois era uma parte descolada do passado que se arrastava para o futuro. E aquele museu era seu manual, um templo ao culto passadino do pretérito viciado em todas dores e deméritos. Erguido como um templo por isso, reunia uma mescla arquitetônica de vários períodos, do europeu medieval ao egípcio e sumério. Um amálgama passadino numa colcha de retalhos de concreto, um mausoléu vivo aos erros humanos compilados como script ao futuro. 

Cada galeria tinha setores aos grandes déspotas e tiranos da história, nos detalhes de suas maiores atrocidades. Doutra parte toda multiforme criatividade humana esgotada em modos inventivos de tortura, da coleção de cruzes, as máquinas que esticavam as partes do corpo até desmembrá-los. 

Havia lá todas as técnicas também "modernas", da cadeira elétrica a cadeira sem fundo onde uma corda com bolas batiam no saco do torturado a aclamada toalha na cara com água de garrafa para simular afogamento. Era tudo novo, de novo, para sádicos que naquilo se esbaldavam. Os reacionário davam um pequeno passo lá dentro, mas um grande salto retrógrado ao passado! Um pedacinho afável do inferno a todo o séquito de sádicos.

Um setor especial eram ao dos escravos e das experiências e campos de extermínio nazistas, Joseph Mengele era um deus que imponente tinha na sua sala uma estátua de cera fitando a infinitude reacionária do passado. A novidade original era apenas novas formas de crueldade descobertas no passado, dos gregos o rememorar era a reivindicação da autoria do futebol, jogado com a cabeça de perdedores.

– Zé Mengele é minha maior inspiração –  comentou José Faro Lima ao ver Mengele. – A originalidade e autêntico devem ser combatida por isso, pode colocar toda essa maravilha em risco. Uma pena não haver aqui empalhada as raças inferiores que deveriam ter sido extintas. – Completou ele com seu amigo de caçadas sociais como estupradores sexuais.

– Quem sabe num mundo paralelo? – Comentou ele dando um tapinha no ombro dele.

Seguiram a diante e adentraram o setor do Reino do Terror dos jacobinos do iluminismo. Era uma das salas prediletas deles que apenas lamentavam não haver artefatos conhecidos para dedicar um espaço também a Sodoma e Gomorra. Mas restava se esbaldarem na galeria de armaduras e objetos dos gladiadores de Roma. Ao entrar imaginavam mesmo o grito das audiências de bezerros da plateia cujo niilismo era o prazer de ver o lobo pegar alheios, Panem et circenses! Caminharam com acuidade aos setores de religiões primitivas onde sexo cultual e sacrifícios humanos eram realizados. Lá haviam artefatos maias utilizados para extrair o coração de vítimas ainda vivas como sacrifício para que o Sol nascesse mais uma vez.

As estratégias de guerra também eram louvadas, das toras empaladoras aos cercos que sitiando fortes inteiros faziam mulheres e crianças morrerem famintos para não serem massacrados. Toda mudança era feita apenas para manter o passado reorganizado, o Déjà Vu disso era o resultado.

– Gengis Khan jogava os inimigos deles em catapultas contra seus adversários. Imagine as imagens deles sendo despedaçados. – Falou Zé Nossab.

– Prefiro a galeria dos serial killers, tem todos nomes, e lá tem recriação mesmo das roupas das prostitutas mortas por Jack, o Estripador. – Repercutiu Zé Faro Lima quase tendo uma ereção no setor de torturas sexuais, pois o estupro era uma das mais antigas armas de guerra aos povos invadidos e dominados.

Poucas vezes os dois Zés se sentiram tão vivamente entusiasmados, ofegantes em rememorar as dores dos milhares de mortos dessa tortuosa história humana em seus maiores horrores.

– Todos temos em nós uma centelha do Inferno, Zé Nossab. O efeito Lúcifer prova isso. As pessoas não são inteligentes o bastante para entender nossas necessidades hediondas antissociais. – Completou ele com seu amigo assentindo. – Sofres pois vives ante a negação da morte.

Os passos deles se ouviam nas galerias por onde passavam. Galerias sobre a Bastilha e masmorras medievais, calabouços e manicômios tenebrosos do século XIX e mesmo um espaço especial para os trens de loucos para o hospício de Barbacena ao lado do setor da Colônia Dignidad, do Chile.

Tudo até que na última seção viram eles um homem que entusiasmado notou estes debatendo sobre as atrocidades humanas e os interrompeu.

