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quinta-feira, 7 de novembro de 2013

As pedras que se movem sozinhas

No leito de um rio seco Racetrack Playa num ponto remoto do Parque Nacional do Vale da Morte, Califórnia, pesadas pedras parecem se mover sozinhas do dia para o noite, pedras que chegam até a 320 kg. Frequentemente atribuída a brincalhões, alienígenas ou até mesmo campos magnéticos não há quaisquer testemunhas de tais pedras terem se movido. Ainda que outras teorias formuladas por cientistas como da influência da poeira e mesmo o vento sobre as pedras as teriam movido, nada ficou comprovado até o presente momento.


Não há nenhum fenômeno conhecido que explique o movimento das pedras, mas ao meu ver a única possibilidade seria de que algum tipo de anomalia seria capaz de alterar o campo gravimétrico local. Naturalmente não há nada conhecido ou parecido com isso na Terra, de modo que mesmo o objeto mais denso na Terra (um asteroide cuja massa por ser tão pesada ninguém foi capaz de mover do lugar) seria capaz de alterar tal campo o que implicaria num tipo de distorção similar a de um buraco negro ainda que em menor escala. Alguns exemplos semelhantes - e não menos inexplicados - podem dar uma ideia do que seja a exemplo do Triangulo das Bermudas. POrém, o que deve ser observado são padrões de direcionalidade em que seguem as pedras mediante seu tamanho de modo que se não seguir um padrão comum denotará não o ser, notado as pedras seguiam direções comuns de até 250 metros normalmente retos ou quando não com leves curvas combinadas o que indica um ponto para o dito fenômeno. Algo que poderia justificar isso seria o fato de que a região por ser muito ativa sismicamente de alguma forma campos magnéticos criados pelo atrito subterrâneo de rochas poderiam alterar campos inclusive gravimétricos, naturalmente uma hipótese demasiada exagerada, mas ainda assim hipótese.


Um cientistas da NASA, Ralph Lorentz, analisou o lugar em comparação a fenômenos meteorológicos com a de um lago Ontario Lacus da lua titã para analisar como as pedras poderiam se mover sobre a superfície do lago levando a conclusão de que as pedras poderiam ter congelado e o gelo ante o solo lamacento com o fim do inverno poderia favorecer o movimento delas com o vento.

Uma anarquia cristã é possível?

O Anarquista francês Pierre Proudhon nos século XIX pronunciou como dialogo de síntese a seguinte frase: "Propriedade é roubo, Propriedade é liberdade! Vocês dois estão errados Propriedade é impossível!" Naturalmente que somente com a ideia de propriedade que surge a ideia de roubo, assim como a ideia de crime apenas emerge sob a concepção de uma lei. O conceito anarquista que nega uma autoridade ou representatividade de um povo deste modo mostra o nonsense inerente a mesma pois sem lei - e naturalmente sem quem zele por elas - a arbitrariedade fica nas mãos do bom senso individual.
Num breve retrospecto a politica em suas bases agrega filosofia e psicologia pois a empatia é a base dos valores morais e estes da lei do qual o direito alheio é seu dever, e seu direito é dever alheio, a cerne da lei neste ciclo quando quebrada leva ao dolo ou a vilania assim como a razão sem sentimentos é psicopatia que por isso não tem moralidade.
Define-se então que a base do convívio em sua moralidade e da base das leis que apesar de aplicadas sem sentimentos trata-se da capacidade consciente de alguém ver algo ao alheio que não desejaria a si mesmo e assim se apiedar ao contrário dos maus, o mesmo principio se aplicaria a uma anarquia como uma regra de convívio comum.
A base da anarquia é a auto propriedade, ou seja, por meio da liberdade ter pleno domínio sobre si mesmo, algo que por si só está sujeito a interpretações subjetivas, psicológicas e filosóficas, afinal, um sujeito sem autodomínio, isto é, dominado por vícios ou suas emoções é realmente livre? Não compreendendo o ato de ser 'dono' de si próprio e de seu consequente livre-arbítrio implica essencialmente a dita consciência de modo que dissociais nisso não se enquadrariam.
Não bastando isso implica no direito de escolha, opinião, de liberdade de expressão e a ser reconhecido como um individuo, o que naturalmente sob a rigidez de determinados regimes como o mesmo fascismo não sucede, estes passam a ser como propriedade do estado totalitário. Mas onde está o equilíbrio entre um e outro? Da escravidão em suas diversas maneiras e mesmo distorções fantasiosas comuns ao mal, o direto requer o compromisso de dever alheio de modo que o próprio senso de liberdade anarquista é novamente contestada.

"Geralmente os anarquistas são levados a um beco sem saída quando tentam defender a praticabilidade de suas visões, quando as pessoas perguntam por exemplos históricos. Se destacarmos que ainda não houve um experimento anárquico completo, isso é tratado como uma prova de utopianismo."
James Tuttle - Tradução de Robson Silva. Revisão de Ivanildo Terceiro

Mas sobretudo é possível haver direito sem lei? Pois naturalmente pressupõe que seu direito é o dever alheio, e naturalmente temos um conjunto de leis implícitas a definir a linha entre um e outro. Por mais este motivo creio que o anarquismo atual é apenas uma 'tabula rasa' disfarçada, e quando extremada leva justamente a seu outro extremo, as mesmas ditadura de sempre. Ao longo da história da humanidade vimos como tantos governos surgiram e caíram, com ênfase nas anarquias (sempre curtas) e governos totalitários e fascistas, do nazismo ao comunismo, restando apenas a democracia como o mais prevalecente dos sistemas. Naturalmente que alguns países instauram uma teocracia a exemplo de países árabes mas normalmente com resultados duvidosos graças a extremistas e outras cepas do mesmo ramo, de modo que ainda que na bíblia proponha um governo teocrático o versículo determina "e cada um dará conta de si mesmo" como uma visível característica anárquica.

