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segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Cronocinese e os sistemas complexos de realidade

Segue a baixo um devaneio temporal do livro 'Os infinitos tons da Eternidade':

O tempo a curto e médio alcance o menor consegue as maiores mudanças e alterações, mas em longo alcance o maior se esvai por seu comprimento de onda de impacto dimensional se dissipar. A analogia das águas é perfeita nesse sentido. Quando um objeto caí na água a medida que as ondas crescem elas perdem força, quando menor, mais potente, por isso o menor, no caos, afeta o maior. Assim, o tempo dentro de um fluxo de realidade, por exemplo apresenta inércia, o comportamento pode ser análogo ao fractal em escalas pois há mudanças que não alteram seu fluxo e a mudanças que alteram seu fluxo, porém, mais adiante - séculos depois - torna a seu estado próximo ao original de modo que o impacto residual será exclusivamente de informação, isto é, aqueles que tomarem ciência de suas alterações a perpetuaram em algum grau atenuando-se com seu transcorrer. A chave para o mistério do caos e das complexidades é a ondularidade de seu comportamento perceptível em seus efeitos fluídicos.

Tudo isso são sistemas complexos e interdisciplinares, mensurar o tempo por sistemas complexos sempre terá a declinação do comportamento ondular. Não podemos ver o caos se espalhar em sistemas macro, mas assim como uma explosão ocorrer mais ou menos num forma de ondas de choque, similarmente é o tempo através do caos o qual as combinações são infinitas e por isso de infinitas possibilidades, a essência do caos. E isso pode ser aplicado a qualquer coisa ondular em seu comportamento, como o som, os ventos, as águas...

O movimento é caótico mas análogo ao tempo o qual prefiro referir-me como Cronocinese (Kronnokinese), o qual o caos é íntimo relacionado de modo que creio ser possível observar sensíveis alterações no tempo pela observância do caos e vice-versa. Creio isso ser um intuitivo nunca observado conscientemente, mas é onipresente adormecido em nossas consciências.

O caos é mais íntimo do tempo do que o espaço dele, caso não o fosse o comportamento caótico encontraria bloqueios pelas condições de tamanho não restritivas ao tempo, talvez na verdade o caos seja a interseção entre espaço e tempo tanto como a gravidade representa sua curvatura, pois ondas apresentam iguais curvas mas no caso no tempo, apenas, não espaço. Isso, sobretudo denota que realidades alteradas tem um alcance possivelmente limitado, isto é, em grau ou escala de acordo com sua alteração. Por exemplo, poderia haver uma alteração na linha temporal da Terra, a Terra lá continua de modo que no cosmos, nada se altera sensivelmente. Porém, uma alteração seria a seguinte, por um infortúnio um asteroide atinge a Terra de modo que a realidade alterada do cosmos não pode tornar a seu estado natural anterior pois a Terra, ao menos como conhecida, se extinguiu, mas então, no curso não de séculos, mas de milhares de anos o curso da realidade do cosmos volta a seu estado natural tendo a Terra anteriormente presente ou não, pois seria o equivalente ao fim da mesma, de um jeito ou de outro, afinal compreendemos que um dia a Terra chegará ao seu fim, ao menos como conhecida. As ideias são em quântica, mas aplicáveis, nesse sentido ao mundo macro, seria essa a junção definitiva entre as duas físicas? Para isso seria necessário apenas encontrar as relações indiretas e síncronas de seus eventos.

Trecho de 'Os Infinitos tons da Eternidade' de Gerson Machado de Avillez

domingo, 25 de janeiro de 2015

Capa e Sinopse de 'Operação Cerberus' de Gerson Avillez

Abaixo publico a Capa oficial de 'Operação Cerberus' e sua sinopse.