– Sabe, isso tudo me traz memórias muito vivas, por isso investi meu patrocínio na construção disso. Dinheiro de gerações criaram esse memorial, um revival a vidas que fizeram esse mundo ser mais divertido ante o tédio da bondade e amor mútuo. – Completou. – Pense num mundo onde tudo isso voltará ser a realidade? Eternamente! Um devir de todos males numa transcendência infernal. Há muitas potenciais possibilidades aqui. Ditaduras fascistas, nazistas, a tiranias monárquicas e impérios despóticos ao totalitarismo e absolutismo, há futuros onde todos são remendados entre si pelo união as raízes dos males passados.

– O senhor deve ser um herdeiro muito nobre para investir nisso. Bom gosto! – Respondeu Zé Nossab e o homem continuou.

– Tudo que existe de mal tem um paralelo com o passado, pois há um mal primordial ancestral, o ideal da crueldade primeira do qual o declínio deu lugar a tolice da bondade, afeição mútua e remorso, tornando o ser humano dócil e preguiçoso. – Comentou o misterioso homem que vestia preto. – Ansiamos apenas a volta a esse mal primordial. 

Ele acreditava que a bíblia era mentira, pois para ele a vida surgiu de um mal primordial, de um caos extremo, apenas para o sofrimento. Pois o sofrimento como força primordial apenas era possível através da vida.

A bondade, o amor e o carinho eram imperfeições que maculam em facilidades a vida que surgiu do sofrimento para a dor. O mais puro prazer e deleite é o sofrimento, sendo sádico ou masoquista. O sofrimento é o fogo que purifica a vida da fraqueza dos manjares do amor.

Os dois homens ficaram empolgados com a história mítica do patrono do museu das dores humanas.

– Muito sábio o senhor, obrigado por encontrar alguém com tanta grandiosidade. Qual seu nome?

– Osak. – Respondeu ele apertando a mão deles. – A hora que quiser visite nosso recanto secreto no Buraco da Cruz, onde apenas perdidos e gananciosos preconceituosos acharão.

Os homens sorriram felizes daquele fel de pessoa e partiram inspirados a mais atos sexualmente predatórios. O passado em seus deméritos era o futuro!

Conto  da antologia "Verboversos" de William Fontana (Gerson Machado de Avillez). 

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quinta-feira, 28 de julho de 2022

Das Hipóteses Extra-sensoriais

Mesmo numa sinfonia desconhecida quando estamos sintonizados conseguimos preceder muitos acertos pelo fato da harmonia ser capaz de ter padrões discerníveis (ainda que pelo inconsciente) do qual similarmente as frequências sonoras fazem com partículas, sendo capaz de organizar elementos de simetrias e harmonias. Ao contrário do descompasso do caos através do medo e ódio. Podemos dizer isto de músicas clássicas em particular, ainda que outros ritmos também tenham esse poder em complexidades maiores ao contrário ritmos mais simples, agressivos e agitados. As estruturas musicais apresentam frequências que podem ser análogas a organização de partículas como o todo. Similarmente podemos dizer do ato do sensitivo ou empático do qual o enlace emocional entrosa sintonias capazes de não apenas antever como intuir sobre a pessoa sintonizada. Experimentos musicais por amostragem de pessoas que desconheçam tais músicas (de ambos tipos) poderiam provar facilmente esta hipótese sob condições laboratoriais e isentas, o que sinalizaria que todos poderia ter algum potencial disto latente.

Pessoas muito íntimas podem completar o pensamentos uma das outras (por essa razão mesmo experimentada por mim), podem ser capazes de sentir por empatia o medo alheio e assim em tese adentrar informações que isto hipoteticamente faria. Ao contrário do descompassado do ódio o catártico (mesmo em filmes como de terror) colocam os espectadores entrosados nas mesmas relações emocionais em vivências coletivas. O caos do oposto é o descompasso regido por rupturas relacionais ou por elementos discrepantes ao todo trazendo o desequilíbrio. Todavia, por qual motivo a suposição dos dons de profecias, premeditação entre outros seria um Fator X de desdobramentos desconhecidos?

Mesmo experimentos provam ter um aumento no crescimento de verduras sob determinados ritmos em relação a outros motivo pelo qual algumas pessoas tem maior inspiração criativa sob determinadas músicas. O caos é mais que um código, porém, uma linguagem do qual o cérebro sempre tenta aprender, mesmo que apenas mentes mais sincronizadas tem melhores habilidades desenvolvidas.