"Não há razão para que uma pessoa nascida no ano 2100 deva ter menos direitos que uma pessoa nascida no ano 2000, mas se toda a Terra tornar-se propriedade privada, e os donos de propriedade possam estabelecer as regras para sua propriedade, então toda pessoa nascida após essa data irá nascer como um escravo, e a autopropriedade se tornará uma piada."
James Tuttle - Tradução de Robson Silva. Revisão de Ivanildo Terceiro

Naturalmente enquanto isto não ocorre, entendo que a anarquia é o extremo da democracia enquanto o fascismo, comunismo e variações mais agressivas do mesmo estão noutro extremo, e o ponto chave nisso é justamente a propriedade, quer a si mesmo ou de bens e pertences que possui. De novo na bíblia vemos exemplos utilitários sobre governos, a propriedade é presente desde tempos remotos até os vindouros ou relacionados ao espiritual, afinal concebemos um Deus galardoador, ou seja, nos confere posses mediante as obras aqui realizadas. porém, aqui a transição é sutil mas que como num detalhe faz total diferença, o material ao imaterial - neste caso espiritual - propõe que possuímos uma alma e consequentemente o direito de escolha a interferir no destino desta para a redenção ou condenação. Ora, se possuímos alguém sua liberdade - e consequente culpabilidade - torna-se igualmente consequência do possuidor como um cão que faça excrementos na rua, deste modo associando tal a mesma discussão filosófica do determinismo: se Deus é nosso dono e consequentemente de nossas escolhas, logo não temos culpa por nada que fazemos, mas sim Deus!
O absurdo da questão mediante aos que tudo confundem numa sofisticação sofista interminável, é novamente resolvida pela bíblia sob a forma do livre-arbítrio onde Deus literalmente tirou nossa hereditariedade como Pai mediante ao pecado, até ante a redenção pela conversão a exemplo do cristianismo onde então voltamos a ser seu filhos, e filhos não implica ser dono, mas um equivalente a autor. Autoria é exatamente o ponto de interseção sob como de posses definem todo conceito de poder, controle e liberdade, na própria bíblia novamente vemos dicas do comportamento do verdadeiro deus àqueles que não são legitimados no poder. Baal, significa senhor, todavia não confunde-se ao conceito de Senhor, pois aqui Baal trás uma conotação - em suas variações - bastante similar ao do feudalismo e consequentemente material em que ele é dono, não autor ou pai, assim como o ato de escrever o livro implica autoria e quem compra o exemplar dono de modo que o ato de tomar uma autoria como o pressuposto do diabo com o homem pelo pecado demonstra não somente furto, mas mentira por negar o inerente a sua origem, como ditar que um pai não é pai. Curiosamente essa concepção sempre está atrelada ao materialismo que não por menos identifica os anjos que caíram neste mundo a exemplo de elementares e etc.
Considero patético e previsivelmente inútil instaurar conceitos antigos e ultrapassados do feudalismo associados a uma comunismo capitalista, não somente por ter sido abandonado anteriormente por reprovação popular, mas de que isto naturalmente prevê um fim similar, ainda que não menos sangrento, pois o materialismo que o é, sempre teve uma história maldita - do petróleo, ao dinheiro e suas variações - que se exemplifica o versículo que diz que o amor ao dinheiro é a raiz de todos os males.
Todavia usemos outro exemplo comum mas sem relação a bíblia. Os índios tem uma concepção diferente de propriedade a da civilização ocidental, os hopi, por exemplo, nunca se consideram donos do solo, mas o solo donos dele. Mesmo que tal concepção divirja totalmente do cristianismo demonstra que a verdadeira concepção materialista é ilusória como o ditado popular que intuí que aquele do qual possuí muito dinheiro, o dinheiro é que na verdade o possuí. Faz-se legítima tal prerrogativa sob a óptica do consumismo capitalista que leva a uma falsa noção de liberdade por aquisições, pois tais bens materiais não são nossa extensão. Digo então não como cristão, mas politicamente, talvez a bíblia esteja certa novamente, pois no fim o que importa não é a materialidade, mas a verdade como herança - vide autoria - assim como o imaterial que pode-se traduzir perfeitamente a uma capitalização do conhecimento tão louvado por verdadeiros sábios gregos. A liberdade verdadeira assim está relacionada a sua auto propriedade e carga de conhecimento assim como hereditariedade, dando significado a máxima budista que diz: "não tenha nada além do que consiga carregar."
Examinando novamente a palavra de Deus constatamos que Josué não carregou o que possuía, mas lhe foi dado por onde passou seus pés. Aqui a posse novamente trás a conotação mais de hereditariedade posterior do que um exercício de mero domínio materialista. A antiga sabedoria bíblica judaica estava certa, pois Deus nunca disse para servirmos ao solo, mas antes que nos sujeitássemos todas essas coisas, o contraria a consequente conotação materialista do capitalismo atual.