Após uma série de casos sem aparente relação leva a uma seita atrás de um conhecimento capaz de romper dimensões. Enquanto isso uma jovem livreira com uma vida comum conhece um misterioso jovem sem passado aparente, enquanto um investigador com habilidades incomuns penetra na cena de um crime enigmático. A medida que a livreira e o misterioso jovem se envolvem traços indicam que sua realidade não é a que vivemos e sendo diferente ao conhecido, igualmente seu namorado que na realidade revela-se ser um viajante do tempo. Duas histórias sem aparente relação que cruzam-se e por fim se entrelaçam num ponto comum, pois o amor é o destino.
Mas quando um projeto inescrupuloso chamado 'Operação Cerberus' revela-se percebemos que nossos protagonistas estão numa teia não só de conspirações, mas do destino, os levando a uma busca que pode romper o tempo e as dimensões.
A aventura que a jovem parte então a leva conhecer um mundo de possibilidades infinitas por uma ciência definitiva onde o comum torna-se extraordinário, e assim diversos casos são contados em forma de contos.

domingo, 11 de janeiro de 2015

Mitologias, Sonhos Ancestrais

Toda mitologia parte de um princípio, a do homem em sua ignorância inocente em procurar compreender a essência e origem das coisas, que por falta de ferramentas e métodos entrega à Imaginação a tarefa de responder dando o poder de toda criação à deuses da fantasia que imanam da mente humana. O tenebroso ganha forma e a esperança personalidade, lições morais emergem para acalentar anseios e,  logo, toda um panteão surge rico em seres que povoam os pensamentos humanos em sua transmissão, normalmente oral. Por vezes surgem demônios que habitam os mitos em seu panteão, descritos como outrora deuses e hoje os responsáveis pelas coisas que somos afligidos.
Assim como ao paganismo toda iniciativa de um fenômeno natural era atribuído aos deuses, similarmente fazem as mitologias naturais a salvo a judaico-cristã. “A exemplo da grega mesmo o qual atribuem entidades mesmo aos ventos em suas direções como Bóreas ou Aquilão (vento do norte), Zéfiro ou Favônio (vento do oeste), Nótus ou Áuster (vento do sul) e Euro (vento do leste)”. Certamente o maior expoente dessa mitologia natural e pagã, é Pã o qual se atribuí um termo generalizado do mundo (pandemia, pansexual, pandemônio), tal como o próprio termo assim como o pânico por tal entidade provocar sustos em visitantes.
Mencionar que todos aspectos da mitologia parte da ignorância é uma opinião no todo grosseira e superficial. Toda mitologia nasce desse estado inocente e pueril, sim, que se torna fonte de religiões e culturas e mesmo seu ethos comum, fonte poucas vezes confirmada pela arqueologia e ciências mas que encantam pelas histórias emocionantes e personagens complexos. A medida que retrocedemos no tempo as histórias tornam-se mitos. Turvado pelas névoas do passado, a ausência de fatos os fortalecem no imaginário até ser revelado lentamente pela imparcialidade da ciência do homem, o que resta então, somente poderá ser a verdade.
A mitologia não é uma mera sucessão de relatos distorcidos e crenças, mas não tendo, necessariamente, compromisso com a verdade literal transmite conhecimentos complexos por metáforas fabulosas simples. Quando do passado e origem, mitos, quando do futuro profecias, pois um exemplo desse tipo de linguagem pode ser observado nas profecias bíblicas cercadas e dominadas por símbolos praticamente oníricos para transmitir conhecimentos de eventos vindouros. Nesse sentido a mitologia é a história adormecida, descrita por Graham Hancock como ‘ecos de nossos sonhos’, podendo, nestes casos, ser uma fabricação deliberada que sintetiza a cultura, valores e conhecimentos de um povo ou civilização, uma forma de imprimir o seu ethos e alma cultural de modo que se perpetue.
Inegável que na própria bíblia nem tudo são relatos literais de uma história sem registros físicos, mas das profecias e relatos de um passado nebuloso símbolos podem se mesclar a acontecimentos reais como sonhos.
A mitologia são sonhos vividos da alma coletiva, assim como outrora alguns sonhos peculiares me marcaram e inspiraram histórias o mesmo corresponde feedback literal. De sonhos em ilhas com ruínas engenhosas, a caixas misteriosas que desciam do céu pra mim e tormentas negras cujas sombras engoliam ao vazio os habitantes, os sonhos tem muitas características comuns com as mitologias, sendo tomados como proféticos e psicológicos. As mitologias são sonhos ancestrais de uma humanidade não desperta.
O meio acadêmico em sua ciência assombrosamente bela peca, porém, a compreender os limites do tempo, especialmente da humanidade – histórica ou biologicamente -, o qual torna-se, no mínimo, limitada a conhecer com verdadeira precisão o passado nebuloso da humanidade quando era povoada por seus mitos. Restando a ela, isto é, a história, tornar-se arqueologia e catar migalhas de um quebra-cabeças de milênios muitas vezes interpretado enganosamente. A este ponto não gozará do status de suas ciências exatas, mas praticamente interpretativas.
Construir uma mitologia, assim é um exercício o qual a linguagem simbólica especula origens, transmite conhecimentos e deduz o futuro através de uma cosmovisão ou alma cultural específica, exercício este tentado pelo autor, algo que a grosso modo hoje é chamado de ficção.
(...) Isso não seria possível por instrumentos científicos, mas apenas pela criatividade com um toque de fantasia, mas dentro da cosmovisão cristã de seus valores e mitos. Não expressam nesse sentido a alma coletiva, mas do autor, justamente nisso, em seus anseios, medos e convicções, por isso é parte simbiótica do autor. Naturalmente que a mitologia proposta deve ser vista com olhos do discernimento e sentidas pela compreensão pois traduz conhecimentos não literais.
Venho me empenhado, na prática e em leitura compreender os mecanismos das mitologias, algo que já fiz dentro de uma realidade atual através de livros como do ‘Universo diamante’ e 'Introversos’ e tantos mais. De Tolkien em sua mitologia do Um Anel à leitura de livros como ‘O Livro de ouro da mitologia’ compreender as diversas mitologias é compreender a melhor forma de transmitir conhecimentos e mais, conhecer melhor o ethos de um povo, época em seus medos e anseios assim como nossas próprias origens codificadas em símbolos e figuras heroicas, arquétipos e arquivilões. Construir uma mitologia, por sua vez, é traduzir a alma do mesmo em ficções que são realistas dentro de um corpo de conhecimento especifico. Algo que necessita de habilidade, dons e treino.