Pois a natureza reveladora de determinadas informações, mesmo as sendo falsas tem poder de alterar a realidade especialmente associada as volições negativas de receptores ou vetores informacionais a proporção de sua credulidade. Mesmo sendo algumas informações possível ou comprovadamente ocorrida passa se tornar caótica a proporção de que sua liberação é racionada em represamento pressionado, ao contrário da mídia do qual mesmo casos de comoção a objetividade abertamente atenua tensões a salvo exceções tensionadas a exemplo da cultura do cancelamento.

Conforme demonstrado em 'Ars ad Speculum' e o artigo acadêmico 'O poder da informação na transformação da realidade' alardear não apenas sobre o poder aniquilador e contagioso das fake news e pós-verdade, pois o interesse da mentira e da especulação malévola é tornar-se real, logo ao empurrar o ódio e medo, ainda que pela mentira intencional e vetores pode vir a ter feedbacks reais levando a se retroalimentar gerando ondas autossustentável de ódio. Similarmente a uma profecia autorrealizável.


quarta-feira, 27 de julho de 2022

Biografia do Autor (atualizada)



Publico a seguir a biografia atualizada do autor. Após novos diplomas conquistados,  retirada de algumas publicações e algumas novas obras contabilizadas segue abaixo:

Pseudônimo literário do novelista, contista e ensaísta Gerson Machado de Avillez, fotógrafo, filósofo pós-graduado, graduado em pedagogia e teologia com especialização em filologia e letras. Portador da autismo com dupla excepcionalidade (superdotado), trabalhou em eventos culturais nas Lonas Culturais no Rio (2002) onde produziu e fotografou, com fotos publicadas em jornais cariocas e em diversos sites. Posteriormente trabalhou na Globo como fiscal de figuração pela agência MMCDI na novela Avenida Brasil (2012). Membro votante do Plano Estadual do Livro, Leitura, Literatura e Bibliotecas do Rio de Janeiro, membro do CLFC (Clube de Leitores de Ficção Científica), Academia Internacional de Literatura Brasileira (AILB) membro 408, Academia Independente de Letras (AIL - Ordem Scriptorium) número 182, UBE (União Brasileira de Escritores), da Sal (Sociedade de Artes de São Gonçalo), escreveu artigos para a Revista Somnium e Sebo do Edy, teve mais de 50 contos selecionados e publicados na Revista Litera, Primeiro Capítulo, Site CLFC, Conexão Literatura, Revista Literomancia, Creepypasta Brasil e nas antologias Arte do Terror: História e Apocalipse, Mirage, Nemephile, assim como autor da semana com artigos de destaque na Obvious Mag e Lounge, sendo o autor mais lido da semana por mais de dois meses consecutivos. Fundador do Blog Filoversismo com mais de 7.000 visualizações por mês. 




Autor de teorias filosóficas sobre o tempo, informação e o Ethos, finalista de diversos concursos literários, tendo os contos 'O Poço' (2017) e ‘Inominável do Além’ (2018), 'Império de Tendor' (2019), 'Assassino do 7' (2020) e ‘Memórias Póstumas de Um Mundo Morto (2021) selecionados como um dos melhores de seus respectivos anos pela revisa Litera Livre. Tem 40 livros escritos e autopublicados no Clube de Atuores (CDA) e dois publicados por editoras independentes, 'Adormecidos' (2011 - Ryoki Produções), 'Síndrome Celestial' (2013 - Ed. Multifoco).

Títulos Honoríficos e Outros:
- Imortal na cadeira 'Verbun', 182, da Academia Independente de Letras (Ordem Scriptorium - AIL);
- Membro 408 da Academia Internacional de Literatura Brasileira (AILB);
- Membro da União Brasileira de Letras (UBE) em 2018;
- Membro do Clube de Leitores de Ficção Científica (CLFC);
- Membro votante do Plano Estadual do Livro, Leitura, Literatura e Bibliotecas do Rio de Janeiro (2016);
- Membro da Sal (Sociedade de Artes de São Gonçalo);