Porém, retornando ao imaterial encontramos outro proeminente a ser resolvido, os sentimentos, como se concebe a liberdade requer responsabilidade e consequentemente consciência não somente sobre si mesmo mas aos demais conforme dito no começo do texto, aqui e cristalizado pelo dito popular "não faça com o próximo o que não deseja que faça consigo mesmo". Aqui notamos outra base comum para uma anarquia funcionar e que sentimentalmente tem um equivalente sentimental na bíblia, o mandamento de Jesus: "Ame o próximo como a ti mesmo". Isso define perfeitamente a consciência em determinação de afeição e base consequente de todas demais as leis de modo que os sentimentos são parte vital de tal liberdade assim como de uma anarquia, mas que pela própria colocação de Jesus incide uma lei ainda que atrelado a Graça, desde que dentro dela. Ou seja, se há lei, não é anarquia ainda que o apostolo Paulo mencione que a lei é para os que vivem sem (contra) a lei. Sobretudo mediante esse afeto como responsabilidade concebemos as relações que como um rede forma a sociedade. Quando falamos que somos responsáveis pelo que cativamos falamos de respeito por aqueles que nos amam demonstrando uma rede de feedback constante o que não é inerente a personagens como o anticristo ("não tem respeito pelo amor das mulheres) como em Isaias, assim como o respeito por sentimentos aos demais.
Como base a conclusão que se chega de uma anarquia é que tal não opera sem sentimentos comuns e que o materialismo ilusório assim como posses num espaço, levando aos únicos bens relevantes do qual a liberdade é consequente, o amor afetivo, a verdade inerente ao conhecimento e sua origem, e o tempo que temos nesse mundo. O espaço é consequente e fútil materialismo hereditário, mas com estes três imateriais o ciclo perfeito leva a herança única que importa, o destino. De igual modo não creio num anarquicapitalismo, mas que na própria bíblia dá uma ideia de uma perfeita governança que pela responsabilidade individual torna-se uma anarquia espontânea, não meramente teocracia.
Tenho como exemplo alguns pontos dos Estados Unidos onde comunidade inteiras vivem sem intervenção normal do governo federal ou local, a presença do estado se faz cada vez mais presente mediante a necessidade de intermediar conflitos ou uma situação de caos de igual modo que pede-se uma representatividade de liderança em momentos difíceis que ocorrem com Israel com figuras como Moisés que fomentam a aparições de messias e variações do mesmo assim como em períodos posteriores a Jesus - que não fora aceito justamente por se propor ser um libertador, não material, mas espiritual - com tantos falsos messias dada a acentuação situação pelo cativeiro de Roma.
A relação do sentimento é vital e vejo na figura de Jesus o combustor mais inacreditável jamais visto, somente como figura história é o maior vulto existente até hoje, certamente o personagem mais influente que justamente pelas ideias e conhecimento atrelado ao amor e a verdade - Ele se diz a Verdade - influenciou o surgimento e queda de governos em todo mundo. Porque? A palavra chave como dita é o amor que com sinceridade trás a conotação do que é verdadeiro, originalmente marginalizado pelos romanos e os próprios judeus justamente por tal condição aglutinou gradualmente os marginalizados por uma sociedade injusta pois trazia uma palavra de fé e esperança a estes como: "no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo". Compreendendo de igual modo o não materialismo propunha que nós apesar de estarmos neste mundo e sujeito a ele, não pertencemos a ele, ou seja, ainda que podemos prosperar não devemos nos apegar ao materialismo pois é justamente inerente ao mundo de modo que nossas posses não definem nossa liberdade assim como quem somos, mas quando materialistas o contrário pois tal definição é colocada mediante as obras, ou seja, o que fazemos, produzimos e atitudes numa relação clara com a autoria atrelada a verdade.
O amor é vital pois é base da moralidade como dito antes e sem moralidade, valores que coloquem limites, não castrações, a nossa liberdade são igualmente vitais, notem que o ciclo perfeito do amor, verdade e tempo se relacionam linearmente pois se dependem, afinal amar sem verdade é engano, e verdade sem amor não é moral assim como ambos sem tempo não acontecem pois é nosso tempo que define o que fazemos no mundo. A moralidade consequente é justamente que definiu a posição de liderança amada por seus discípulos, pois o injustiçado (humilhado) recebe o que chamo de transferência moral onde na realidade ganha mais valor que seu algoz e isso trás a conotação da fé.
Naturalmente que uma vez falando sobre a bíblia notamos que o tempo tem uma relação bastante implícita na bíblia, enquanto os consumistas e trabalhadores para tal não possuem tempo todas as demais coisas falham justamente por trazer uma conotação materialista e assim mais relacionada ao espaço que ao tempo. Ao contrário do que se propõe, os judeus fora um dos primeiros povos e ter uma visão particularmente cíclica e linear do tempo, como dito em 'Manuscritos do Tempo' os judeus consideravam o futuro oculto de modo que de costas a este era o passado que estava a sua frente pelas lembranças, e cíclico pois naturalmente atrelava a conotações não somente de estações climáticas como mesmo de suas datas de sacrifícios. Porém, algumas dicas são dadas quando notamos que Jesus é referido como o cajado que rompe os ciclos curiosamente similarmente ao cajado de Moisés ao abrir o mar vermelho como uma emblemática metáfora multifacetada do tempo.
Possuir tempo é vital, mesmo o Rei Davi pedia a Deus "corações sábios" para que pudesse contar seus dias sob a face da Terra, de modo que o bem comum a todos indivíduos que realmente importam são sempre são imateriais, e Salomão que apesar de considerado tão sábio se corrompeu justamente pelo mesmo materialismo a exemplo de suas mulheres e riquezas.
Resumindo todo o texto o conceito de anarquismo tenta sintetizar a liberdade individual, mas falha ao ser limitada a uma versão generalizada do materialismo como posse esquecendo-se que são justamente os combustores imateriais - e por vezes metafísicos - as motrizes de todas as relações sociais posteriores para se tornar possível tal.

