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terça-feira, 12 de maio de 2015

Capa de 'Onde As Borboletas Dormem'

Divulgo a seguir a primeira capa do projeto literário 'Onde as Borboletas Dormem' de Gerson Machado de Avillez. O projeto que começa a ser criado e pesquisado ainda de forma embrionária narrará as memórias de um ex-mágico aposentado dono de um sebo o qual após encontrar um jovem entusiasta das artes de ilusionismo ele conta sua história onde se viu as voltas com uma conspiração global. Para ler a sinopse completa e um trecho do livro, clique aqui.


Citações de 'Operação Cerberus' e 'Os Infinitos Tons da Eternidade'

Disponibilizo algumas citações dos livros 'Operação Cerberus' e 'Os infinitos Tons da Eternidade' de Gerson Machado de Avillez.

























segunda-feira, 4 de maio de 2015

Trecho de 'A Origem da eternidade'

A ficção científica, 'A Origem da eternidade' sendo produzido com objetivo de discutir algo que perante o evolucionismo seria uma impossibilidade, a evolução limite a uma forma de vida definitiva em sua fisiologia e mentalidade de acordo com preceitos da imortalidade almejada pela humanidade de tempos imemoráveis através da alquimia a pós-modernidade pela biologia e medicina. O fato do prolongamento da vida hoje como nunca ocorrera leva a questionar o sentido da própria essência da vida ao encarar a imortalidade pela eternidade.
Após o mundo num futuro próximo entrar em contato com uma entidade suprema um grupo de cientísticas e filósofos são levados a questionar os preceitos da imortalidade do dito ser assim como sua fisiologia e inteligência como ponto imutável e limite de ápice de toda forma de vida, como quase deuses, curiosamente ao desvelar seus mistérios isso leva a própria humanidade se tornar o que estudam.
O trecho a seguir postula como seria uma inteligência suprema perfeita, naturalmente as proposições do texto postulam seus argumentos tecidos a partir de padrões e fatos científicos.

"Uma inteligência perversa não pode ser uma inteligência plena e superior, pois a inteligência definitiva se atém a perfeição o qual não paira em parâmetros de maldade. A perfeição prima pela imparcialidade enquanto a maldade manifesta-se como uma falha e consequente imperfeição assim como todo tipo de violência desdenha da vida reconhecidamente rara no universo. Desdenhar da vida alheia não é preciso inteligência nem prova a existência de uma inteligência, qualquer ser, do mais medíocre é capaz de desejar maldade ao semelhante ou a vulneráveis. O ódio, a cobiça e inveja são resultados de intelectos fracassados que necessitam acabar e destruir com o desafeto para sustentar uma superioridade que não se eleva por si só, por vocação e habilidade. A perfeição bondosa é a inteligência definitiva. As mentes mais brilhantes da humanidade foram defensoras da vida, da ética, da imparcialidade, dos valores, do pacifismo, de Da Vinci, Einstein, a Hawkings a conclusão que se chega é que a maldade em sua problemática não apresenta porque inerente a inteligências superiores. Intelectos superiores tendem a ser acompanhados por uma moralidade superior, enquanto o pensamento amébico leva a senilidade moral."
Trecho de 'A Origem da Eternidade' de Gerson Machado de Avillez

Observável a exemplo do que o autor passa como a obstinação através da cobiça, inveja e ódio de alguns leva a atitudes irracionais e estúpidas que nada tem de moralidade e consequentemente inteligente sendo desse modo previsíveis e superficiais como um padrão comum em maior parte a pessoas de baixa instrução e capacidade intelectual, o qual em alguns casos a dissociação da realidade e da verdade leva a delírios fantasiosos a fim de buscar alcançar seus desejos de modo a fugir a imparcialidade e objetividades inerentes a lei, por exemplo. Não se confia em que vê seus desejos em desenhos em nuvens como verdade incontestável, certamente esses não passam em psicotécnico de desenhos de Rorschach.

sábado, 2 de maio de 2015

O Maior número primo é o infinito

Segue a seguir um trecho do livro 'Os Infinitos Tons da Eternidade' de Gerson Machado de Avillez, o qual postula sobre a possibilidade de se encontrar o maior número primo conhecido:

"Mas qual seria o maior número primo existente? A resposta para isso pode parecer surpreendente, mas creio ser qualquer número inteiro infinito. Para se compreender isto, porém, precisamos compreender que a matemática de números infinitos, assim como em singularidades, age de modo diferente ao normal. Ao pegarmos qualquer número infinito e dividi-lo por dois, por exemplo, não poderíamos chegar ao valor de metade de infinito, pois não existe algo meio infinito, mas ou completamente finito ou completamente infinito, ou seja, dividi-lo por dois será até possível, mas não com um resultado racional e finito de modo que daria ao lugar para dois conjuntos de infinitos, ou seja, a divisão, tratando-se de números infinitos ressoa de modo oposto, multiplica o conjunto de infinitos.
Ainda que números finitos possam ser divididos infinitamente de modo fracionado, números inteiros infinitos não pode ser divididos finitamente, mas apenas por um ou por si próprio, ou seja, um infinito ser dividido infinitamente, isso leva a concluir que consequentemente o infinito é um número primo. Isso responde que não somente os números primos podem ir ao infinito como eles são o infinito, em sua origem, no começo da matemática dos menores números até a formação de números infinitos. A única divisão finita plausível de um número infinito somente ocorreria por dividi-lo por um ou por si mesmo.'