Títulos acadêmicos:
- Graduaçao em Pedagogia (2014/18) na Unilagos (Alma matter);
- Pós-graduações (lato sensu) em Metodologia do Ensino de Filosofia (Faveni - EAD - 2019/20), Filosofia, ética e cidadania (Faculdade Metropolitana - EAD - 2021); Língua Latina e Filologia Românica e Letras (Facuminas);

terça-feira, 26 de julho de 2022

Dos Serviços de Inteligência e Clandestinidade

Os serviços de inteligência e contra-inteligência originalmente servem aos interesses nacionais, todavia justamente por isso o interesse internacional na soberania alheia é preciso num aparente paradoxo a medida com que algo no exterior possa vir se tornar risco de dominação contra a soberania nacional, antes reconhecendo os problemas alheios como oportunidade de provar seu valor no cenário internacional e propagar seus ideais. Nisso reconhecemos os serviços de espionagem que operam, pela defensiva ou ofensiva. De modo que ainda que sendo clandestino na jurisdição alheia, os maiores atos heroicos operam seu êxito sem reconhecimento enquanto invasões perniciosas agem de modo corrosivo e agressivo contra a população e o sistema. Ainda que obviamente ambos possam ter que incorrer delitos em razão furtiva, essa característica é assim reconhecida justamente a quem mais pesa a balança nas provas da encruzilhada dos segredos. Agências de inteligência muito corruptas em torpeza ou fracas na vigilância favorecem a infiltração em seu território, mesmo contra os seus e seu povo.

A procedência benigna de determinada inteligência visa tentam deter tal crescimento cancerígeno e colher provas, ainda que reconhecendo o risco e as eventualidades de crimes serem necessários tanto quanto operações policiais complexas em acordos a interesses de pegar ‘peixes maiores', ou mesmo a eventualidade de incorrer a atos mais agressivos. Todavia, são os dois atos anteriormente citados determinantes a isto, ainda que infiltrações atenuem erros ou aparelhamento, tanto quanto nas cartas postas das provas e evidências pegas a favor do país que guarnecido de supremacia assim não precisa incorrer a tiros, antes a diplomacia prevalece. Todavia, mesmo operações de inteligência devem deter apenas partes dos planos, objetivos e informações a cada agente ante a eventualidade de serem pegos, sobretudo a produção de GPS, desde que por frequências que não seja rastreadas potencialmente. Há ideias para isto, todavia não serão ditas pela mesma razão de que as vezes ante a gravidade de circunstâncias o sigilo possa afetar a liberdade de expressão numa democracia, ainda que possa não ser seu fim numa república ou nação. Por vezes ante a agressividade do exterior o temor de infiltração torne necessário maior rigor populacional e de informação ao seu povo.

O melhor jogo de espionagem é o que menos exibe mesmo seus bons frutos, antes tem pela ponta de seu iceberg a diplomacia internacional prudente e conciliadora. Esta é a razão pelo qual consulados e embaixadas em muitos países funcionam como pontos da inteligência, sendo, porém as mais astutas ainda menos. A exemplo de rede de informações melhor observar a realidade de fora dela, grampear os grampeadores pois estes olhos se tornam as provas e seus braços seus próprios inimigos, ante tal vazamento deve ser, se possível a órgãos internacionais de cortes de direitos humanos com fins de que por sua vez deve ser guarnecida de similares procedências de segurança, mesmo que todos vigilantes devam ser vigiados por quem compete as garantias dos direitos e deveres. 

Uma vez levando a rodada de negociações anteriormente citadas e vital ante um possível agravo de mortandade ou incidente diplomático ante inimigos comuns mesmo alianças de políticas e crenças divergentes devem ser feitas como a exemplo da II Grande Guerra Mundial, porém, a interesse de impedir um mal comum.

A invasão sendo inimiga opera pela inflamação e ódio, por meios voláteis a fim de gerar cenários belicosos e de conflito. Ante a verdadeira inteligência na eventualidade de assassinatos ou mesmo interrogatórios agressivos visa salvar vidas, não tira-las como de pessoas sem culpa ou culpas circunstanciais e atenuadas. Porém, tais mandantes não são conhecidos ao terceirizar o terceirizado aquele que possa por em risco a população em sua ordem social, pública e civil ao contrário de torna-la refém tanto quanto profissionais que tentem ser honestos. A corrosão coerciva em caso torpe desvela apenas o caráter nocivo e tóxico de determinada missão clandestina que antes usa de pivôs como pretexto no que nunca houve contexto a não ser sua real intensão de corromper e destruir. Logo, sinais de insegurança e medo populacional geral é traço inequívoco disso.