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Sinopse de "Adormecidos: Réquiem dos deuses"

Após dois anos da segunda parte ('Adormecidos: O Despertar de Hipnos') retorno ao universo dos livros de Adormecidos onde publico a sinopse oficial para o livro que começarei a desenvolver em breve.

Adormecidos: Réquiem dos deuses - 2014
Numa realidade aparentemente diferente da de Ofir o mundo submerge num sonho coletivo, mas estranhos padrões indicam vestígios de um sonho anterior impossível que ao ser investigado a jovem cientista Aline descobre ser os restos de uma realidade aparentemente perdida onde estranhamente discrepâncias de datas indicam que o tempo se modificou. Tratando-se na verdade duma conspiração onde a verdade suplantada por uma falsa realidade montada através da mentira desconfia-se se eles é quem estão adormecidos ou não, e que uma empresa chamada 'Rosa de Gaia' propõe que a Terra tem seus próprios sonhos que varam mesmo o tempo, na realidade para tentar utilizar o consciente coletivo por sua vontade adormecida a criar um novo tipo de realidade onde a mentira se tornaria verdade, e a ilusão realidade.
Agora, Aline uma perita em sonhos, se vê perseguida ao ter em mãos a verdadeira natureza de sua realidade e passando a viver na marginalidade procura um modo de despertar o mundo a uma realidade aparentemente adormecida onde trará de volta Ofir, a pedra base da realidade original.

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Sinopse de 'Os Filhos dos Anjos'

O Argumento original é baseado num de meus temas prediletos e mais controversos do livro sagrado, os Nefelins, de modo que ainda que compreenda o mesmo multiverso dos livros de 'Corpus Ad Ventus' apresenta uma trama original e sobrenatural destoando do comum gênero de ficção científica e mesclando elementos de terror e fantasia ainda que encontrem antigos conhecidos de minhas histórias.

No passado longínquo, a milhares de anos eles eram considerados heróis. Porém, com a degeneração do gênero humano foram culpados pelo surgimento de tal decadência e males como da sodomia, e foram condenados e dizimados, porém, arrependido seu líder ao fugir para o Olimpo escreve um livro como registro do futuro de sua espécie ante um apocalipse como caminho para sua redenção.
Séculos depois, um arcanjo secretamente engravidou oito mulheres em 2001 gerando oito nefelins em pontos diferentes do planeta. Com poderes especiais eles desde a infância viveram o incógnito de sua origem e propósito e em constante fuga para não serem descobertos, até que um destes recebe num epitáfio de sua mãe 'O Livro dos Nefelins'. Condenados pelo paraíso e perseguidos pelo inferno eles passam então a ser caçados por uma misteriosa seita chamada 'Os Abdomitas' que seria de nefelins descendentes de Abdon. Entre outras coisas eles procuram 'O Livro dos Nefelins' assim como 'O Perfeito', um homem escolhido que teria o dom de quebrar profecias e destinos. Sistematicamente eliminados os 4 restantes nefelins se unem e partem em busca daquele que pode conhecer seus destinos e propósitos quebrando assim o inevitável em suas vidas, e igualmente buscando conhecer que é seu pai percebem que podem ter um papel maior para o bem e para o mal no apocalipse iminente, mas para isso terão de usar seus poderes e impedir justamente aquele que lhes libertou, 'O Perfeito', de abalar as estruturas do tempo e em busca do exílio de Deus, um mítico lugar onde estariam almas dos que nunca tiveram oportunidade de nascer, e trazer ao mundo aquele que será a chave para o resgate no apocalipse. Num último esforço um destes agora terá de se sacrificar para reestabelecer o equilíbrio e colocar o tempo em curso das profecias evocando por seus poderes um meteoro para destruir a 'Cidade da Fumaça' de onde se levantará o anticristo do ventre de um destes formosos nefelins, ninguém menos que o filho de Lúcifer, um psicopata ocultista extramente perigoso. Os quatro contando com o auxilio de anjos caídos e mesmo um anjo misterioso descobrem ser filhos do 'arcanjo da coragem' que agora condenado ao mundo torna-se o arquidemômio do medo. Porém, corrigir o curso das profecias será o inicio do fim.