"A história é uma forma mais de ficção." 
Jorge Luis Borges

Prefácio do livro 'Crônicas de Pangeia' de Gerson Machado de Avillez

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Capas de 'Crônicas de Pangeia'

Abaixo as capas conceituais do projeto 'Crônicas de Pangeia' onde construirei uma mitologia anterior a humana tendo conceituais fantásticos e metafóricos (para ler um trecho e saber mais clique aqui) sobre um mundo anterior a Terra como conhecida.

Veja a sinopse do projeto:

Um peregrino após ser arrebatado por um anjo guardião da ponte temporal com o passado narra eventos e fatos do Império do Amanhecer onde o rei é Lúcifer, uma entidade formidável mas entretido com sua condição enquanto busca alguém capaz de enxergar sua fronte sem ser cegado não percebendo que a visita do mortal antes da existência do homem será o prenúncio do fim de seu reinado sobre as terras de Pangeia. A jornada do Peregrino encontrará os mitos antes dos mitos na Terra antes da Terra como conhecida pelo homem.



Projetos 2015

Como todo ano faço, no começo estipulo alguns projetos pelo qual pretendo dar inicio ou concluir. E apesar de alguns não terem sido concluídos no ano passado como 'Sombras dos Tempos' dada a complexidade da trama crei alguns outros o qual ainda quero reunir mais material antes de dar inicio a produção como 'Crônicas de Pangeia' e 'A Origem da Eternidade' o qual reúne alguns argumentos de contos não aproveitados. Por sua vez projetos como 'Underidion', 'O Tempo e o amor' (título ainda provisório) e 'Os 8 Filhos dos Anjos' já possuo um material e roteiro de escrita bastante delineado de modo que pretendo dar seguimento após a conclusão de 'Sombras dos Tempos' (que está sendo escrito há uns quatro anos) e 'Os infinitos Tons da Eternidade' que já se encontra a metade escrito.
Projetos como 'O Psiquiatra de Füher', 'Abin' e 'Kripto.História' encontram-se num limbo literário assim como indica o mesmo caminho 'A História Não linear do Mundo' por ser necessário muito tempo de pesquisa o qual este ano não terei devido os estudos. 'Mistérios da Bíblia' é outro daqueles livros que surgiram espontaneamente e que não tem dito muita inspiração e material reunido. Resumindo as metas para conclusão este ano são de 'Sombras dos Tempos' e 'Os Infinitos Tons da eternidade' e certamente o desenvolvimento - e se possível conclusão - 'Underidion', 'O Tempo e o Amor' e 'Os 8 Filhos dos anjos', a organização dos projetos estão na imagem abaixo. De inicio não tenho planos para criação de mais projetos, mas conhecendo a cerne criativa da inspiração estou aberto a possibilidades de novas ideias.


quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

Sintética do Filoversismo

A definição sintética do filoversismo é a busca pelo poder transformador das ideias no universo, a informação.
Assim como nos computadores a toda ação e objeto gera-se informação, ela está no antes de depois de seu surgimento e transformação. O suposto assim é que mesmo o espaço é uma informação de espaço e de que consequentemente o universo não é simplesmente energia e matéria, mas estas resultam da informação na medida em que aS transformam. A concausa numa suposta metafísica assim poderia ser a informação que precede a ação através da matéria e energia.
A busca assim por deias que transcendem, o poder especulativo que toque a essência metafísica do universo, não sendo a mentira nem a verdade como intermitente. Quando o homem mede o universo a partir de sua medida nunca será capaz de medir o infinito por ele ser finito, apenas uma especulação metafísica seria capaz de compreender a meta-natureza da realidade e sua imanência, por reflexão sobre reflexão. Um exemplo seria o espelho o qual ao nos medir vemos (variavelmente) apenas a medida do que somos, não a do espelho em si, mas quando refletimos espelhos vemos o infinito. Ou seja o objeto de estudo em si é o espelho, não sua reflexão, mas pela reflexão, nestes casos especulativa, estudamos "o espelho".
A busca é por meta-padrões que torne possível previsões mais precisas, como conseguir enxergar as reflexões variáveis de ondulações nas águas e para isso a compreensão mais aprofundada deve ser do tempo e do caos em seus combustores. Isso levaria a uma compreensão mais ampla da realidade, caos, tempo e do infinito.
Alguns dos mecanismos que influem nos padrões naturais e humanos, são mecanismos que estão fora do limiar de horizonte de realidade, isto é, quando ao comportamento humano estão em padrões inconscientes ou subconscientes, rotinas de reações involuntárias e similarmente sucede a natureza por uma espécie de sub-rotinas concausuais - são inúmeros os padrões percebidos como mencionado em 'Ars Ad Speculum'. A cerne de tal especulação tem a pretensa limite de toca-la por crer que o que encontra-se fora desses limites de realidade é informação em seu estado puro, o espelho. E rastrear o caminho epistêmico que relacione o efeito com uma causa, normalmente com uma relação caótica/temporal sempre seria informações de variáveis. Não se trata de mentir ou verdade, mas criar ideias, a exemplo das artes. A produção de conhecimento e sua transformação afinal o que rege o universo é a informação.

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Crônicas de Pangeia

Sinopse de 'Protogênises: Crônicas de Pangeia'
Um peregrino após ser arrebatado por um anjo guardião da ponte temporal com o passado narra eventos e fatos do Império do Amanhecer onde o rei é Lúcifer, uma entidade formidável mas entretido com sua condição enquanto busca alguém capaz de enxergar sua fronte sem ser cegado não percebendo que a visita do mortal antes da existência do homem será o prenúncio do fim de seu reinado sobre as terras de Pangeia. A jornada do Peregrino encontrará os mitos antes dos mitos na Terra antes da Terra como conhecida pelo homem. Segue abaixo um trecho do começo do livro:

Toda mitologia parte de um princípio, a do homem em sua ignorância inocente em procurar compreender a essência e origem das coisas, que por falta de ferramentas e métodos entrega à Imaginação a tarefa de responder dando o poder de toda criação a deuses da fantasia que imanam da mente humana. O tenebroso ganha forma e a esperança personalidade, lições morais emergem para acalentar anseios, logo toda um panteão surge rico de seres que vivem dos pensamentos humanos em sua transmissão, normalmente oral.
Toda mitologia nasce desse estado inocente e pueris que se torna fonte de religiões e culturas e mesmo seu ethos comum, turvado pelas névoas do passado a ausência de fatos os fortalecem no imaginário até ser revelado lentamente pela imparcialidade da ciência do homem, o que resta então, somente poderá ser a verdade.