Todavia, para estancar tais casos exemplos de justiça simbólicas e sanitárias devem ser letreiros permanentes afim de manter o escrutínio público de condenação da sociedade sobre tais atos, casos maiores que possam paralisar devem ser feitos de modo rigorosamente jurídico afim de não dar margens para a defesa anular sentenças sobre provas falhas ou ilícitas. Disto vazamentos anônimos de provas de graves e hediondos devem ser soltas a medida certa afim de dar algum respaldo jurídico. Ainda que algumas partes do caso possam ter alguma participação negativa nas ditas evidências, afim de limpar a imagem de corporações de segurança pública e jurídica. Mesmo que mediante ameaças de seus opositores de mesmo tipo de jogada compreendemos que como no xadrez da legalidade tanto quanto da clandestinidade eventualmente peças de culpa devem ser julgadas. As operações são um exemplo de suas falhas nisso, agentes para inquirir estas operações deve ser preferencialmente limpos ou corrigidos, e delações premiadas possuem tanto respaldo de complacência de falso testemunho que a esse exemplo comprometeu toda operação que fora iniciada sem viés político, porém, posteriormente visivelmente direcionada sutilmente por forças externas a esse fim. A falha numa evidência ou relato pode favorecer o desmonte de todo o caso por uma defesa hábil.

Assim como um policial infiltrado numa quadrilha, compreendemos por vezes ele presenciar crimes e mortes, ou mesmo ser obrigado a usar drogas, entre outros crimes, todavia estes casos como exceção, caso sejam julgados devem ser atenuados na relação das condições de severidade, insalubridade e risco de vida. Ainda que todos crimes sejam iguais perante a lei, os pesos de atenuação e agravante variam ante tais circunstâncias como casos envolvendo amigos ou parentes dentre os quais seja impossível o afastamento do caso, o atenuante deve ser levado a sério.

O fato é que independente da gravidade do caso ao povo, o caso deve ser mostrado em juízo como elemento pacificador a segurança pública, pois exemplos opostos, como os cotidianos na mídia ao estarem sem justiça traz profunda consternação na população podendo mesmo gerar convulsões públicas como vista em outros países. Passos em falso podem por em risco o agravamento de tensões e problemas sociais, a exemplo da cultura do estupro e corrupção que por esse motivo podem ser promovidas intencionalmente por forças externas para desestabilizar países e o Estado. Mesmo atos públicos (ou como visto em prisões) estupradores são mal vistos por serem considerados universalmente como um dos crimes mais graves, mesmo mais grave que assédio puro e simples.

Sabemos que, no entanto, poderes obscuros que usam de chantagens para incorrer a corromper cidadãos bons afim de terceirizar seus crimes para gerar mais mal-estar e tensão principalmente contra autoridades e o povo, procede o aumento as segurança de vigilância não apenas no ofício do cargo, porém, a vigilância remota aos seus parentes que devem permanecer sob as câmeras com geradores. As chantagens corruptoras dos inimigos que ao coagirem famílias ao obrigarem a cometerem atos como estupro poderiam ser atenuados caso tenha sido forçado a usar viagra, mesmo que sabíamos que tais vícios possam ser estimulados, e por isso o uso deve ser regulado sob prescrição médica registrada. Durante graves processos investigatórios de alto risco, até sua operação, e conclusão todos parentes e potenciais amigos expostos de agentes e vítimas devem ser mantidos em casa sob vigilância permanente afim de assegurar que estes não sofram represálias ou sejam usados como reféns como barganha dos meliantes. Obviamente que mediante a gravidade dum aparato de rede inimiga este deve se estender até aonde abrange o risco, mesmo sabendo que ainda assim algumas perdas podem ocorrer como colateral.

Nestes casos toda população deve ser alertada a agir em correspondente defesa (letal caso seja o caso), pois mesmo que sendo determinada operação não seja capaz de cobrir todos estes, ou toda população, estes muito menos. As iguais posições destes devem ser entregues ao povo como ocorreu em Portugal por hackers, no caso de agravo afim do povo junto ter a chance de defender a si mesmo deste risco a ordem social e pública. 

Caso estes usem de reféns em sequestros (com torturas variadas) o procedimento clandestino em caso de urgência deve usar dos que estão ao alcance (presos ou não) como igual garantia de barganha.