terça-feira, 28 de abril de 2015

Trecho do livro 'Os Infinitos tons da eternidade' de Gerson Machado de Avillez


Toda ideologia de ação, consiste num movimento materialista de quase negação da consciência e suas consequentes responsabilidades, enquanto a abstração do ideal metafísico consiste mais na reflexão, onde a introspeção valoriza mais o inerente a essência, do que sua resultante. A busca assim é pela realização e contemplação, naturalmente muito mais enaltecido intelectualmente que a abrutalhada ideia exterior de mudança. O materialismo segue do exterior tentando transformar o interior, enquanto o metafísico muda de dentro pra fora, são vias filosóficas opostas e por isso não condizentes e de impossível reconciliação. A ideologia materialista que não se renova ou se revoluciona em reforma ao longo dos séculos, estagna sua própria moral enquanto a filosofia neoplatônica sempre se renova pela autocrítica reflexiva, pois questionamento é sua cerne.
Assim a proposta de uma filosofia dimensional e temporal resgata seus pares platônicos traduzidos sob forma do que está fora do mundo visível das três dimensões. Porém para alcançar um maior ampliar desse horizonte de realizar a de se tornar mensurável em algum momento de modo que se faz necessário para compreender melhor suas fronteiras, as singularidades.
Einstein postulou que a possibilidade de viagem no tempo se resumia ao relativístico paradoxo dos gêmeos. A aproximação de um buraco negro o qual a intensidade do horizonte de eventos proporcionasse uma defasagem temporal que compelisse a uma viagem irremediável a frente do tempo de modo que ao retornar o irmão gêmeo lançado a viagem aos arredores do buraco negro encontraria seu outro irmão gêmeo na Terra décadas mais velho. Isso é uma possibilidade física comprovada de modo que mesmo se testificou pela regulagem de centésimos em relógios ultra precisos em relação a orbita de satélites de modo que somente assim tornaria possível uma maior precisão no GPS.
Porém, uma viagem no tempo ao modo Einsteiniano demandaria um costumo de energia e tempo exorbitante de modo a torna-la inviável aos recursos humanos, mas enquanto as viagens espaciais demandam igual tempo e gasto de energia a alternativa dos buracos de minhocas surgem como alternativas viáveis a proposta estabelecida. O fato é que a sensibilidade dos hipotéticos wormholes são de frações de tempo e tamanho de modo que mesmo a mais fraca intensidade gravitacional o esmagaria. A tecnologia necessária para isso seria de um tipo de força antigravitacional capaz de estabilizar sua estrutura e complexos cálculos capazes de condicionar sua posição de destino no espaço e tempo.
Talvez um caminho mais sutil possa ser possível mediante as possibilidades abertas com a premissa colocada nesse livro. Comprova-se cada vez mais que igualar frequências opostas anulam, de igual modo que as fronteiras do universo pelas singularidades surgem em extremos onde as leis físicas aparentam se dissipar tornando possíveis truques científicos que as burlem. Imaginando o tempo como ondas de igualmente poder-se-ia romper suas frequências e assim transcendê-lo, talvez mesmo os buracos de minhocas sejam um exemplo deste acontecimento demonstrando uma fração de falha na película dimensional de nosso universo de modo que uma vez resolvendo paradoxos temporais encontraríamos um nível mais complexo deles, os paradoxos temporais.
Os paradoxos que mais impressionam são os CTC (Closed Timelike Cruve) ou Paradoxos de Curvas Temporais Fechadas também conhecidas como linhas lorentzianas do tempo do qual derivam o clássico exemplo do paradoxo do avô o qual um homem volta ao tempo mata seu próprio avô. Mas apesar de ter concepções próprias para resolver esse dilema, sua investigação em nível quântico pode nos fomentar algumas possibilidades o qual por meio de um evento quântico poderia uma partícula entrar numa CTC retrocedendo no tempo e reassumindo uma posição como uma das partículas anteriores influenciando sua própria interseção e consequente transformação. Num artigo publicado em fevereiro de 2011 por David Lindley no Physical Review Focus postula justamente isso criando uma conjectura o qual uma partícula quântica em estado binário chamado 0 e 1. Ao retornar no tempo numa CTC ele encontra uma partícula externa de modo que 0 se torna 1 e 1 se torna 0 alterando seu próprio estado, mas que se tiver numa superposição quântica pode alcançar o estado de ter simultaneamente 0 e 1, uma essencialidade da mecânica quântica. Mas para que o estado geral se mantenha inalterado a partícula externa deve estar em superposição ainda que surja outro problema derivado disto caso a partícula externa for medida de modo que é indicado que ambas partículas retornem em seu estado de 0 ou 1.
Nisso entra a concepção de multiverso o qual dois universos distintos surgem para manter a coerência de modo que num universo a partícula exista como 0 e noutro como 1. Lorenzo Maccone do MIT, Instituto de Tecnologia de Massachusetts, e cientistas da Universidade de Paiva, na Itália, propõe que assim não é possível alterar o passado exigindo que a medição da partícula que vai a frente no tempo produza o mesmo resultado que sua medição quando retorna no passado, um conceito que misteriosamente pode ser traduzido como destino.