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Era uma vez um homem mortal, mas virtuoso que habitava uma terra distante, de coração nobre e corpo vigoroso, defendia os seus mas era de simples pensar. Nele não se encontrava qualquer sofia, mas o sentimento que permeiam os poetas. Desse homem pueris um ser alado observou e vendo que os maus tramavam uma crueldade contra ele e que sua vida estava enlaçada a emboscada eminente e injusta lhe ofereceu um acordo ante seu destino.

- Na história sua morte está escrita, todavia lhe ofereço outra vida para que seja seu cronista. Clamo para que com sua pureza e seus sentimentos poéticos relate o que veres, as coisas antes das coisas, do rei antes dos reis numa Terra antes da Terra.

O homem então, que muito amava os seus, fora tirado do seio de seu povo para esse outro mundo, por uma ponte que nele havia aberta entre eles. Uma terra única antes do Legislador parti-la com sua ira e cajado como quem dividiu Babel, uma Terra antes da Terra, a Terra de Pangeia onde habitam deuses antes de serem demônios e os mitos antes de toda mitologia humana pois a pré-Terra precede o paraíso do Éden num tempo antes do passado. Vendo isso o homem aceitou relutante o pedido do ser alado e viu a dourada Terra governada pelo seu único rei, Lúcifer, ser de suprema beleza e sabedoria antes de tramar seus planos que tentassem corromper os estatutos de Deus como sua estratégia. Assim então disse o ser ao homem.

- Numas das histórias serás testemunha, noutras participe, mas assim como os modernos de seu mundo juntaram as peças dos continentes a deduzir Pangeia, escreve com sua inocência o que veres e o que sentires. A terra que pisas antes de ser remexida pela fúria de Deus habita tesouros e lendas caríssimas que cabe a ti revelares batizando-as com as palavras de sua língua para que o tempo antes do passado seja memória daquele que era e não mais será.

Vislumbrando por esta terra dourada ao atravessar a ponte dos mundos, o homem o qual era Peregrino nessa terra, assim lá fora batizado para que em sua odisseia conseguisse compreender mesmo o mal antes de ser mal, de modo que num tempo futuro os degenerados seguidores do Degenerado, serão impiedosos e amassarão e massacrarão com ódio mortal os honestos, sem causa justificável mas como o diabo amassa o pão. Esses são de extrema crueldade, pois o rei deles, Lúcifer, quer tornar a seu mundo de outrora através do inferno o qual é cerrado.

Trecho de 'Crônicas de Pangeia' de Gerson Machado de Avillez

sábado, 6 de dezembro de 2014

Capa do ensaio 'Críticas Ao Poder'


Acima a capa do livro 'Críticas Ao Poder: A Política e Filosofia do Anarquismo de Gravata' de Gerson Machado de Avillez, clique na foto para amplia-la.
O ensaio usa o anarquismo como crítica a postular tratados sobre a sociedade, poder e hierarquia, que servem não somente ao anarcopacifista, mas a toda oposição igualmente crítica e benevolente ao poder vigente, inclusive a despeito do comportamento humano como estes pontos críticos ao convívio em sociedade. O texto é mais um manifesto crítico do que uma prática coletiva efetiva por ater-se ao rigor opositor ainda que se proponha modelos praticáveis ou experimentáveis. O texto é uma crítica ao poder humano sob o corpo da visão anarquista, destila sinteticamente verdades criticas a cerca do poder e hierarquias. É de supra importância estudar os problemas do poder em suas divisões hierárquicas, analisar suas deficiências pois representa a essência problemática do mal que é ausência de equilíbrio.
O problema crítico do anarquismo, assim como da humanidade, é comportamental análogo ao conflito hierárquico, justamente o ponto central que a anarquia combate. O texto do autor a seguir expressa após um longo exercício de reflexão e pesquisa, inclusive análogas a filosofia e física, um sistema de crenças que aspiram a uma cosmovisão por um corpo de conhecimento original.

Para adquirirem seu exemplar da edição beta apenas clique aqui.

Abaixo a capa completa do livro, clique para ver ela completa.