Sobre vazamentos grupos como anonymous são desta estirpe do qual mesmo sendo infiltrados a ausência de conhecimento mútuo e geral favorece a validade de fazer o que a lei não permite oficialmente. Todas sururucais perniciosas sendo conhecidas devem ser monitoradas em caráter permanente e vazamentos hackers devem vazar os nomes de todos participantes, ainda que sabíamos trabalhar com os ‘não oficiais' que até identifiquem formas de rastreios financeiros ou de coação conforme anteriormente citado.

Sobre os monitoramentos, ainda que possam haver alguns modos de neutralizar a vigilância localmente (o que soará o alerta) o mesmo se aplica a estes tanto quanto o número de câmeras públicas e privadas no caminho que nunca poderão ser inteiramente apagadas. Um sistema público de monitoramento centralizado seria útil a captar pistas.

A criação de um sistema de vigilância CCTV programada para identificar determinadas pessoas e eventos poderia emitir alertas gravados similar ao sistema de ligações de emergência policial, do qual em casos de maior risco de vida, os contatos de vítimas ou testemunhas potenciais emitiria tais sinais de alerta invioláveis por blockchain afim de que determinados dados sejam identificados, tanto como câmeras em viaturas e uniformes policiais. Ao contrário do panóptico que fomente um estado de vigilância semi-penitencial a interesses de poderes e vigilâncias clandestinas (mesmo que centralizadas), este sistema implementado teria efeito contrário a um estado orwelliano que apenas expressava um totalitarismo visceral.

Todos potenciais alvos destes devem ter armas em casa e emissão permanente dos batimentos cardíacos como alerta silencioso de risco potencial as vítimas. Alertas periódicos deve ser lançados ao povo tanto a nações amigas que possam ser afetadas para que se defendam de forma letal, caso preciso e assuntos devem ser discutidos e planejados numa gaiola de Faraday e geradores de emissão de PEM para garantir não vazamento.

Elemento similar se faz necessário no caso de dispositivo explosivo, pois mesmo os mecânicos possuem partes de acionamento elétrico (principalmente dispositivos nucleares) que na ausência de não localização um Pulso Eletromagnético na região pode desativar, sendo preciso ativação manual e suicida apenas em caso de explosivos de não fissão. A menos que o aparato coberto por alumínio tenha detonação automática qualquer emissão de detonação externa e remota seria impedida.

Estes dispositivos PEM devem sempre estar nas mãos de agentes federais e esquadrões antibombas, pois a salvo casos sem aviso, estes não possuem pavio, ainda que relógios mecânicos possam ser usados limitadamente apenas a explosivos não nucleares. Mesmo mísseis de defesa de PEM podem ser adaptados e usados para interceptar e desarmar não apenas bombas  atômicas intercontinentais como mesmo alguns outros tipos de mísseis de cruzeiros. No caso de ogivas portáteis poderem ser transferidas o rigor da alfândega e fronteiriço deve ser reforçado afim de minimizar as possibilidades de um ataque surpresa. Todavia, a produção de mísseis de PEM interceptadores levará a uma corrida antinuclear, opostos ao de bombas de fissão o qual todos países devem ter.

Armas e alertas antidrones devem ser ativados sabendo a possibilidade destes mesmo assim serem capazes de lançar pequenas ogivas, lamentavelmente mediante determinado tipo de gravidade análoga a guerra, tais armas devem estar a disposição de cidadãos selecionados e sob critérios rigorosamente específicos.

O uso desses dispositivos PEM também devem ser usados em casos de extrema urgência e de convulsão sob alerta de revés, sendo preciso uma operação imediata no ponto eletricamente cego no momento do uso, ainda que devidamente monitorado por gravações dos agentes que advenham do exterior a área de apagão, afim de trazer tranquilidade a população. 

A garantia dos interesses de segurança nacional tecnologias potencialmente possíveis como por mim idealizadas devem assegurar não apenas a privacidade, porém o sigilo de lugares sensíveis a vazamentos que comprometam vidas e a segurança nacional, informações sensíveis onde há investigação. Similarmente pessoas que visivelmente dotada de informações privilegiadas antecipam operações policias vitais a grandes empreendimentos judiciários. Para impedir as escutas perniciosas mesmo agentes surdos devem ser usados, detectores de sinais rastreados, e seus códigos quebrados para os agentes terem seus efeitos nocivos atenuados tanto quanto ações. Todos ratos igualmente podem assim ser rastreados.