terça-feira, 15 de outubro de 2013

O NOBEL E PARADIGMA DA FÍSICA ESPACIAL

Numa breve palestra que dei numa conferência da revista UFO relatei não somente sobre minhas experiências pessoais que passei no passado ao visualizar o impossível nos céus, mas como aquilo me inspirou a forjar minhas crenças e teorias consequentes, movido pela pergunta ao desconhecido realmente, e tendo por bases o ockanismo, naturalmente que ainda que uma teoria - mesmo mediante a explicação de tantos fenômenos por este como provas ao mesmo. É preciso sinceridade, imparcialidade e responsabilidade moral do que se pesquisa ao que se teoriza ou põe em prática, assim não vou incorrer a apelos falaciosos a autoridade, diplomas ou quaisquer destes comuns aqueles que apenas isto tem como trunfo, pois no mais, mesmo mediante recursos, são pseudo em tudo, das fontes a prática a levaram apenas ao 'mais do mesmo'.
A lástima, e contrassenso, do modelo padrão da física vigente é que com seu coroamento, coroa-se o incompleto e o aquém duma teoria do tudo almejada por décadas, desde Einstein. Não que não considere o nobel merecido a tal descoberta, mas a debilidade da relatividade de se adequar a mecânica quântica mostra que apesar da recente premiação do prêmio Nobel de Física pelo bóson de Higgs a física ocidental dominante com seus esforços está anos luz de chegar perto duma teoria definitiva, pois a cada comprovação e lacuna preenchida, maior fica o abismo entre duas teorias aparentemente regidas por leis diferentes num mesmo universo, pois enquanto algo é proibitivo numa, é lei noutra e vice-versa. Muitos cientistas concordaram até mesmo em sepultar a confusa teoria das cordas que igualmente explica apenas parte desse mosaico numa física cuja visão é essencialmente espacial e talvez seja este justamente o problema, estamos olhando certo, mas do modo errado. O problema entre as duas teorias podem ser o espaço, não o tempo.
Concepções mais avançadas da física propõe de um universo holográfico ao digital de modo que mesmo a concepção do espaço pode ser uma ilusão curiosamente se aproximando das antigas filosofias chinesas que a milhares de anos falavam de objetos se interagindo a distância exatamente como o entrelaçamento quântico propõe! Mas enquanto os chineses a séculos pareciam associar a mecânica quântica ao mundo macro numa filosofia que prime pelo tempo, o modelo ocidental, diverge ao submeter o tempo a uma mera visão entropica de sucessão de eventos lineares ainda que partículas quânticas façam curvas fechadas de tempo num loop que rompa sua linearidade abrindo margem para uma computação quântica e consequente revolução, que nunca será possível enquanto uma visão estreita e pragmática sob um horizonte mais amplo do mero universo não se diferencie tanto da teimosa e visão fanática que somada a amoralidade pouco se distingue da insanidade. E poucos são aqueles que são corajosos de enfrentar uma furiosa maré de conservadorismo vigente podendo ser taxado e mesmo marginalizado exatamente como isso, louco.
Naturalmente lembramos o que muitos "loucos" deram ao mundo ao enfrentarem a visão estreita dos dominantes de sua época, de Nikola Tesla, a Copérnio e mesmo Da Vinci.
O Tempo se distingue do Espaço como entidades distintas mas interagentes. Na realidade o tempo como dimensão própria influí como um 'campo' onde apresenta uma função similar a de onda a ressoar mas como uma 'partícula fantasma' sem massa similarmente aos fotões do qual o espaço ocupa apenas uma parte, e por isso mesmo não haveria traços de um tempo materialmente falando pois assim vemos apenas seus efeitos. Provavelmente assim os fotões sejam tão íntimos do tempo quando o espaço para o mesmo, de modo que, porém, o Tempo estipula os verdadeiros limites ao mesmo pela velocidade. Tais entidades não são figuras coladas a uma natureza comum e única de modo que se ramifique em ressonâncias interagentes e escalares que demonstra composições aparentemente diferentes, de modo que o Tempo, fisicamente falando, poderia transcender o mensurável por comportar-se fora do universo a um multiverso do qual o universo é apenas o horizonte visível deste. Tal 'metafísica' porém, deixam diversos sinais visíveis na mecânica quântica, do entrelaçamento quântico aos composições de aparente 'existência' e 'inexistência' de algumas partículas, de modo que alguns elementos poderia literalmente 'pré-existir' tornando possível mensurar não sua origem, mas resultantes.
Peter Higgs.jpg
Peter Higgs o laureado pelo nobel de física pela concepção original do Bóson de Higgs.
Naturalmente que a concepção de um multiverso para explicar o que acontece com a informação num buraco negro e mesmo com o princípio estipulado por Wener Heinsenberg não somente se aproximaram a filosofia dos chineses como implica que podemos estar rodeandos não somente por dimensões extras e minúsculas, mas paralelas, e semelhantes a nossa. Mesmo a seta do tempo defendida por Sean Carrol é a única coisa que agente vê no universo, mas ao parecer que o universo temporal é curvo constatamos que apenas viávemos o horizonte do mesmo de modo que o universo pode ser apenas uma das faces de um multiverso. Deste modo uma teoria de Relatividade Ressoante Ondular pode perfeitamente explicar da teoria do caos como resultante da interação destas dimensões - onde o percentual ocorrem noutras dimensões - e mesmo a "força" da energia escura como a influência do mesmo como tempo e não mero 'éter' de memórias doutros tempos e devidamente sepultada com justiça pela ciência atual. Sendo na caótica o menor a provocar eventos maiores por reação em cadeia supõe que o tamanho e consequentemente o espaço são temporalmente irrelevantes, ou seja, o tempo se distingue do espaço como entidades ficando muito mais para um organismo que maquina, o caos é peça vital na teoria como interseção pois enquanto o espaço dispersa energia numa evidente causalidade, o tempo pode potencializado num aparente sincronismo.
O fato é que a conclusão de muitos destes cientistas é que o espaço sem ser preenchido por algo se quer poderia ser espaço, nos levando exatamente ao mesmo ponto em que supôs sobre a inexistência do tempo do qual Einstein acreditava. Assim observações de velocidade poderia ser não somente interações destas dimensões como observâncias divergentes de tempo de modo que a luz mesmo como parâmetro constante no universo pode variar aparentemente.
A Ciência e a humanidade em geral ter por hábito ignorar o que não é capaz de compreender, quer dos fenômenos OVNIs, as teorias conspiratórias ainda que de fato inúmeras mentiras e extremos nisso se envolvam mas servindo apenas para taxar e marginalizar como 'pseudo' os que são sinceros. Porém, lembremos que não há muitos séculos acreditávamos que a Terra era plana e que o sol e tudo o mais era o centro do universo, e que mesmo que a exemplo da ufologia não ter seu objeto de estudo identificado comprovadamente em sua origem não anula-se como disciplina, afinal ainda hoje não há provas de onde veio o Big Bang que gerou o Universo ou antes dele.
Tais teorias poderiam perfeitamente explicar o 'como' do fenômeno OVNIs quer como bolhas temporais-dimensionais que rompem o tempo - não o voltam - pois isso vem se confirmando todos os dias a exemplo da tecnologia japonesa do qual as camuflagens de invisibilidade provaram literalmente ser capazes de 'frear' o tempo assim como experimentos com giroscópios e supercondutores mostraram que a gravidade como a mais fraca das forças pode ser contornadas assim como outros efeitos, igualmente o tempo. A relatividade einsteniana não é abandonada jamais, antes perante uma visão mais aguçada nos conduz o mesmo pelo tempo, não pelo espaço, tornando as sofríveis viagens no tempo relativísticas de anos-luz, imensurável gasto de energia e exponencial massa descartáveis ante uma concepção que pode-se utilizar dos buracos de minhocas que apesar de igualmente hipotéticos o concebemos por explicar muita coisa no universo.
"Digamos simplesmente que a viagem no tempo pode ser comparada não a uma barragem que muda a estrutura dum rio e toda sua bacia, mas à passagem contra a corrente de um barco a motor nesse rio."
Jacques Bergier - Os Mestres secretos do tempo
Porém, antes a mania humana de deificar os mistérios parecem afastar ainda mais de suas resoluções onde ao ignorar o possível como o ockanismo - quando não o que contrarie a crença comum - mistifica-se numa quase "seita cientificada" somente faltando intitular-se tal diretamente por Deus como inúmeras vezes se fez por não se compreender algo, e não falo de metafóras ou ficção científica. Creio num Deus legislador do universo, todavia isso não me impede de ter minha cognição afetada por uma cartasse que embote as faculdades mentais ou senso crítico de modo a me levar ao engano ou me submeter sem os freios do ceticismo que na realidade tornam minha fé inteligente.
A menos de um século vimos nazistas que acreditavam numa previsão do clima de anos baseado no "gelo do universo". Porém, ao ignorar o incomprovado comprovado negamos perguntas que poderiam levar essencialmente a respostas. Absurdo? Lembre-se que os mesmos que defendem a 'insanidade' de minhas teorias são os mesmos que afirmam que tais são plágios temporais do futuro ou mesmo de ideias capturadas do solo de um lugar como já alegaram!
Creio que os verdadeiros cientistas não estão em busca de respostas mágicas que apenas mistifiquem mais o universo pois a verdade comprovada justamente realiza o contrário. Não podemos ceder igualmente aos que não distinguem a 'coragem' de 'loucura' por defender quer uma visão diferente do universo a direitos iguais, ética e moralidade em nosso mundo onde a exemplo de mim, querer ser creditado e reconhecido pelo meu esforço e merecido trabalho seja insanidade, pois se para tal enfrenta-se a tirania dos maus, pode-se ter certeza que sou louco, pois a ideia do autor ao contrário dos que a furtam não é monopolizar uma teoria contra seu autor - e se possível proibido de participar do que criou como amoralidade mor -, mas apenas ser justo aos verdadeiros merecedores morais de tal. Que venha o novo e definitivo paradigma da física, o Tempo!