terça-feira, 31 de março de 2015

Marca 'Alquimia das Ideias'

A criação de um logotipo para os livros de Gerson Machado de Avillez tem a pretensa de assinar um padrão de qualidade como uma marca de autenticidade e originalidade estabelecido pelo autor. Não se trata da ideia mera de uma empresa fictícia, mas a marca 'Alquimia das Ideias' fomenta inspiração transformadora do conhecimento e do existente em algo original e único. Enquanto vemos hoje a criatividade, principalmente em Hollywood, estagnada a 'Alquimia das Ideias' como marca assina o conceito da transformação pela mescla do existente em forma original o qual partindo de conceitos anteriores e reais especula e postula ideias e hipóteses realmente novas. Com o compromisso a honestidade e ao ético, naturalmente todas as fontes são citadas ao contrário de plagiadores, pessoas sem criatividade e ética.



A marca remete a um pingo o qual provoca ondulações nas águas remetendo a um de seus conceitos mais inspirados, a da relatividade ressoante ondular que serviu de base para seu livro 'Ars Ad Speculum' (Arte da Especulação) de modo a informação e consequentes ideias se espalham como em onda. Por procurar nos detalhes a importância de suas criações a exemplo da ideia de construção de mitologias, o conceito tem por meta a teoria do caos o qual o tamanho muitas vezes não tem importância na transformação da realidade. Abaixo exemplos nos cartões de visita para contatos:


sábado, 14 de março de 2015

7 Regras para uma ótima ficção científica

Não existe uma fórmula padrão para o sucesso de uma história de ficção científica, quer no cinema ou na literatura. Mas observando séries e filmes de sucesso nota-se uma série de padrões como a conceitualização da criação de um universo próprio (Star Wars, Star Trek) e agregar junto a isto elementos de ficção científica que levem a reflexão sobre questões como realidade, tempo, conspiração (LOST). Por isso abaixo separei uma série de itens que particularmente utilizo na criação de minhas historias a fim de não somente dar maior realismo e profundidade, mas tecer uma trama intricada que respondam perguntas comuns a todos e que primem por perfeição. São sete regras que considero de outro baseadas nos preceitos originais de Ronald Knox:

1 - Reúna elementos de filosofia e mitológicos como inspiração e base;

2 - Seja um universo rico principalmente em detalhes, dos personagens, as histórias desse mundo;

3 - Estes detalhes devem se cruzar completando-se como um mosaico a fim de dar profundidade e realismo a este;

4 - O nome de batismo de seus personagens que sejam referências a personagens reais e(ou) com significado de nomes de acordo com suas personalidades;

5 - As hipóteses científicas levantadas partem de princípios científicos reais e vão a um 'e se' filosófico;

6 - Quando num universo real, o nosso, a história preenche lacunas sem respostas da História;

7 - Que busque postular conjecturas e hipóteses sobre grandes mistérios do universo e da humanidade;

domingo, 1 de março de 2015

Pedido do Autor

Há algum tempo havia descoberto que minhas contas virtuais haviam sido invadidas, conforme notifiquei, algumas coisas chegaram até mesmo a ser apagadas - como recentemente no facebook - e agora percebi que mesmo alguns documentos, os dos livros que sou autor foram igualmente saqueados, copiados sem permissão minha. O problema é que essa gente está distribuindo meus livros e fiquei ciente disso através de uma ameaça o qual esses idiotas arrogantes ainda ousaram afirmar que não sou autor do livros. Esses vagabundos, não obstante, além de não me pagar ainda desejam mandar eu trabalhar - como seu eu fosse o vagabundo a cuidar da vida alheia e como se a produção desses livros não desse trabalho. O que tem acontecido então com essas bestas é que ainda me caluniam e hostilizam e sem nenhum respeito por mim ainda desejam que seja submisso a eles! Claro que não... Os danos psicológicos que padeço por causa de anormais como eles por si só deveriam ser pagos, tenho processos no Ministério Público e outros Órgãos do governo que contém quase tudo isso que tenho padecido ao longo de anos, bandidos que me marginalizam e excluem e ainda ousam discutir minha vida, vagabundos arrogantes falam de ficar milionário tomando suco de Maracujá e depois me dá aula sobre trabalhar. Peço para que não sejam cúmplices dessa quadrilha, pois certamente eles fazem isso não é por causa humanitária ou para defender os valores da sociedade de modo que expô-los e combate-los estou fazendo um favor a sociedade.   

Pra lembrar novamente apenas aos que vivem sem lei, sobre a LEI de DIREITOS AUTORAIS: Lei nº 9.610 Art.46 - Lei dos direitos autorais