Os agentes surdos devem ser comunicados por vias vibracionais o qual códigos de efemeridade rotativa torna inviolável a oficialidade da informação, donde instruções direcionem o curso ainda que o monitoramento diário destes, mesmo fora de serviço sejam imprescritíveis para que não sejam corrompidos.

 
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segunda-feira, 25 de julho de 2022

Novos Termos da Nomenclatura do Autor


A seguir adiciono nos itens terminológicos de minha nomenclatura ao vocabulário das obras de minha autoria. Os ensaios 'Verbogonia', 'Processos Informacionais do Psicológico' e 'Projeto Democrático da Réplica Brasileira'.

Aprendizado muscular: Aprendizado inconsciente por condicionamento através  de repetição.

Efeito labirinto: Quando um desnorteio provocado por excesso de informações contrárias, volições e crise de credibilidade e valores se somam na ausência de referenciais sociais fixos.

Egosofia: Uma versão deformada do autoconhecimento através do exagero narcisista sobre si próprio, tornando a percepção da realidade enredada exclusivamente em suas volições egolatras.

Dolografia: A manifestação prática da dolosofia, como exercício da poteresofia assumidamente clandestino.

Dolosofia: Disciplina da poteresofia que usa da ilicitude (ainda que sob a oficialidade) como exercício do poder dolográfico, a exemplo de missões clandestinas de agências de informação a conluios gerais.

Filovolere: Amor a Vontade, a busca do ser humano de organizar dados a próprio interesses, levando a parcialidade, negligência ou omissão com evidências e fatos, moldados as crenças, teorias, ideologias ou narrativas. Disso pode surgir a filopotere, amor ao poder.

Filopotere: Amor ao poder através do controle totalitário sobre alheios, contra suas liberdades de seus direitos.

Heterogênese: Quando a diferença pela adversidade toda a diversidade em desigualdade. Originada nos tempos primitivos e biológicos pela cadeia alimentar e se estendendo posteriormente a civilização, o qual os resquícios socialmente predatórios são provas.

Identicídio: Similarmente a sociocídio e estando a ele associado, é a morte da identidade social em si, associado a emergência da síndrome social.

Neurofobia misericordiosa: quando doenças psiquiátricas inventadas são usadas por um totalitarismo psicótico a fim de desacreditar e jocosamente dissimular uma falsa piedade.

Pannomia: Manifestação de uma pancracia ou pangoverno, que mesmo sendo velado não passa de uma panpatia.

Panpatia: efeito da pannomia, um sincretismo totalitário ausente de proporcionalidade e simetrias espontâneas e consensuais. Doença da generalização.

Pluriverso: Convergência de possibilidades que resultam no universo conhecido.

Poteresophia: Conhecimento do Poder, potere (do latim, poder) e sophia (do latim, conhecimento) um conjunto organizado de informações a interesses de exercício de poder de dominação, não da razão ou autodomínio.

Organilismo: Ápice de coesão entrosada de padrões harmoniosos e emergentes do caos, tais como favoráveis a telegonia e formação de sistemas.

Suicídio moral e social: Ato de agir de maneira extrema e agressiva contra não apenas as normas sociais, mas ao convívio pacífico e harmonioso. 

Telegonia: Termo discernido da conotação da nomenclatura da biologia, pertinente filosófico da telesofia que abarca a finalidade de uma origem ao se enclavinhar a eventos lógicos ainda que aparentemente randômicos. Supõe o porque de algo ter surgido para o pra que ele existir.

Terrorismo Ideológico ou Terror Idealista: Prática de se impor pelo medo e ódio em prol de crimes a benefício próprio na esperança de ser reputado pelo oposto.

Totalitarismo psicótico: visa controle absoluto sobre todos aspectos da vida humana numa robotização programada da cidadania através de traumas condicionantes do medo permanente que neutralize qualquer símbolo de justiça e paz.

Venerofalia: Adoração alfa do falocentrismo, um poder machista que não aceita rivais nem negação a este e reprime mesmo homens indesejados que não se sujeitam ainda que ausentes de crimes desse cunho.

Justiça Sanitária: Ato social de combate a insalubridade social que ponha em risco a saúde mental, tanto quanto a integridade física e mental.

Psicologia Informacional: Também chamado de psicologia da informação denomina uma vertente da corrente filosófica e literária do filoversismo.

Psicoversismo: O contexto informacional da psicologia sob o conceito da linguagem no filoversismo.

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