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Capa e Sinopses de 'Neuroversus'

Abaixo a publicação da capa do livro 'Neuroversus' de Gerson Avillez, e o resumo sinóptico dos oito contos da antologia que se interliga em detalhes. Ilustração de Gerson Avillez sobre um modelo pego na internet onde os "miolos" do cérebro fazem um 'labirinto neural' ainda que atrelado a mente humana e do qual cada ponto equivale a um dos contos.


I - Psy Spy
Europa, auge da guerra fria nos 70, dois gêmeos após serem divididos pelo muro de Berlim são recrutados por terem dons bastante incomuns, o de ler mentes e mesmo desvendar o futuro e o passado parcialmente. O que não sabem, entretanto, é que passam a servir agências rivais e obrigados a caçar um ao outro por métodos até então pouco convencionais na espionagem os levantando questões morais e éticas sobre seus poderes enquanto um rastreia os vestígios mentais de outros, ao descobrir que na realidade cada qual serve um governo diferente e propósitos opostos,  jogo do qual seus poderes podem de modo inesperado interferir, quando não prever no jogo político de ambos países (URSS e EUA). Misturando fatos históricos com ficção a história onde a amizade transcende barreiras e extremos.

II - O Último peregrino
Após incidente onde paramilitar perde o irmão, ele é expulso. Sem dinheiro recebe uma proposta de um misterioso grupo intitulado "a agência" que lhe dará um gordo salário mensal até o dia em que seu nome for sorteado para matar um homem sem perguntas e que desconhece. Decente, e com o passar dos anos tudo parece ótimo até o dia que recebe uma carta com seu alvo, um importante senhor que tem para sua surpresa respostas sobre a morte de seu irmão a envolve-lo numa conspiração onde um segredo sobre a mente humana é guardado, esse seu alvo que mora nas montanhas é estranhamente de grande dificuldade se matar.

III - Despertar dos Seth
Um grupo de pesquisadores procuram no futuro um manuscrito antigo intitulado Sabedoria dos Tempos que teria sido escrita por Fo-Hi. Porém ao chegar ao local encontram um velho que conta-lhes a história do despertar dos Seth nos períodos da III Guerra mundial, onde um menino chamado Rupert é o primeiro a despertar.
Após milhares de anos sem saberem seu lugar no mundo, sobrevivendo a discriminação e perseguições, chegou o momento dos Seth descobrirem seu destino não só no mundo, mas no universo, para descobrir um universo multidimensional, por um jovem sobrevivente das guerras finais.

IV - Segredos da Eternidade
Numa estação orbital, experimentos com a água viva Turritopsis dohrnii são realizados e apesar de trazer a aparente imortalidade cria uma doença terrível que pode gerar quase um novo ser transhumano. Esta doença para alguns está relacionada ao mito bíblico da árvore da vida assim como a investigação leva a crença lendária da existência da fonte de juventude. Entre sonhos e pesadelos mesmo os pilares da evolução serão abalados quando um confronto entre ciência e seitas revelam fanáticos extremistas e levantam perguntas pertinentes ao próprio sentido da vida.

V - O Primeiro Seth
Um bibliotecário da maior biblioteca da antiguidade, de Alexandria, descobre que está sendo espionado por estranhas sondas que parecer procurar alguns conhecimentos perdidos entre os livros, como a do Primeiro livro de Seth. Na realidade são sondas do futuro que buscam não somente salvar conhecimentos destruídos e seus autores, pelos maléficos Homens de negro, mas fazer um documentário transmitido ao vivo pela verve do tempo em paralelo com passado e futuro, onde enfim a genealogia perdida dos Seth será revelada.

VI - No limite do infinito
Um assalto elaborado guarda um segredo que pessoas misteriosas estão atrás, uma quantia de dinheiro cujo valor na realidade não estão nas cédulas mas no fato delas pertencerem a 6 anos no futuro. Dois investigadores conterrâneos dos assaltantes são designados para o caso, um perito em formar perfis e em psicologia e um investigador, sem saber que homens misteriosos igualmente procuram o dinheiro, os agentes da T.E.M.P.U.S. protetores da verdade e de valores para impedir que as diretrizes temporais sejam quebradas e criar flutuações na economia mundial por anarquistas da anomalia, os bugmans.

VII - Elipses do Tempo
Jovem ao acordar percebe que seu mundo é diferente do imaginado ao ver notícias, e mesmo dado como louco descobre que sua linha temporal fora alterada. Agora ele terá de encontrar um estranho amuleto feito de um meteoro supostamente de Plêiades capaz de alterar as propriedades do tempo para descobrir que sua consciência vive em tempos prévios. Então uma série de eventos paralelos convergem ao mesmo ponto, onde dimensões paralelas e seus personagens estranhamente se encontrarão.

VIII – Neuroversus
Quando jovem escritor iniciante portador da síndrome de Asperger é preso injustamente, na cadeia com o universo que criou onde ele mesmo se esconde para fugir da violência parece alternar estados de transe enquanto viaja por este em quase coma. Antes de entrar num coma profundo por um incomum câncer no cérebro deixa um livro sobre este universo como seguimento de seus livros anteriores e que dá pistas de quem procurar nele assim como provas de sua inocência. Porém, um grupo de estudioso inescrupulosos e amorais vê nisso a chance de se apoderar dos conhecimentos de sua mente para lucrarem e tentam um modo de mata-lo legalmente.
No entanto, uma investigadora com um dos cientistas vê a oportunidade única por meio de uma criação entrar no universo por ele criado a procurar de provas assim como o próprio autor, e finalmente salvar seu universo que é muito mais vivo do que aparenta.

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Resumo da Teoria da Relatividade Ondular Ressoante

Quando Albert Einstein (1879-1955) publicou sua Teoria da Relatividade em 1905 não fazia ideia da revolução científica que criaria. Ainda que não tenha levado à Teoria do Tudo e mesmo com complementos que o próprio Einstein procurava junto a recém descoberta Mecânica Quântica, a Relatividade Geral e Restrita fora o mais próximo que o ser humano chegou perto de uma compreensão total do universo físico. Porém, ficaram lacunas a serem preenchidas, mas que nunca foram preenchidas em sua totalidade, quer da junção da mecânica quântica com a relatividade ou da exemplificações de inúmeros eventos e fenômenos como da energia escura, levando a uma série de outras teorias com não menos limitações ainda que explicassem parte destes elementos quer isoladamente ou não.
Talvez pelo fato do Tempo como visto pela ciência e física ocidentais como uma entidade abstrata que mesmo sendo uma das quatro dimensões, seja por vezes como inexistente. Em qualquer momento os cientistas são capazes de estudado diretamente, mas apenas a medir sua sucessão de eventos em linearidade entrópica quer como contagem de tempo ou na concepção de medidas de velocidade. A relação espaço-tempo tornou-se como gêmeos siameses inseparáveis por continuidade ainda que hipoteticamente dimensões separadas. O fato é que tão pouco pode se sondar as propriedades básicas do espaço, uma vez que somente é imaginado como algo preenchido de alguma forma com energia ou matéria.
Naturalmente que da interação destas duas dimensões todo o universo parece suceder como um lugar previsto por leis que apesar de não ser numa lei que torna quase mecânico como o universo de Newton é capaz de se conjecturar leis que mesmo a despeito do caos torne o universo quando não previsível, compreensível, como da concepção de gravidade de Einstein. Porém, o que compreende-se em suas fronteiras onde nas singularidades tais leis parecem não funcionar corretamente e tão menos pode-se mensurar de modo preciso? Seria o Tempo uma ilusão?

Emblemática foto de Albert Einstein onde 
lhe expõe a figura carismática e pop da ciência.

Não somente por fragmentos de filosofia dos antigos parecerem indicar um caminho oposto a atual ciência ocidental, como da concepção chinesa de que é o espaço que inexiste onde objetos se sobrepõe temporalmente pode não ser tão loucura quando aparenta. Justamente isso que compõe a idade duma Relatividade Ondular, onde o tempo mais que elástico pode se comportar de modo a criar mesmo ressonâncias, numa junção de filosofia a abranger até mesmo outros campos de modo mais que contemplativo e explicativo, mas como uma extensão da Relatividade Restrita podendo até mesmo a crença de uma real possibilidade de se viajar no tempo.
O ponto principal é a crença confirmada pelas leis da termodinâmica de que o tempo segue apenas a uma direção como demonstra a entropia. A ideia da 'seta do tempo' é antiga conhecida da física. Porém, como sabemos a nível quântico as variáveis são uma escolhida dentre tantas outras de modo que o mesmo pode se suceder a nível macro que apesar de não notarmos poderíamos o tempo todo estar a escolher a direção a que seguir no tempo.
A teoria que pode indicar isto a nível macro é a concepção de números imaginários e o dito tempo virtual e onde justamente surgem as ideias do multiverso necessárias para se explicar o que ocorre no interior de um buraco negro uma vez que igualmente nenhuma informação deveria se perder no universo em sua linearidade ao contrario da concepção duma anomalia que a devora e anula.
Tal tem seu equivalente na mecânica quântica a exemplo do principio da Incerteza de Heinsenberg e mesmo do entrelaçamento quântico demonstrando formas de troca de informações mais velozes em teoria que a própria luz. O existir e inexistir de Hensinberg assim como a indefinição da velocidade e posição deste modo extrapola as dimensões conhecidas para onde justamente vão as variáveis numa possibilidade ainda que apenas quântica.
Naturalmente como se sabe as probabilísticas aqui tomam o campo antes dominado pela inflexibilidade previsível de Newton, a exemplo da função de onde o que pode ser perfeitamente ser transcrito ao mundo macro numa concepção de comportamento do tempo.
O fato é que mesmo que proibitivo ao mundo macro as viagens no tempo são uma possibilidade quântica igualmente a exemplo dos laço de tempo e as Curvas Fechadas de Tempo concebida por partículas ainda que em diminutas frações de tempo mas o bastante para revolucionar a computação quântica que num tipo de criptografia quântica poderia criar máquinas muito mais velozes que os computadores atuais.  Mas como aplicar isso a física macro?
Temos na realidade todos os indícios que corroborem com as possibilidades de um comportamento ondular do tempo de modo que para isso temos apenas que observar de modo diferente o universo de modo que se quer contradiz a Relatividade de Einstein, mas antes sob outra perceptiva a amplia. Para isso temos que compor um paradoxo perceptivo do 'passageiro' e do 'motorista' onde para o motorista este é quem passa assim como para o passageiro ao sair do ônibus, este é quem passa para ele. Igualmente aplicável a concepção a observância do tempo einsteniano a exemplo do paradoxo dos gêmeos, medidas observativas de tempo diferentes. De igual modo poderíamos conceber que estamos apenas numa única curva singular do universo - o presente - onde naturalmente podemos ver apenas a parte observável do tempo dando-nos a impressão de seta do tempo. Naturalmente que num universo não podemos enxergar além das quatro dimensões de modo mensurável mas podemos sentir a interação de outras dimensões com a nossa no que chamo de ressonâncias similarmente a teoria das super cordas mas do qual as vibrações da 'corda' que seria o trajeto temporal seriam ressonâncias de outros tempos apenas imaginários a nós, mas que poderiam se sentir de alguma forma através da energia escura e em parte mesmo a matéria escura, as explicando, numa Teoria Geral do Multiverso da explicações para a probabilística pois como se sabe a gravidade surge da curva do espaço e do tempo, porém, não necessariamente assim ligada a massa de um corpo mas resultante de gravitons, resultantes de um campo de onda por ele gerada a se propagar no universo. O paralelo com as ondulações da água são simples, assim como um corpo com massa cria algumas ondulações na água, tais ondulações criam variações e oscilações em sua superfície como a exemplo da onda de choque de uma explosão.
Tal paradoxo de perspectiva nos serve para explicar a quântica sob a relatividade onde numa só figura pode-se conter os dois apenas a distância - perto ou longe - pois sob este aspecto o universo é uma ilusão porque na realidade é apenas parte de um multiverso.
Deste modo o universo em expansão demonstraria que desde o principio uma onda de tempo cresce assim como cresce suas variáveis e direções numa relação perfeitamente explicável a entropia e a demonstrar que na realidade estamos apenas numa infimamente pequena borda desse multiverso. Ou seja, tais dimensões extras são de números crescentes ainda que seu nível de realidade seja inferior a nossa.
Naturalmente que corpos com massa são capazes de gerar campos gravimétricos, mas tais ondas de 'tempo' assim deveria igualmente ter massa, o que não é uma essencialidade na verdade, pois não sendo espacial, mas uma dimensão própria apenas interage com as demais dimensões como força primordial de onde advém os bósons de Higgs posteriores a criar a massa das partículas e que dita o ritmo de todas demais variações assim como da proibitivas quebras de velocidade da luz podendo ser em grande parte igualmente percepções variadas de tempo onde ao vermos um tempo "externo" mais lento que o nosso poderíamos ter a impressão de que pode-se movimentar mais veloz que a luz o que seria possível apenas por fora de nossas dimensões pela do multiverso, algo virtualmente capaz de romper essa 'onda de tempo' a exemplo dos buracos de minhoca.
A concepção das fronteiras de nosso universo - não somente em seus limites de extensão espacial - são as singularidades que levam a contemplação plena de um multiverso para onde vão as excedentes informações e variáveis probabilísticas que eventualmente se interagem interdimensionalmente a criar o caos imprevisível assim como forças de empuxo no universo observável.

Comentários sobre os livros de Corpus Ad Ventus

O Autor Gerson Machado de Avillez fala um pouco sobre seus livros e sua "caixa" de idéias representadas pelo corpo de conhecimentos da série de livros 'Corpus Ad Ventus' que sintetiza suas teorias do Filoversismo sob forma de ficção. Veja o vídeo abaixo: